Quem começa a estudar para o CACD quase sempre parte da mesma situação: muito material disponível, pouco tempo e nenhuma certeza sobre por onde seguir. Apostilas em PDF, aulas soltas, vídeos no YouTube, indicações de fóruns. Tudo parece útil, até que os meses passam e a sensação de estar sempre recomeçando se instala.
O problema raramente é falta de dedicação. Na maior parte das vezes, o obstáculo real é a ausência de método.
O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) exige constância, profundidade e visão de longo prazo. Não se trata de dominar um tema isolado, mas de construir uma formação sólida, integrada e progressiva. Sem isso, o estudo vira improviso, e improvisar num concurso desse nível costuma sair caro.
O CACD pune quem estuda sem método
O edital do CACD é extenso e atravessa áreas muito diferentes entre si. História, Política Internacional, Economia, Direito, Geografia e idiomas se dialogam o tempo todo, especialmente nas fases discursivas.
Quando o candidato estuda de forma fragmentada, escolhe conteúdos por afinidade ou adia matérias mais difíceis, lacunas começam a se formar. Muitas vezes elas só ficam visíveis na hora da prova, quando já é tarde para corrigir.
É por isso que estudar muito não é sinônimo de estudar bem. Horas acumuladas sem estratégia raramente se convertem em desempenho competitivo.
Uma preparação bem desenhada começa pelo planejamento. Existe uma lógica clara de progressão, um calendário que distribui as disciplinas ao longo do ano, revisões periódicas e espaço para treino real de prova.
Esse tipo de estrutura transforma o estudo em processo. Em vez de correr atrás de conteúdos soltos, o candidato passa a seguir um caminho definido, com começo, meio e aprofundamento. A ansiedade diminui, o foco aumenta e o avanço se torna mensurável.
É justamente aí que entra o papel de um curso extensivo para o CACD.
Onde entra o curso extensivo para o CACD
O objetivo de um curso extensivo para o CACD não é prometer atalhos nem resultados imediatos, ele existe para organizar o longo prazo.
Ao reunir todas as disciplinas do edital em uma trilha contínua, com professores especializados e cronograma guiado, o extensivo oferece algo que é difícil construir sozinho: coerência. O aluno sabe o que estudar, por que aquele tema vem agora e como ele se conecta aos próximos.
Além disso, o calendário de aulas cria um ritmo que ajuda a manter a regularidade, um dos maiores desafios de quem estuda por conta própria durante anos. O acompanhamento, os exercícios e o contato com outros candidatos também funcionam como um freio contra a dispersão e o abandono.
Extensivo não é atalho, é estratégia!
Muitos veem um curso extensivo como uma tentativa de acelerar artificialmente a aprovação. Na prática, ele faz o oposto.
Ele reduz desperdícios e evita que você estude temas irrelevantes por tempo demais, repita conteúdos sem necessidade ou ignore pontos decisivos do edital. Em vez de multiplicar esforços, ele direciona.
Para quem leva o concurso para diplomata a sério, isso significa transformar cada hora de estudo em investimento real, e não em tentativa e erro.
Para quem esse modelo faz mais sentido
Há quem chegue ao CACD sem nenhuma base e precise construir tudo desde o início. Há também quem já estuda há meses (ou anos), mas sente que caminha devagar, sem clareza sobre o próprio nível. Em ambos os casos, a lógica é a mesma: quanto mais cedo existe estrutura, menor o risco de perder tempo.
Um curso extensivo para o CACD costuma ser especialmente valioso para quem quer transformar a preparação em projeto de longo prazo, com disciplina, acompanhamento e metas claras.
Improvisar custa caro
O CACD é uma maratona intelectual. Quem entra nela sem planejamento costuma pagar com frustração, desgaste e anos adicionais de preparação.
Investir em estrutura não é luxo, é racionalidade.
Se você quer parar de estudar no escuro e começar a construir uma trajetória consistente rumo à aprovação, vale conhecer como funciona o Curso Extensivo CACD 2026 do Clipping.
Para você se preparar para o concurso mais exigente do país, é preciso contar com quem mais aprova no CACD.
Após dois dias desde a divulgação do Termo de Referência anunciando o CEBRASPE como banca do CACD 2026, finalmente chegou o momento mais aguardado por todos que querem ser diplomatas: a publicação do Edital CACD 2026!
Para ajudar você, CACDista ansioso, a acalmar seu coração, preparamos uma análise objetiva e abrangente sobre o Edital, com foco nas novidades trazidas neste ano.
🚫 Vale ressaltar que é essencial ler o edital na íntegra. Ler esse post não substitui a leitura completa do edital, que é uma etapa super relevante da preparação para a prova.
1. Vagas no edital CACD 2026
O Edital confirmou: teremos 60 vagas no CACD 2026!
Isso representa 10 vagas a mais que tivemos no ano passado! 👀
Antes do CACD 2023, tivemos quase uma década com uma média de 26 vagas ao ano, como você pode conferir abaixo:
Ano
Vagas
Inscritos
Demanda
2026
60
–
–
2025
50
8.861
177,22
2024
50
8.525
170,5
2023
50
7.901
158
2022
34
6.464
190,11
2020/21
25
6.218
248,72
2019
20
6.411
320,55
2018
26
5.294
203
2017
30
5.939
198
2016
30
4.925
164
2015
22
5.271
239
2014
18
4.151
230
2013
30
6.490
216
2012
30
6.423
214
2011
26
7.180
276
Segundo o Edital, a distribuição das vagas se dará da seguinte forma:
Ampla Concorrência
Candidatos negros
Pessoas com deficiência
Pessoas indígenas
Pessoas quilombolas
Total
39
15
3
2
1
60
O edital do CACD 2026 especificou que, para fins de convocação dentro dos quantitativos previstos no subitem 5.14 deste edital, os candidatos negros, indígenas e quilombolas que obtiverem nota ou pontuação suficiente para aprovação em ampla concorrência não deverão ser contabilizados no quantitativo total de candidatos aprovados para as vagas reservadas a pessoas negras, indígenas e quilombolas, conforme previsto no artigo 9º, § 1º da INC MGI/MIR/MPI nº 261/2025.
Isto é, os candidatos negros, indígenas e quilombolas que optarem pela reserva de vagas e forem aprovados e nomeados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computadas para efeito de preenchimento das vagas reservadas.
2. Inscrições para o CACD 2026
O período de inscrição para o CACD 2026 será de 04 de fevereiro de 2026 até 25 de fevereiro de 2026 no site oficial do CEBRASPE.
Ressaltamos que, no momento da inscrição, o candidato deve escolher a cidade na qual realizará as provas, deve também optar pelo sistema de concorrência (seja ampla concorrência, candidatos negros e de pessoas com deficiência) e, caso necessário, solicitar atendimento especial. Ademais, deverá, no ato da solicitação de inscrição, informar o gênero constante do registro civil na data da inscrição.
O valor da inscrição para o CACD neste ano será R$229,00. Houve a permanência do valor em relação ao concurso do ano passado. 💸
Não é difícil encontrarmos candidatos desatentos que perdem o prazo de inscrição ou que se enrolam na opção pelo sistema de concorrência. Por isso, não deixe para realizar sua inscrição de última hora.
Se possível, faça logo no dia 04 de fevereiro. Também já deixe o despertador programado para não esquecer o pagamento. Fica de olho! 👀
3. Primeira Fase
A primeira fase constará de uma tradicional prova objetiva, constituída de questões do tipo CERTO ou ERRADO de Língua Portuguesa, História do Brasil, História Mundial, Geografia, Língua Inglesa, Política Internacional, Economia e Direito, de caráter eliminatório.
A prova objetiva da primeira fase do CACD 2026 acontecerá na data provável de 29 de março de 2026, em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 8 horas e 30 minutos, com duração de 3 horas e 30 minutos; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas e 30 minutos.
Com relação à primeira fase do concurso, também conhecida como TPS (teste de pré-seleção), o CACD 2026 terá o mesmo número de questões que no ano passado, totalizando 240 itens no total.
No momento da publicação do edital, o CEBRASPE não divulgou a distribuição de itens por matéria.
Será mantida a estrutura de prova apenas com itens C ou E (4 itens por questão) onde:
1 ponto positivo (+), em caso de item acertado
0,25 ponto negativo (-), em caso de item errado
0,00 ponto, caso não haja marcação (deixar em branco) ou caso haja marcação dupla (erro)
A primeira fase poderá resultar na eliminação do concurso, e será reprovado quem obtiver nota inferior a 120,00 pontos.
4. Segunda Fase
O Edital CACD 2026 confirmou a quantidade de fases do ano passado: apenas duas!
Na segunda fase do CACD 2026 serão realizadas provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, Política Internacional, Geografia, Economia, Direito e um idioma adicional (Língua Espanhola ou Língua Francesa), de caráter eliminatório e classificatório.
As provas da segunda fase ocorrerão em dois finais de semana diferentes.
A primeira semana de provas da segunda fase será realizada no dia 25 de abril de 2026. As de Língua Inglesa e Geografia no dia seguinte:
Língua Portuguesa: prevista para o dia 25 de abril
História do Brasil: prevista para o dia 25 de abril
Geografia: prevista para o dia 26 de abril
Língua Inglesa: prevista para o dia 26 de abril
As provas de Política Internacional e Economia serão realizadas no dia 02 de maio de 2026. As de Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa no dia seguinte:
Política Internacional: prevista para o dia 02 de maio
Economia: prevista para o dia 02 de maio
Direito: prevista para o dia 03 de maio
Língua Espanhola ou Língua Francesa: prevista para o dia 03 de maio
A prova de Português em 2026 será composta por 1 redação e 1 resumo. Novamente, não teremos mais análise ou comentário.
Não sabe como funciona? Dá uma olhada abaixo:
Questões
Extensão
Pontuação
Redação sobre tema geral
65 a 70 linhas
70
Elaboração de resumo
30 linhas
30
Com relação à redação, o dimensionamento do texto obedece o mesmo padrão de anos anteriores. Permanece a penalização de -1 pontos para cada linha que faltar para atingir o mínimo ou exceder o máximo.
A prova de Língua inglesa recebeu uma modificação em sua estrutura, em relação aos anos anteriores.
Os CACDistas de plantão devem ficar atentos aqui, pois, em 2021, Inglês foi responsável pela eliminação de cerca de metade dos candidatos que tinham sido aprovados na primeira fase.
Agora, a prova de Língua Inglesa será composta por uma redação e uma versão, seguindo a extensão e pontuação abaixo:
Questões
Extensão
Pontuação
Redação sobre tema geral
65 a 70 linhas
70
Elaboração de versão de um texto em língua portuguesa para a língua inglesa
20 linhas a 40 linhas
30
Serão considerados aprovados na Segunda Fase os candidatos que tenham alcançado, pelo menos, 480,00 pontos na soma das notas obtidas na segunda fase.
Lembrando que não teremos mais a terceira fase do concurso, nem questões de 90 linhas.
Em História do Brasil, Política Internacional, Geografia, Economia e Direito teremos em cada:
duas questões discursivas de 60 linhas (valendo 30 pontos cada) e
duas questões discursivas de 40 linhas (valendo 20 pontos cada).
Com relação a Francês e Espanhol, o candidato continuará escolhendo uma das duas disciplinas para fazer um resumo e uma versão. A prova de Língua Espanhola ou Língua Francesa manterá valendo 100 pontos e contará com os seguintes parâmetros:
Questões
Extensão
Pontuação
Versão
60 linhas
50
Resumo
60 linhas
50
O CEBRASPE manterá a prática anterior e garante que a correção das provas discursivas será menos subjetiva. Todos os candidatos terão ciência dos critérios que os corretores utilizarão ao corrigir seus textos.
No concurso do ano passado, o CACD passou por uma mudança significativa, apresentando questões com quantidades variadas de subitens. O edital do CACD 2026 não aborda nada sobre o tema, mas há uma possibilidade da permanência do mesmo esquema do ano passado.
O CACD 2026 terá dois momentos para os candidatos recursarem: o recurso contra o padrão publicado pela banca e o recurso contra o resultado provisório (ou recurso contra a correção feita pela banca).
No primeiro, o candidato poderá solicitar que a banca considere ou não determinados argumentos do padrão preliminar de resposta das provas escritas da Segunda Fase. Após essa etapa, será definido o padrão definitivo e divulgado o resultado provisório nas provas escritas da Segunda Fase. No segundo recurso, o candidato terá acesso ao espelho de prova e poderá pedir que a banca majore sua nota, arguindo contra os critérios de correção.
5. Disposições específicas para candidatas mulheres
Conforme o ponto 5.14.1 neste ano, teremos a convocação adicional de até 126 (cento e vinte e seis) candidatas do gênero feminino, sendo até 42 para a ampla concorrência, até 42 para a concorrência nos termos do art. 5º da Lei nº 8.112/1990, e suas alterações, e do Decreto nº 9.508/2018, até 42 para a concorrência nos termos da Lei Federal nº 15.142/2025, regulamentada pelo Decreto nº 12.536/2025, e da Instrução Normativa Conjunta MGI/MIR/MPI nº 261/2025 (sendo 35, para pretas e pardas; 4, para indígenas; e 3, para quilombolas), e observados os critérios e a nota mínima para aprovação na Primeira Fase
No CACD 2025, houve a convocação adicional de 75 candidatas para a Segunda Fase. Algumas dessas candidatas foram aprovadas no concurso, mostrando a relevância dessa nova medida para reduzir a disparidade de gênero na carreira!
Essa novidade para a convocação para a segunda fase não implica a reserva de vagas a candidatos do gênero masculino ou a candidatas do gênero feminino.
6. Programa de Ação Afirmativa
O candidato que optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras também poderá optar, durante o período de solicitação de inscrição, por meio de link específico disponível no endereço eletrônico (http://www.cebraspe.org.br/concursos/irbr_26_diplomacia), por concorrer à bolsa-prêmio da edição subsequente do Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco (PAA/IRBr).
Além disso, o candidato que optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas indígenas, durante o período de solicitação de inscrição, por meio de link específico disponível no endereço eletrônico (http://www.cebraspe.org.br/concursos/irbr_26_diplomacia), poderá optar por concorrer à bolsa-prêmio da edição do Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco para Indígenas (PAA/IRBr Indígenas)
O Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco tem como por objetivo ampliar a oportunidade dos candidatos e candidatas negras no Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil, incentivando o acesso através de uma Bolsa-Prêmio de Vocação para a Diplomacia. A Bolsa, no valor de R$ 30 mil, pode ser utilizada para bancar a aquisição de material bibliográfico e/ou pagamento de cursos preparatórios e professores especializados para o concurso. Até 30% dos recursos podem ser empregados para despesas de manutenção.
No CACD 2025, você optou por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras? Quando fez sua inscrição, também optou por concorrer ao PAA? Caso as duas respostas sejam positivas, então você concorrerá à Bolsa-Prêmio para o CACD 2026. Funciona assim, você faz sua inscrição em um ano, para concorrer à bolsa do ano seguinte, caso não seja aprovado.
Fique atento ao site do CEBRASPE para mais informações.
7. Conteúdo Programático
O edital CACD 2026 não trouxe modificações no conteúdo programático da maior parte das matérias, com exceção de Língua Inglesa.
8. Calendário
Para você não esquecer e nem se perder, o Clipping fez um compilado com todas as datas importantes para o CACD 2025.
Primeira fase
Prova
29 DE MARÇO
Gabarito Preliminar individual
30 DE MARÇO A 1º DE ABRIL
Recursos
ENTRE 31 DE MARÇO E 1º DE ABRIL
Gabarito Oficial Preliminar
2 DE ABRIL
Resultado final + Convocação para 2ª Fase
17 DE ABRIL
Segunda fase
Disciplinas
Data
Língua Portuguesa
25 DE ABRIL
História do Brasil
25 DE ABRIL
Língua Inglesa
26 DE ABRIL
Geografia
26 DE ABRIL
Divulgação do padrão preliminar de respostas das provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil e Geografia
27 DE ABRIL
Prazo para a interposição de recursos contra o padrão de respostas das provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil e Geografia
28 A 30 DE ABRIL
Política Internacional
02 DE MAIO
Economia
02 DE MAIO
Direito
03 DE MAIO
Língua Espanhola ou Língua Francesa
03 DE MAIO
Divulgação do padrão preliminar de respostas das provas escritas de Política Internacional, Economia, Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa
05 DE MAIO
Prazo para a interposição de recursos contra o padrão de respostas das provas escritas de Política Internacional, Economia, Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa
05 A 07 DE MAIO
Resultado provisório da segunda fase
21 DE MAIO
Recurso contra o resultado
22 A 24 DE MAIO
Resultado final nas provas escritas da Segunda Fase
03 DE JUNHO
9. Revise com o melhor Curso Intensivo do CACD
Com a publicação do edital do CACD 2026, começa oficialmente a reta final da preparação. Este é o momento de ajustar lacunas, priorizar os temas mais cobrados e intensificar o treino para a prova objetiva e discursiva.
O Curso Intensivo do Clipping foi pensado exatamente para essa fase decisiva: revisão direcionada, consolidação teórica e foco total no desempenho em prova.
Quem está se preparando para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) sabe que a fase de revisão é decisiva. A revisão para o CACD 2026 não é apenas uma releitura de conteúdo: é o momento de organizar o que foi estudado, reforçar pontos fracos e treinar com foco no formato real da prova.
Nesse momento da preparação, um curso intensivo pode ser uma oportunidade importante para quem quer chegar competitivo à próxima edição do concurso.
Ao longo da preparação, é comum acumular apostilas, resumos e anotações. O problema aparece quando esse volume de material começa a gerar insegurança. Na revisão para o CACD 2026, o foco precisa ser outro: priorizar os temas mais cobrados, consolidar conceitos centrais e transformar teoria em desempenho.
Um bom curso intensivo organiza esse processo. Em vez de estudar tudo novamente desde o início, o candidato passa por uma revisão orientada, com professores experientes e metodologia voltada para maximizar resultados no curto prazo.
O papel do Intensivo na revisão final
Os Cursos Intensivos do Clipping foram desenhados justamente para essa etapa da jornada, combinando a retomada dos conteúdos essenciais com exercícios aplicados, análise de padrões de cobrança e treino direcionado para as provas.
Na preparação para a primeira fase, o Curso Intensivo para revisão do CACD 2026 trabalha disciplinas como Língua Portuguesa, História do Brasil, História Mundial, Geografia, Língua Inglesa, Política Internacional, Economia e Direito. O objetivo é reforçar estruturas teóricas e ganhar velocidade na resolução de questões.
Já na segunda fase, o foco recai sobre a escrita e a argumentação. Treinar respostas discursivas e redações com correção qualificada ajuda o candidato a evitar erros recorrentes e a desenvolver um estilo claro, preciso e compatível com o nível exigido pelo concurso.
Muitos candidatos esperam o edital para intensificar a revisão, mas isso costuma encurtar o tempo disponível para ajustes reais. Entrar antecipadamente na lista de espera dos Cursos Intensivos do Clipping permite planejar o cronograma com mais tranquilidade e garantir prioridade quando as vagas forem liberadas.
Além disso, quem se cadastra na lista de espera recebe informações exclusivas sobre abertura das matrículas, estrutura do curso e condições especiais para os primeiros inscritos.
Para quem já vem estudando há meses, ou anos, a revisão para o CACD 2026 precisa ser tratada como uma etapa estratégica, não como improviso. Organização, foco e acompanhamento fazem diferença quando cada ponto da prova conta.
Prepare sua revisão com antecedência
Se o seu objetivo é atravessar o CACD 2026 com segurança, vale começar a estruturar desde já a fase final da preparação. A lista de espera dos Cursos Intensivos do Clipping foi criada exatamente para isso: avisar com antecedência, permitir planejamento e ajudar você a entrar nessa reta decisiva com direção clara.
Quem se antecipa na revisão para o CACD 2026 tende a chegar mais confiante e com maior domínio do conteúdo quando a prova se aproxima.
Foi homologada a escolha da banca CACD 2026: mais uma vez, o Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos) será a instituição responsável pela organização do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática.
O Cebraspe retorna após ter conduzido o certame de 2003 a 2018 e novamente em 2024 e 2025. Entre 1996 e 2002, o concurso foi realizado pelo próprio Instituto Rio Branco, enquanto entre 2019 e 2023 a banca responsável foi o Iades.
O que diz o Termo de Referência do CACD 2026?
O Termo de Referência, publicado pelo Ministério das Relações Exteriores, apresenta informações relevantes sobre as etapas do CACD 2026:
Primeira Fase
Prova objetiva de caráter eliminatório, composta por itens de:
Língua Portuguesa
História do Brasil
História Mundial
Geografia
Língua Inglesa
Política Internacional
Economia
Direito
No Estudo Técnico Preliminar, a proposta do CEBRASPE envolve 240 itens de Certo ou Errado, mesma quantidade do ano anterior.
Provas discursivas com caráter eliminatório e classificatório nas seguintes disciplinas:
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História do Brasil
Política Internacional
Geografia
Economia
Direito
Idioma adicional (Espanhol ou Francês)
Assim, como o CACD 2025, o candidato poderá escolher o idioma adicional, entre língua francesa ou língua espanhola.
Atenção: houve uma mudança na prova de Língua Inglesa, segundo o Termo, a segunda fase será composta de uma redação e de uma versão. No ano anterior, a prova contou com uma redação e um resumo.
A execução das provas provavelmente ocorrerá conforme os seguintes parâmetros:
SEGUNDA FASE
CRITÉRIOS
Língua portuguesa
Redação e Resumo
Língua inglesa
Redação e Versão
História do Brasil
2 questões respondidas em até 60 linhas 2 questões respondidas em até 40 linhas
Política internacional
2 questões respondidas em até 60 linhas 2 questões respondidas em até 40 linhas
Geografia
2 questões respondidas em até 60 linhas 2 questões respondidas em até 40 linhas
Economia
2 questões respondidas em até 60 linhas 2 questões respondidas em até 40 linhas
Direito
2 questões respondidas em até 60 linhas 2 questões respondidas em até 40 linhas
Língua espanhola
Resumo e Versão
Língua francesa
Resumo e Versão
Importante: é provável que, assim como em 2025, o modelo de questões de 90 linhas não será retomado em 2026. Logo, o modelo enxuto seguirá no CACD 2026, com duas questões de 40 linhas e duas de 60 linhas.
As provas de Segunda Fase possivelmente serão aplicadas em dois sábados e dois domingos, como em 2025.
Entre 400 a 500 candidatos poderão ser convocados para a Segunda Fase, conforme desempenho na Primeira Fase e respeitados os empates na última colocação.
Outro destaque do Termo é a manutenção da exigência de paridade de gênero e diversidade na composição da banca examinadora de cada disciplina, levando em conta critérios como raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalismo e origem institucional.
Previsão de vagas e cronograma
Provavelmente, o CACD 2026 contará com 60 vagas para ingresso na carreira de diplomata, dez vagas a mais do que na edição de 2025. Confira abaixo o cronograma previsto:
EVENTO
DATA PROVÁVEL
Publicação do edital de abertura
1ª quinzena de fevereiro de 2026
Período de inscrições
1ª quinzena de fevereiro de 2026
Prova de 1ª Fase
1ª quinzena de abril de 2026
Provas da 2ª Fase
2ª quinzena de abril de 2026
Avaliação biopsicossocial / Comissão de Heteroidentificação
1ª quinzena de junho de 2026
Homologação do resultado final
1ª quinzena de junho de 2026
Reiteramos que essas são as datas prováveis, as datas definitivas serão apenas informações com o edital de abertura.
Ainda não tivemos a portaria, que normalmente antecede o edital.
Homologação
A homologação do resultado final do CACD 2026 está previsto para até a 1º quinzena de junho de 2026.
O Termo explica que, em decorrência da realização do concurso em ano eleitoral, estima-se que a homologação seja compatível com o disposto no artigo 73, V, “c”, da Lei Geral das Eleições nº 9.504/1997.
V – nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados:
c) a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo;
E agora, o que fazer?
Organize seu cronograma de estudos, revise o conteúdo das provas discursivas e acompanhe atentamente as atualizações oficiais. Estratégia, constância e disciplina serão essenciais nesta reta decisiva.
Voltaremos com mais informações assim que houver novos anúncios.
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Chega um momento na preparação para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) em que estudar mais não significa, necessariamente, estudar melhor. Essa é uma fase típica de quem busca como avançar nos estudos para o CACD após já ter superado a etapa inicial da preparação.
O candidato já passou pelo extensivo, já percorreu o edital, conhece os temas centrais e mantém uma rotina relativamente estável. Ainda assim, a sensação é de estagnação.
O conteúdo não parece se transformar em respostas mais maduras, a escrita não evolui como esperado e o esforço investido não se converte em segurança ou desempenho consistente.
Essa fase é mais comum do que parece e marca uma transição decisiva na jornada de quem busca avançar nos estudos para o CACD. O problema, nesse ponto, raramente é falta de dedicação. Na maioria dos casos, trata-se de um método que já cumpriu sua função inicial, mas que não é mais suficiente para impulsionar o candidato ao próximo nível.
Quando dominar o básico deixa de ser suficiente para avançar nos estudos para o CACD
Dominar o básico não significa estar pronto. Significa, antes, ter construído a base necessária para enfrentar desafios mais complexos. Muitos candidatos chegam a esse estágio após meses — ou anos — de leitura, aulas e revisões. O repertório existe, mas permanece pouco acionável.
A estagnação nos estudos para o CACD costuma aparecer de forma silenciosa e é um dos principais obstáculos para quem tenta descobrir como avançar nos estudos para o CACD após meses de preparação.
As respostas continuam longas, mas pouco objetivas. Os argumentos se repetem. Falta hierarquia, clareza e adequação ao que a banca efetivamente cobra. O candidato estuda, mas sente que não avança.
Essa sensação não deve ser ignorada, ela indica que o estudo precisa mudar de natureza. O que antes era absorção de conteúdo passa a exigir aplicação, análise e refinamento constante.
Por que ler e reler já não produz avanço real nos estudos para o CACD
No início da preparação, o estudo teórico cumpre um papel central. Ele apresenta conceitos, organiza o edital e constrói referências. No nível intermediário, porém, insistir quase exclusivamente na leitura gera retornos cada vez menores.
Isso acontece porque o CACD não avalia apenas o conhecimento acumulado, mas a capacidade de mobilizá-lo sob pressão, com clareza, precisão e método. Sem prática estruturada, o candidato até reconhece os temas, mas encontra dificuldade para transformá-los em respostas bem organizadas, dentro do tempo e no padrão esperado.
Avançar nos estudos para o CACD exige abandonar a ideia de que estudar é apenas consumir conteúdo. Nesse estágio, entender como avançar nos estudos para o CACD passa, necessariamente, pela mudança de método. A preparação passa a ser, sobretudo, um processo ativo de teste, erro, ajuste e aprimoramento.
O que realmente muda quando o candidato precisa avançar nos estudos para o CACD
A virada de chave ocorre quando o estudo deixa de ser apenas informativo e se torna estratégico. Nesse momento, três elementos ganham centralidade:
prática orientada
simulados bem utilizados
acompanhamento especializado
A prática, nesse nível, não é aleatória. Ela precisa ser pensada para desenvolver estrutura de resposta, capacidade de síntese e leitura adequada do comando da questão. Cada exercício deve revelar algo sobre o desempenho do candidato.
Os simulados, por sua vez, deixam de ser apenas um termômetro de nota e se tornam ferramentas de diagnóstico. É a partir deles que se identificam padrões de erro, fragilidades recorrentes e problemas de abordagem que dificilmente seriam percebidos apenas com estudo teórico.
Já o acompanhamento especializado funciona como um acelerador do processo. O olhar externo permite corrigir desvios, ajustar estratégias e evitar que o candidato permaneça preso a vícios que comprometem sua evolução. Nesse estágio, estudar sozinho tende a ser menos eficiente.
Avançar nos estudos para o CACD exige método, não apenas esforço
Persistir no mesmo modelo de estudo, esperando resultados diferentes, costuma prolongar a estagnação. Avançar nos estudos para o CACD implica reconhecer que cada fase da preparação exige ferramentas distintas.
Para quem já superou a etapa inicial, o desafio agora é transformar o estudo em resultado. Isso significa refinar, testar, corrigir e ajustar continuamente, com base em critérios claros e acompanhamento adequado.
Programa de Estudos Avançados (PEA): um caminho estruturado para avançar nos estudos para o CACD
O Programa de Estudos Avançados (PEA) foi elaborado exatamente para esse ponto da jornada. Ele não se destina a quem está começando, mas a quem já construiu uma base sólida e precisa avançar de verdade nos estudos para o CACD.
A proposta do PEA é orientar o candidato na transição entre o acúmulo de conhecimento e o desempenho de alto nível. O foco está na prática qualificada, no uso inteligente de simulados e no acompanhamento contínuo, sempre com atenção às exigências reais do concurso.
Mais do que estudar mais, o objetivo é estudar com direção. Cada atividade é pensada para gerar evolução mensurável, clareza estratégica e maior segurança na escrita e na argumentação.
Se você já passou da fase básica e sente que chegou o momento de dar um salto qualitativo na preparação, o próximo passo é estratégico.
Preparar-se para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é um projeto de longo prazo. Ainda assim, muitos candidatos iniciam essa jornada sem um planejamento claro, confiando apenas na motivação inicial ou na ideia de “ir estudando aos poucos”. O problema é que estudar para o CACD sem planejamento não apenas reduz a eficiência dos estudos, como pode custar anos de preparação — e, em muitos casos, levar à desistência.
Ao contrário do que parece, o maior obstáculo não é a dificuldade do conteúdo, mas a ausência de método. Sem um plano estruturado, o candidato até estuda bastante, mas avança pouco, revisa mal e não consegue mensurar sua própria evolução.
O custo invisível da falta de planejamento no CACD
Quando não há um planejamento bem definido, o estudo se torna reativo. O candidato estuda o que parece mais urgente no momento, alterna disciplinas sem critério e costuma priorizar aquilo com que tem mais afinidade. Com o tempo, surgem lacunas graves justamente nas matérias que mais pesam no concurso.
Além disso, a falta de planejamento compromete três pilares centrais da preparação para o CACD: constância, revisão e integração entre disciplinas. Sem constância, o estudo vira um ciclo de altos e baixos. Sem revisão, o conteúdo estudado se perde. Sem integração, o candidato não consegue conectar teoria, atualidades e prática discursiva, algo essencial nas provas.
O resultado é frustrante: muito esforço investido, mas pouca sensação de progresso real.
Planejamento não é rigidez, é estratégia
Existe um equívoco comum de que planejamento engessa o estudo ou tira a liberdade do candidato. Na prática, ocorre exatamente o oposto. Um bom planejamento oferece direção, reduz a ansiedade e permite ajustes conscientes ao longo do caminho.
Planejar significa saber:
quais disciplinas estudar em cada fase da preparação;
quanto tempo dedicar a cada uma delas;
quando revisar conteúdos já vistos;
como incorporar atualidades e exercícios discursivos à rotina.
Sem isso, o candidato corre o risco de passar meses — ou anos — estudando sem saber se está no caminho certo.
Por que o CACD exige um plano de longo prazo
O CACD não cobra apenas conhecimento, mas maturidade intelectual e domínio progressivo dos temas. Isso exige uma preparação que respeite etapas: construção de base teórica, consolidação, aprofundamento e treino intensivo.
Quem estuda para o CACD sem planejamento costuma pular etapas, o que gera insegurança e desempenho instável. Já quem segue um plano estruturado consegue distribuir o conteúdo ao longo do tempo, acompanhar sua evolução e corrigir falhas antes que se tornem crônicas.
É possível montar um planejamento sozinho? Sim. Mas isso exige experiência, conhecimento profundo do edital e capacidade de adaptação contínua. Para muitos candidatos, esse é justamente o ponto mais difícil.
Por isso, cursos específicos para candidatos iniciantes fazem tanta diferença. Eles oferecem um planejamento testado, organizado ao longo do ano, que considera o peso das disciplinas, o calendário provável do concurso e a necessidade de revisões constantes. Mais do que isso, oferecem orientação para que o candidato saiba onde focar em cada momento da preparação.
Estudar com método é ganhar tempo
No CACD, tempo é um recurso precioso. Um ano mal planejado pode significar dois ou três anos a mais de preparação. Por outro lado, estudar com método não garante aprovação imediata, mas aumenta significativamente as chances de evolução consistente e sustentável.
Planejamento não é promessa de facilidade. É compromisso com eficiência.
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Esse curso é ideal tanto para quem está começando do zero quanto para quem já estudou parte do edital e quer preencher lacunas, consolidar conhecimentos e ganhar consistência.
Quem estuda para concursos de alto nível, como o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), costuma alternar períodos de grande intensidade com longas pausas. Em alguns momentos, o estudo avança rapidamente; em outros, a rotina se rompe, surgem a culpa e a sensação de retrocesso.
Embora comum, esse padrão raramente gera evolução consistente.
A experiência prática e as pesquisas sobre aprendizagem indicam que a verdadeira progressão vem do estudo contínuo para concursos, aquele que se sustenta ao longo do tempo, respeita o ritmo do candidato e permite que o conhecimento seja construído de forma cumulativa. Mais do que estudar muito, trata-se de estudar sempre.
Estudo contínuo para concursos: o que isso significa na prática
O estudo contínuo não se confunde com jornadas exaustivas ou com a ideia de que é preciso estudar todos os dias por muitas horas. Na prática, ele está ligado à regularidade e à previsibilidade do contato com os conteúdos.
Mesmo sessões mais curtas, quando realizadas de forma constante, criam uma base de aprendizado muito mais sólida do que períodos intensos seguidos de interrupções prolongadas.
Essa regularidade evita o desgaste emocional dos recomeços frequentes. O candidato não precisa “retomar tudo do zero” a cada pausa, pois o estudo passa a ter continuidade lógica. Aos poucos, o conteúdo deixa de ser apenas acumulado e começa a se organizar de maneira estruturada.
Do ponto de vista cognitivo, o cérebro aprende melhor quando é exposto ao conteúdo de forma recorrente e espaçada.
O estudo contínuo para concursos favorece a consolidação da memória de longo prazo, reduz o esquecimento e permite revisões mais eficazes.
Quando o estudo ocorre por picos, há uma sobrecarga de informações em curto espaço de tempo. Isso gera a sensação de produtividade, mas nem sempre resulta em retenção duradoura.
Já a constância permite que o candidato volte aos mesmos temas sob novas perspectivas, aprofundando a compreensão e estabelecendo conexões entre diferentes áreas do conhecimento, algo essencial em provas objetivas e discursivas.
O impacto do estudo contínuo no emocional do candidato
A regularidade no estudo também produz efeitos importantes no aspecto emocional. Manter uma rotina previsível reduz a ansiedade e a sensação de atraso, muito comuns em processos longos de preparação. O candidato passa a perceber evolução mesmo em períodos sem edital aberto, o que fortalece a confiança no próprio percurso.
Com o tempo, o estudo deixa de depender exclusivamente de picos de motivação. Ele se integra à rotina e à identidade do candidato, diminuindo a autossabotagem e a comparação constante com outros concorrentes. A constância cria estabilidade emocional, um fator frequentemente negligenciado, mas decisivo em concursos de alto nível.
Estudo contínuo exige método, não apenas disciplina
Embora a disciplina seja importante, ela não é suficiente para sustentar o estudo ao longo do tempo.
O estudo contínuo para concursos exige método, planejamento e critérios claros de prioridade. Sem isso, o candidato tende a dispersar esforços, acumular leituras excessivas e ter dificuldade para distinguir o que é central do que é acessório.
A ausência de um método torna a constância frágil. Pequenas interrupções ganham proporções maiores, e o estudo passa a ser guiado mais pela urgência do que por uma estratégia de longo prazo.
Por isso, a organização do estudo não é um detalhe: ela é o que torna a continuidade possível.
Como transformar o estudo contínuo em um projeto de longo prazo
Transformar o estudo para o CACD em um projeto de longo prazo significa compreender que a aprovação é consequência de um processo bem estruturado, e não de esforços pontuais.
Programas organizados ajudam o candidato a manter regularidade, orientar leituras e aprofundar o contato com os temas mais relevantes da prova.
O Programa de Estudos Avançados (PEA) foi concebido a partir dessa lógica. Ele é voltado para candidatos que estudam para o CACD e desejam superar o estudo fragmentado e construir uma trajetória contínua, consistente e intelectualmente madura.
Se você sente que já estudou muito, mas de forma dispersa, talvez o próximo passo seja organizar esse esforço em um caminho sustentável.
O início de um novo ano costuma vir acompanhado de uma sensação de recomeço. É o momento em que metas são revistas, hábitos são reorganizados e decisões importantes voltam ao centro das atenções. Para quem se prepara para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), esse período é especialmente estratégico.
Depois de semanas (ou até meses) com a rotina desorganizada, retomar o ritmo de estudos exige mais do que motivação. Um planejamento de estudos para o CACD bem estruturado é o que transforma intenção em constância e permite avançar com mais segurança ao longo do ano.
Por que o início do ano é decisivo para quem estuda para o CACD
O CACD é um projeto de longo prazo e, justamente por isso, não comporta improvisos. O início do ano oferece uma vantagem concreta: a possibilidade de organizar o tempo com menos interferências externas e com maior clareza de objetivos.
Planejar agora permite distribuir melhor as disciplinas ao longo dos meses, evitar ciclos de estudo excessivamente pesados e construir uma rotina que seja sustentável.
Quem começa o ano sem direção tende a gastar energia tentando se reorganizar constantemente; quem planeja, avança com mais estabilidade.
Retomar a rotina de estudos no CACD: por onde começar
Antes de montar horários detalhados ou escolher novos materiais, é importante fazer uma avaliação honesta do momento atual da preparação.
Retomar a rotina não significa começar do zero, mas entender quais conteúdos precisam de mais atenção e quanto tempo de estudo é, de fato, viável dentro da sua realidade.
Esse diagnóstico inicial ajuda a evitar comparações improdutivas e planos irreais. Cada candidato tem um ritmo, uma base diferente e um contexto próprio, e o planejamento precisa refletir isso.
Planejamento anual: o que não pode faltar no CACD
Um bom planejamento de estudos para o CACD deve equilibrar visão de longo prazo e flexibilidade. Mesmo sem edital publicado, é possível organizar o ano em grandes etapas, como consolidação teórica, aprofundamento dos conteúdos e períodos regulares de revisão.
Outro ponto fundamental é a constância. Em geral, estudar menos horas por dia, mas de forma regular, produz resultados mais sólidos do que rotinas intensas que duram poucas semanas.
Além disso, o planejamento deve prever ajustes ao longo do caminho, já que imprevistos fazem parte da jornada de quem estuda para um concurso tão exigente.
Organização e foco: o papel da rotina
A rotina é o que sustenta o planejamento no dia a dia. Quando o estudo passa a ser um hábito, e não uma decisão que precisa ser tomada diariamente, a chance de interrupções diminui significativamente.
Criar estruturas simples, como um horário fixo para iniciar os estudos, um local definido e metas claras para cada sessão, ajuda a reduzir o desgaste mental e a manter o foco.
Mais importante do que acumular horas é estudar com direção e clareza de objetivos.
Um erro bastante frequente nesse período é tentar abraçar tudo ao mesmo tempo. Muitos candidatos ao CACD começam o ano reunindo uma grande quantidade de materiais, cursos e cronogramas complexos, acreditando que isso aumentará as chances de aprovação.
Na prática, a falta de orientação costuma gerar frustração e abandono precoce.
O problema não está na ambição, mas na ausência de um plano coerente com as exigências do CACD e com a realidade do candidato.
Como o curso Extensivo CACD 2026 pode ajudar no seu planejamento
Para quem deseja transformar o início do ano em um ponto de virada na preparação, contar com um curso estruturado faz toda a diferença. O Curso Extensivo CACD 2026 foi desenvolvido para oferecer um planejamento anual alinhado às demandas do CACD, com organização clara das disciplinas e progressão consistente dos conteúdos.
Em vez de perder meses ajustando a rota por tentativa e erro, o aluno passa a estudar com um caminho definido desde o início, ganhando tempo, foco e segurança.
A preparação para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) exige mais do que esforço concentrado em períodos específicos. Trata-se de um projeto de longo prazo, que demanda organização, método e, sobretudo, continuidade.
Muitos candidatos até começam motivados, mas encontram dificuldade em manter o ritmo ao longo dos meses, o que gera a sensação constante de estar sempre recomeçando.
Organizar estudos contínuos é o que permite transformar o tempo investido em acúmulo real de conhecimento. Neste texto, discutimos como estruturar essa constância de forma prática, realista e compatível com a rotina de quem estuda para o CACD.
Um erro comum é associar estudo contínuo a jornadas exaustivas de várias horas por dia. Na prática, a continuidade está muito mais ligada à regularidade do que à quantidade de tempo dedicado em um único dia. Estudar continuamente significa manter contato frequente com o conteúdo, mesmo em semanas mais cheias ou em dias menos produtivos.
No contexto do CACD, isso envolve preservar o vínculo com as disciplinas, revisitar conteúdos já estudados e acompanhar as atualidades de maneira constante.
O objetivo não é estudar no limite, mas criar um ritmo que possa ser mantido ao longo do tempo, sem desgaste excessivo.
Planejamento realista: o que cabe na sua rotina
Um planejamento eficiente para o CACD precisa ser compatível com a vida real do candidato. Rotinas de trabalho, compromissos pessoais e limitações físicas e mentais fazem parte do processo e não podem ser ignoradas.
Um cronograma excessivamente rígido tende a fracassar justamente por não se adaptar a essas variáveis.
Planejar a semana, em vez de focar apenas em metas mensais, ajuda a manter o controle do estudo e a ajustar o ritmo quando necessário. Ao aceitar que nem todos os dias serão igualmente produtivos, o candidato reduz a frustração e aumenta as chances de manter a regularidade ao longo do tempo.
Diante da extensão do conteúdo cobrado no CACD, abandonar disciplinas por longos períodos costuma gerar retrabalho e insegurança. Uma organização eficiente passa por uma rotação equilibrada das matérias, garantindo que todas sejam revisitadas ao longo da preparação, ainda que com intensidades diferentes.
Alternar disciplinas mais densas com outras de leitura mais leve contribui para a manutenção do foco e reduz o cansaço mental.
Além disso, manter contato regular com matérias de base evita que o candidato precise retomar conteúdos extensos do zero em fases mais avançadas da preparação.
Atualidades como hábito, não como corrida contra o tempo
Atualidades ocupam um espaço central no CACD e não podem ser tratadas como um conteúdo episódico.
A tentativa de “colocar tudo em dia” em períodos curtos costuma gerar ansiedade e uma compreensão superficial dos temas.
O acompanhamento contínuo das notícias permite que o candidato desenvolva familiaridade com os assuntos, identifique conexões entre eventos e construa repertório analítico ao longo do tempo. Quando as atualidades se tornam parte da rotina de estudo, o esforço se dilui e os resultados tendem a ser mais consistentes.
Revisão: onde o estudo se consolida
Sem revisão, o estudo perde profundidade e continuidade. É no retorno periódico aos conteúdos que o aprendizado se consolida e ganha sentido.
Revisar não significa apenas reler anotações, mas revisitar os temas de forma ativa, conectando-os a novos conteúdos e a acontecimentos recentes.
A revisão regular no CACD ajuda a reduzir a sensação de esquecimento constante e permite que o candidato avance com mais segurança, evitando lacunas que podem comprometer o desempenho nas provas discursivas e objetivas.
A preparação para o CACD envolve inevitavelmente oscilações de motivação. Haverá períodos de maior entusiasmo e outros marcados por cansaço, dúvidas ou desânimo.
Reconhecer essas oscilações como parte do processo é fundamental para não abandonar o projeto.
Criar rotinas e sistemas de estudo é mais eficaz do que depender exclusivamente da motivação. A constância se constrói justamente nos momentos em que estudar parece mais difícil, e não apenas nos dias de maior disposição.
Estudar melhor para estudar sempre
Organizar estudos contínuos para o CACD é uma escolha estratégica. Trata-se de estudar com método, visão de longo prazo e capacidade de adaptação, sem perder o vínculo com a preparação mesmo diante de obstáculos.
A continuidade transforma esforço em progresso acumulado. É ela que permite que o candidato avance de forma consistente, sem a necessidade constante de recomeçar.
Lista de Espera – Programa de Estudos Avançados (PEA) 2026
Se a sua preparação para o CACD já avançou além do básico e você sente que precisa aprofundar seu estudo, ganhar consistência e praticar de forma estratégica, o Programa de Estudos Avançados (PEA) 2026 é o próximo passo ideal.
O PEA foi desenvolvido para quem já domina a base do edital e busca evoluir de forma contínua ao longo do ano, passando por todos os macrotemas com ritmo organizado e foco na prática — exatamente o que uma preparação sólida para a diplomacia exige.
O ano de 2025 foi intenso para a política internacional. Conflitos prolongados, disputas comerciais, crises climáticas e mudanças no equilíbrio de poder dividiram espaço com protestos sociais, avanços tecnológicos e movimentos de realinhamento global. Para quem acompanha atualidades — especialmente com foco no CACD —, entender esses acontecimentos é essencial.
A seguir, reunimos os principais fatos internacionais de 2025, com um olhar analítico, direto e conectado aos debates centrais da agenda global.
O retorno de Trump e a virada na política externa dos EUA
A volta de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025, redefiniu o papel dos Estados Unidos no sistema internacional. Fiel ao lema America First, o presidente apostou em decretos, confrontou a Justiça, atacou adversários políticos e intensificou o embate com a imprensa. Políticas de diversidade foram revistas e a atuação diplomática passou a ser mais errática e imprevisível.
No plano externo, os EUA adotaram uma postura abertamente unilateral, distanciando-se do multilateralismo e da ordem liberal construída no pós-1945. As tarifas tornaram-se o principal instrumento da política externa americana.
O marco dessa estratégia foi o chamadoLiberation Day, em 2 de abril, quando Trump anunciou tarifas “recíprocas” com critérios considerados arbitrários. Mais do que uma ferramenta econômica, as tarifas passaram a funcionar como mecanismo de pressão política.
O Brasil foi diretamente afetado, mesmo com superávit comercial dos EUA, em meio a debates sobre desdolarização, ao contexto político interno brasileiro e à realização da cúpula do BRICS no Rio de Janeiro. Japão, Coreia do Sul e União Europeia também fecharam acordos vistos como desfavoráveis, assumindo grandes compromissos de investimento nos Estados Unidos.
Comércio internacional e guerra de tarifas
A política tarifária dos EUA teve impactos globais. Trump impôs novas taxas sobre importações e mirou setores estratégicos como aço, alumínio e cobre. Em resposta, países ameaçaram retaliações, dando início a negociações duras.
Acordos com a União Europeia e com a China, fechados em outubro, ajudaram a reduzir tensões e evitar uma escalada maior na guerra comercial. Já as negociações com México e Canadá travaram, evidenciando os limites da estratégia bilateral americana.
Pressionado pelo custo de vida nos Estados Unidos, o governo recuou parcialmente e retirou tarifas sobre alguns alimentos, como café e carne bovina.
Gaza, Oriente Médio e tensões regionais persistentes
A pressão diplomática americana contribuiu para um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, dois anos após o início da guerra na Faixa de Gaza, desencadeada pelos ataques de 7 de outubro de 2023. A trégua permitiu a retirada parcial das tropas israelenses, a troca de reféns e a ampliação da ajuda humanitária — ainda insuficiente, segundo a ONU.
A segunda fase do acordo, que prevê a desmilitarização de Gaza, seguiu travada, enquanto Israel e Hamas trocaram acusações de violações do cessar-fogo. Paralelamente, as tensões regionais continuaram: Israel atacou alvos do Hezbollah no Líbano, bombardeou instalações iranianas após um conflito de curta duração e realizou operações contra lideranças do Hamas fora do território palestino.
EUA e América Latina: segurança, sanções e a volta da Doutrina Monroe
Em 2025, Washington ampliou significativamente sua presença militar no litoral da América Latina, sob o argumento de combate ao narcotráfico. Operações no Caribe e no Pacífico deixaram mais de 100 mortos e geraram críticas de organismos internacionais.
A Venezuela tornou-se o principal foco de tensão. O governo Maduro acusou os EUA de usar o combate às drogas como pretexto para desestabilizar o país e controlar suas reservas de petróleo. Washington apreendeu petroleiros, anunciou um bloqueio total a navios sancionados e ofereceu uma recompensa milionária pela captura do presidente venezuelano.
Esse movimento foi interpretado como uma retomada explícita da lógica da Doutrina Monroe, agora reinterpretada como um “Corolário Trump”, com o objetivo de conter a influência chinesa no hemisfério ocidental.
Ucrânia: negociações sem acordo e guerra prolongada
O segundo mandato de Trump também marcou tentativas de mediação no conflito entre Rússia e Ucrânia. Ao longo do ano, o presidente americano alternou gestos de aproximação e críticas tanto a Vladimir Putin quanto a Volodimir Zelensky, alimentando receios em Kiev de um acordo imposto nos termos de Moscou.
Conversas diretas entre russos e ucranianos, uma cúpula entre Trump e Putin no Alasca e planos apresentados por Washington não conseguiram destravar o conflito. O principal impasse permaneceu o controle dos territórios ocupados.
No campo de batalha, a Rússia avançou lentamente no leste da Ucrânia e intensificou ataques à infraestrutura energética, enquanto Kiev respondeu com ofensivas contra alvos estratégicos em território russo.
Um novo papa e sinais de continuidade
A Igreja Católica viveu um momento histórico em 2025 com a eleição de Robert Francis Prevost como o primeiro papa americano, adotando o nome de Leão XIV. Nascido em Chicago e com nacionalidade peruana, teve longa trajetória missionária na América Latina.
Seu pontificado indicou continuidade com a agenda social de Francisco, com ênfase nos pobres, nos migrantes e na pauta ambiental. Ao mesmo tempo, o novo papa fez gestos aos setores conservadores e adotou cautela em temas sensíveis dentro da Igreja.
A geração Z nas ruas
Jovens da geração Z protagonizaram protestos em diferentes regiões do mundo. As mobilizações miraram a corrupção, a precarização da vida, a insegurança e restrições às liberdades civis.
Manifestações no Peru, no Marrocos, no Nepal, em Madagascar e na Tanzânia tiveram desfechos variados, indo de promessas de reformas sociais à queda de governos. Em muitos casos, a repressão violenta ampliou o alcance e o significado político dos protestos.
A bandeira pirata do mangá One Piece tornou-se um símbolo global da resistência contra a opressão.
Inteligência artificial: crescimento acelerado e novos riscos
A corrida pela inteligência artificial avançou rapidamente em 2025. De acordo com o Gartner, empresa norte-americana de consultoria, osinvestimentos globais chegaram a US$ 1,5 trilhão, e empresas do setor atingiram avaliações recordes, levantando temores sobre uma possível bolha especulativa.
Ao mesmo tempo, cresceram preocupações com desinformação, direitos autorais, impactos no mercado de trabalho e riscos associados ao uso de chatbots. Casos polêmicos impulsionaram novas regulações, especialmente nos Estados Unidos.
Crise climática: o novo normal
Eventos climáticos extremos marcaram o ano. Furacões no Caribe, tufões no Sudeste Asiático, incêndios florestais na Europa e nos Estados Unidos e inundações em diversas regiões reforçaram os alertas da comunidade científica.
As mudanças climáticas deixaram de ser episódios isolados e passaram a moldar agendas políticas, econômicas e humanitárias em escala global.
Política externa brasileira em 2025
O Brasil manteve uma política externa baseada na defesa do multilateralismo, do direito internacional e da autonomia estratégica. O país buscou ampliar seu protagonismo global, defendendo a reforma da governança internacional e soluções negociadas para conflitos.
A diplomacia com o Sul Global foi reforçada, com maior aproximação da América Latina, da África e da Ásia. o plano multilateral, o Brasil exerceu a presidência pro tempore do MERCOSUL e do BRICS.
A diplomacia ambiental ganhou peso como elemento-chave da imagem internacional do país, além da recepção brasileira na COP30.
Na área econômica, o Brasil trabalhou para fortalecer o Mercosul, avançar em negociações comerciais estratégicas e diversificar parcerias em um cenário global marcado por tensões e protecionismo.
Quer acompanhar as atualidades sem se perder no excesso de informação?
A retrospectiva de 2025 revela um sistema internacional mais fragmentado, competitivo e instável. Para quem estuda atualidades e se prepara para o CACD, acompanhar esses movimentos é fundamental para entender não apenas os fatos, mas as tendências que moldam o mundo contemporâneo.
O mundo muda rápido e acompanhar tudo sozinho é quase impossível.
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Selecionamos os principais fatos do Brasil e do mundo para ajudar você a se manter atualizado, ganhar repertório e estudar com mais estratégia.