Skip to content

CNU Bloco 3: órgãos participantes, número de vagas e como se preparar para 2025

Capa - Blog - CNU Bloco 3

Se você está de olho nas oportunidades do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025, entender como funciona o Bloco 3 é essencial. Embora o edital ainda não tenha sido publicado, já existem informações oficiais e tendências claras que permitem antecipar muita coisa sobre as vagas, os conteúdos da prova e o perfil dos cargos.

Neste texto, o Clipping reuniu tudo o que já sabemos sobre o Bloco 3, com uma análise objetiva e atualizada para ajudar você a direcionar sua preparação desde já.

Você vai ver esse post:

O que é o Bloco 3 do CNU?

O Bloco 3 do Concurso Nacional Unificado (CNU) reúne cargos voltados para a área de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário. Trata-se de um dos blocos temáticos com perfil técnico mais especializado dentro do certame.

Na edição de 2024, o Bloco 3 concentrou vagas para órgãos de grande relevância estratégica para o desenvolvimento sustentável e o setor agroambiental no Brasil.

Quais órgãos fazem parte do Bloco 3?

Com base nos dados oficiais da edição anterior, o Bloco 3 abrangeu os seguintes órgãos:

  • Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA)
  • Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
  • Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)
  • Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA)
  • Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)

Embora o CNU 2025 ainda não tenha divulgado seu edital, a expectativa é que esses órgãos se mantenham dentro do Bloco 3, com possível inclusão de novas instituições que atuem nas mesmas áreas temáticas.

Quais áreas e perfis de formação estão contemplados?

O Bloco 3 historicamente demanda profissionais com formação superior em campos relacionados a:

  • Engenharia Agronômica
  • Engenharia Florestal
  • Biologia
  • Ciências Ambientais
  • Geografia
  • Engenharia Ambiental
  • Direito (para áreas de regulação ambiental e fundiária)
  • Gestão Ambiental
  • Ciências Sociais (em cargos com foco em políticas públicas rurais ou fundiárias)

Além disso, alguns cargos exigem conhecimentos específicos em áreas como legislação ambiental, políticas de desenvolvimento agrário e gestão de unidades de conservação.

Essa configuração faz do Bloco 3 uma excelente oportunidade para profissionais com perfil técnico, voltados a questões ambientais, agrárias e de sustentabilidade.

Quantas vagas o Bloco 3 deve oferecer no CNU 2025?

Embora o edital oficial do CNU 2025 ainda não tenha sido publicado, já existe uma previsão bastante sólida sobre a quantidade de vagas para o Bloco 3. De acordo com os dados divulgados pelo próprio Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), o Bloco 3 deve contar com aproximadamente 530 vagas nesta segunda edição do concurso.

Comparativo com o CNU 2024

Para entender melhor esse número, vale olhar para a edição anterior. No CNU 2024, o Bloco 3 ofereceu cerca de 530 vagas, distribuídas principalmente entre o Ibama, o ICMBio, o Incra, o MMA e o MDA.

Ou seja: o volume de vagas para 2025 tende a ser muito semelhante ao do ano passado. Isso reforça o caráter contínuo do processo de recomposição de pessoal nas áreas ambientais e agrárias do Governo Federal.

Expectativas realistas para esta edição

Até o momento, não há sinalização de que o número de vagas vá aumentar significativamente em relação ao CNU 2024. A tendência, segundo especialistas em concursos federais, é de manutenção da quantidade de vagas, com eventuais ajustes pontuais conforme a necessidade dos órgãos.

Além disso, é importante lembrar que o CNU faz parte de uma política de recrutamento centralizado e gradual. Assim, quem estiver mirando o Bloco 3 precisa se preparar com base nas características da última edição, até que o novo edital traga os detalhes definitivos.

Como foi a estrutura da prova do Bloco 3 no CNU 2024?

Entender como foi a estrutura da prova do Bloco 3 na primeira edição do CNU é um excelente ponto de partida para quem está se preparando para 2025. Embora o próximo edital ainda não tenha sido publicado, o modelo de 2024 serve como a principal referência até o momento.

Disciplinas de Conhecimentos Gerais

Para todos os cargos de nível superior do Bloco 3, o CNU 2024 cobrou um conjunto de disciplinas comuns, conhecidas como Conhecimentos Gerais. As matérias foram:

  • Políticas Públicas
  • Ética e Integridade
  • Administração Pública Federal
  • Finanças Públicas
  • Diversidade e Inclusão
  • Desafios do Estado de Direito

Essas disciplinas seguem a lógica dos conteúdos transversais defendidos pela ENAP e reafirmados pela Ministra Esther Dweck como essenciais para o serviço público federal.

Disciplinas de Conhecimentos Específicos

A parte de Conhecimentos Específicos variou conforme o órgão e o cargo de cada candidato dentro do Bloco 3.

Por exemplo:

  • Para os cargos do Ibama e ICMBio, o foco foi em áreas como Meio Ambiente, Legislação Ambiental e Gestão Ambiental.
  • Já para os cargos do Incra, os conteúdos foram mais voltados para Reforma Agrária, Políticas Agrárias e temas relacionados ao desenvolvimento rural.
  • Os cargos ligados ao MDA e ao MMA também tiveram especificidades em políticas públicas setoriais.

Peso da prova objetiva e da discursiva

A distribuição de peso entre a prova objetiva e a discursiva seguiu o padrão geral do CNU:

  • Prova Objetiva: 70% da nota final (dividida entre Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos, com peso maior para os específicos).
  • Prova Discursiva: 30% da nota final.

Vale lembrar: no CNU, a prova discursiva só foi corrigida para os candidatos melhor classificados na objetiva, dentro do número de vagas definido para correção.

Esse modelo de estrutura deve se repetir em 2025, com possíveis ajustes finos feitos pela nova banca, a FGV.

O que esperar do Bloco 3 no CNU 2025?

Com a proximidade do novo edital, é natural que os candidatos ao Bloco 3 queiram entender o que pode mudar e o que deve permanecer em relação à edição de 2024. Embora as informações oficiais ainda sejam limitadas, alguns cenários já podem ser traçados com base nas declarações do MGI, nas diretrizes da ENAP e na escolha da nova banca, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Tendências de manutenção ou mudança nas disciplinas

Tudo indica que a estrutura de Conhecimentos Gerais será mantida, seguindo o modelo de conteúdos transversais já confirmado como prioridade pela Ministra Esther Dweck. Ou seja, as seis disciplinas básicas que foram cobradas em 2024 devem continuar:

  • Políticas Públicas
  • Ética e Integridade
  • Administração Pública Federal
  • Finanças Públicas
  • Diversidade e Inclusão
  • Desafios do Estado de Direito

Quanto aos Conhecimentos Específicos, a expectativa é que cada órgão dentro do Bloco 3 continue com foco nas suas áreas finalísticas. Para o Ibama e o ICMBio, por exemplo, a tendência é manter o foco em Meio Ambiente e Legislação Ambiental. Já o Incra, o MDA e o MMA devem manter conteúdos relacionados a políticas agrárias, desenvolvimento rural e gestão territorial.

Algumas pequenas atualizações ou ajustes podem ocorrer, especialmente na forma de abordagem dos temas, mas a base deve ser semelhante à de 2024.

Impacto da escolha da FGV como banca organizadora

A definição da FGV como banca do CNU 2025 traz um ponto de atenção importante para os candidatos.

A FGV tem um histórico de elaborar provas mais densas, com enunciados longos e foco na interpretação de textos complexos. Além disso, é conhecida por exigir uma abordagem interdisciplinar nas questões, cobrando do candidato não apenas o conhecimento teórico, mas também a capacidade de aplicar conceitos a situações práticas.

Na parte de Língua Portuguesa, caso essa disciplina apareça nos Conhecimentos Gerais (o que é possível, já que existe expectativa de inclusão), o padrão da FGV é trabalhar com questões que exigem interpretação detalhada de textos e domínio gramatical acima da média.

Como deve ser a prova discursiva para os cargos do Bloco 3

A prova discursiva do Bloco 3 provavelmente seguirá a mesma lógica aplicada no CNU 2024: temas interdisciplinares e alinhados às áreas de atuação dos órgãos.

O candidato pode esperar:

  • Redações com abordagem técnico-social, abordando questões ambientais, de sustentabilidade, gestão de políticas públicas ou reforma agrária, dependendo do órgão.
  • Estudos de caso, especialmente para cargos com perfil mais operacional ou de gestão.
  • Correção rigorosa, com atenção à capacidade de argumentação, estrutura textual e domínio do conteúdo, seguindo o padrão FGV.

Além disso, como já anunciado oficialmente, a discursiva será aplicada em uma data separada da prova objetiva, o que reforça a sua importância estratégica.

Quem pretende concorrer ao Bloco 3 deve, portanto, incluir desde já um preparo específico para a prova discursiva, com foco nos grandes temas sociais, ambientais e de desenvolvimento rural.

Como se preparar para o Bloco 3 antes da publicação do edital?

A preparação antecipada é, sem dúvida, um dos maiores diferenciais para quem deseja conquistar uma vaga no Bloco 3 do CNU 2025. Mesmo antes da divulgação oficial do edital, já é possível estruturar um plano de estudos inteligente e bem direcionado.

Quais matérias priorizar desde já?

Comece pelas disciplinas de Conhecimentos Gerais, que têm grande chance de serem mantidas. São conteúdos transversais, comuns a todos os blocos e já confirmados como prioridade pelo MGI:

  • Políticas Públicas
  • Ética e Integridade
  • Administração Pública Federal
  • Finanças Públicas
  • Diversidade e Inclusão
  • Desafios do Estado de Direito

Além disso, se você já tem clareza sobre o órgão ou cargo de interesse dentro do Bloco 3 (Ibama, ICMBio, Incra, etc.), vale incluir no seu cronograma os principais temas de Conhecimentos Específicos com base no que foi cobrado em 2024. Por exemplo:

  • Para o Ibama e ICMBio: legislação ambiental, gestão de recursos naturais, políticas de sustentabilidade.
  • Para o Incra: reforma agrária, desenvolvimento territorial, políticas públicas agrárias.

Estratégias de estudo para a parte objetiva

A escolha da FGV como banca organizadora exige uma mudança de postura na preparação. Não basta decorar conteúdo. É fundamental trabalhar as seguintes frentes:

  • Foco na compreensão textual: A FGV costuma elaborar questões com enunciados longos e pegadinhas conceituais.
  • Exercícios com provas anteriores da FGV: Isso ajuda a entender o perfil da banca e evita surpresas na prova.
  • Estudo ativo: Leia, resuma, faça mapas mentais e resolva questões logo após revisar a teoria. O volume de conteúdo e o estilo interdisciplinar da FGV exigem que o estudo seja o mais dinâmico possível.

Como se preparar para a prova discursiva

A discursiva terá peso real na sua classificação final. Por isso:

  • Treine a escrita desde já: Redações expositivas e argumentativas sobre políticas públicas, meio ambiente, desenvolvimento rural e inclusão social devem fazer parte do seu treino semanal.
  • Simule situações reais de prova: Reserve tempo para produzir textos completos no tempo limite.
  • Revise constantemente: Analise suas redações anteriores, identifique os principais erros e foque na melhoria contínua.

Lembre-se: com a discursiva e a objetiva acontecendo em datas diferentes, você terá uma nova janela de preparação entre as duas provas. Isso significa que a base construída agora será essencial para garantir um bom desempenho nas duas etapas.

Conclusão

O Bloco 3 do CNU 2025 representa uma chance concreta de ingresso em carreiras ligadas a políticas públicas ambientais e agrárias, com boa oferta de vagas e atuação estratégica para o Estado brasileiro. Quem começa a preparação agora larga com vantagem real sobre a concorrência.

E se você busca uma oportunidade ainda mais inédita e promissora dentro desse CNU, vale a pena conhecer o novo cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) – uma das carreiras mais comentadas desta edição.

👉 Clique aqui e saiba tudo sobre o ATJD

Curso Preparatório ATJD no post sobre bloco 3 do CNU

Últimos posts

Capa - blog - cacd no improviso

CACD não se vence no improviso: por que um curso extensivo faz diferença

Quem começa a estudar para o CACD quase sempre parte da mesma situação: muito material disponível, pouco tempo
capa - blog - edital cacd 2026

Edital CACD 2026: Análise completa

Após dois dias desde a divulgação do Termo de Referência anunciando o CEBRASPE como banca do CACD 2026,
Capa - blog - revisão CACD 2026

Revisão CACD 2026: por que a fase final pode definir sua aprovação

Quem está se preparando para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) sabe que a fase
No results found.

Descubra mais sobre Clipping CACD

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading

Quero a ementa completa!

Quero a ementa completa!

Quero a ementa completa!