Preparar-se para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é um exercício de estratégia, disciplina e escolha inteligente de prioridades. No entanto, ao longo da trajetória, muitos candidatos carregam crenças enraizadas e “atalhos” que, longe de ajudar, atrasam a aprovação. Este post desmonta os principais mitos do CACD e mostra práticas concretas para você transformar esforço em resultado.
A mente humana sempre busca por atalhos, no estudo, isso se torna uma busca por fórmulas mágicas.
Quando você aceita um mito como verdade, você perde tempo testando soluções ineficazes, sofre desgaste emocional e cria rotinas que não entregam aprendizado real.
No concurso de diplomacia, os resultados vêm de um ciclo bem executado:
Vamos limpar o terreno para que seu processo de preparação seja mais racional e eficiente.
Mito 1: “Só passa quem é gênio”
Realidade: inteligência bruta ajuda, mas não é determinante.
A aprovação no CACD depende muito mais de método do que de talento inato. Consistência, escolha de materiais corretos, resolução de questões e feedback efetivo compensam largamente o que a “genialidade” não oferece.
Histórias de candidatos que começaram do zero e passaram com rotina disciplinada não são exceções, são regras.
O que fazer: construa um plano de estudo realista, registre progresso (por temas e por tipos de questão) e foque em corrigir padrões de erro. O progresso acumulado vence o talento isolado.
Mito 2: “Preciso estudar 12 horas por dia para competir”
Realidade: volume sem qualidade gera exaustão e pouco retorno.
Horas longas podem ser necessárias quando há disponibilidade de tempo e até durante as revisões, mas estudar por muitas horas todos os dias sem estratégia reduz a retenção.
A preparação inteligente prioriza sessões focadas, revisões espaçadas e prática ativa, sendo mais efetiva que as maratonas improdutivas.
O que fazer: prefira sessões de 60–90 minutos com objetivo claro (ler um autor, resolver x questões, revisar um resumo). Intercale com pausas e use revisões programadas (por exemplo, técnica de repetição espaçada) para fixar conteúdo.
Mito 3: “Sem cursinho presencial não passo”
Realidade: o formato importa menos que a qualidade da orientação e a sua disciplina.
Cursinhos presenciais oferecem estrutura e contato direto com professores, mas cursos online, plataformas e materiais bem selecionados permitem igual, e às vezes maior, flexibilidade e alcance de conteúdo.
O que faz falta para muitos é o método, não o formato!
O que fazer: escolha recursos que tragam explicações claras, mapas mentais, bibliografia compatível com o edital e, principalmente, oportunidades de resolução de questões e simulados. Combine aulas (quando úteis) com muita prática autônoma.
Esses mitos do CACD ainda confundem muitos candidatos e criam uma sensação de que a aprovação é reservada a poucos. A verdade é que a preparação para o concurso de diplomata depende de constância, não de perfeição.
Mito 4: “Tenho que dominar 100% do conteúdo antes de começar a resolver questões”
Realidade: aprender só lendo não é suficiente; fazer questões desde cedo acelera o aprendizado.
Estudar sem testar é como treinar sem competir: você não sabe onde erra. Resolver questões ilumina pontos fracos, obriga a aplicação prática da teoria e condiciona o raciocínio para o formato do concurso.
O que fazer: desde as primeiras semanas, inclua questões de nível básico e médio. Use os erros como roteiro para revisão, não como pretexto para desistir. Gradualmente aumente a dificuldade e incorpore simulados cronometrados.
Mito 5: “É tarde demais para começar”
Realidade: idade ou ponto de partida não definem possibilidade de aprovação.
Apesar desse mito do CACD, muitos concurseiros iniciam em fases distintas da vida: recém-formados, profissionais em transição, ou candidatos mais maduros. O que importa é planejamento, realismo e consistência.
O concurso de diplomacia valoriza o preparo intelectual e a capacidade de articulação, habilidades que podem ser construídas em qualquer idade.
O que fazer: faça um diagnóstico honesto (quanto tempo diário consegue dedicar, pontos fortes/ fracos), monte um cronograma e divida a preparação em ciclos (fundamentação, consolidação, revisão). Pequenas vitórias semanais mantêm a motivação.
Mito 6: “Focar só em teoria basta, redação virá com treino intuitivo”
Realidade: redação exige técnica, repertório e treino específico.
A prova discursiva do concurso de diplomata pede clareza, argumentação consistente, domínio de repertório sociopolítico e domínio da norma culta. Treinar sem feedback apropriado gera ciclos de erro.
O que fazer: escreva com regularidade, peça correções (professor, grupo de estudos ou plataforma com correção), estude modelos de redação e pratique organização de ideias e estrutura de parágrafos. Trabalhe também leitura crítica para alimentar o repertório.
Mito 7: “Se eu seguir a mesma estratégia dos aprovados no passado, estou garantido”
Realidade: copiar sem adaptar ao seu perfil e ao edital é arriscado.
Estratégias vencedoras são valiosas, mas precisam ser personalizadas. Cada edital pode mudar alguns detalhes; cada candidato tem ritmo, disponibilidade e bagagem distintos.
O que fazer: inspire-se em rotinas de aprovados, mas faça adaptações, ajuste a carga horária, cronograma e recursos com base em testes práticos e indicadores pessoais (porcentagem de acerto, tempo de prova, temas problemáticos).
Como transformar crença em prática: um guia rápido (sem fórmulas mágicas)
Diagnóstico inicial: faça um simulado para avaliar seu nível real em cada disciplina.
Plano modular: divida o estudo em blocos temáticos mensuráveis (ex.: História contemporânea — 4 semanas).
Prática ativa: resolva questões e escreva redações desde cedo.
Revisão deliberada: use revisões espaçadas, resumos pessoais e flashcards.
Feedback contínuo: corrija as redações e resolva questões com gabarito comentado.
Simulados periódicos: pratique em condições de prova para ajustar tempo e estratégia.
Esses passos substituem mitos por processos que comprovadamente melhoram a performance.
Deixe os mitos do CACD para trás
Deixar um mito para trás é mais fácil quando você sabe pelo que substituí-lo. O CACD tem uma lógica própria — de edital, de banca, de preparo — e entendê-la desde o início evita meses de esforço mal direcionado.
Se você está começando a pensar na carreira diplomática, o próximo passo é ter clareza sobre o que o concurso realmente exige: o que estudar, por onde começar e como organizar a preparação.
Estudar para o Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD) é um projeto de longo prazo e, como todo projeto grande, exige método. Entre tantas disciplinas, aulas, PDFs e resumos, é fácil se perder no meio do material, por isso você precisa organizar os seus materiais.
A boa notícia é que uma organização bem pensada pode transformar completamente a sua rotina: reduz o tempo perdido procurando conteúdo, evita retrabalho e ajuda a manter o foco no que realmente importa: aprender.
Mais do que uma questão de ordem, organizar seus materiais é uma estratégia de eficiência. Neste texto, você vai entender como criar um sistema simples, funcional e sustentável para otimizar seus estudos desde o início.
Antes de começar a colocar tudo em pastas ou aplicativos, é importante entender o que exatamente você vai organizar.
Estudar para o CACD envolve uma variedade enorme de recursos: aulas em vídeo, apostilas, resumos, provas anteriores, mapas mentais, redações corrigidas, planilhas de controle e muito mais.
O primeiro passo é fazer um levantamento de tudo o que você tem e decidir o que realmente vale a pena manter. Muitos candidatos acumulam materiais desnecessários e acabam sobrecarregando o próprio sistema.
Aqui, menos pode ser mais: prefira qualidade e atualidade ao volume.
Crie um sistema de organização digital (e física, se necessário)
Com o que vale manter definido, chega a hora de estruturar onde e como esses materiais serão guardados. O ideal é centralizar tudo em um sistema digital de fácil acesso, como Google Drive, OneDrive, Dropbox ou Notion.
Você pode, por exemplo, criar uma pasta principal chamada CACD e subdividi-la por disciplinas: História do Brasil, Direito Internacional Público, Política Internacional etc. Dentro de cada uma, separe o conteúdo por tipo: Aulas, Resumos, Questões e Mapas mentais.
Padronize os nomes dos arquivos, isso faz uma diferença enorme!
Um arquivo nomeado como “História do Brasil – Aula 03 – Período Regencial.pdf” é muito mais fácil de encontrar do que “Aula nova 2”.
Se preferir estudar com materiais impressos, mantenha pastas físicas com o mesmo padrão de organização. Use etiquetas, divisórias e cores diferentes para identificar cada disciplina.
Atualize seu sistema regularmente
A organização não é um ato pontual, e sim um processo contínuo. Conforme o curso avança, novos conteúdos aparecem e outros se tornam obsoletos. Por isso, vale definir um momento fixo para revisar seu acervo, por exemplo, no primeiro domingo de cada mês.
Use esse tempo para excluir duplicados, atualizar versões antigas e reorganizar o que estiver fora do lugar. Essa manutenção preventiva evita o caos que costuma se instalar depois de meses de acúmulo de arquivos.
Visualmente, a organização também ajuda a mente a funcionar melhor. Criar um sistema de identificação por cores ou etiquetas é um modo simples de saber, de relance, o que já foi estudado e o que ainda está pendente.
Você pode adotar uma lógica como: verde para materiais concluídos, amarelo para conteúdos em andamento e vermelho para o que ainda precisa ser iniciado.
Essa codificação visual dá uma sensação de progresso e ajuda a priorizar as próximas tarefas.
Integre a organização ao seu cronograma de estudos
Organizar é útil apenas se o sistema for funcional dentro da rotina. Por isso, não adianta criar pastas impecáveis e deixá-las esquecidas. A ideia é que tudo o que você estuda diariamente esteja vinculado ao seu sistema.
Uma boa estratégia é montar um “guia mestre” (pode ser uma planilha, um caderno ou uma página no Notion) com o link ou referência de todos os materiais que você pretende usar em cada disciplina.
Assim, ao montar o cronograma semanal, você já sabe exatamente onde encontrar cada conteúdo e evita interrupções no momento do estudo.
Tenha um painel de acompanhamento
Saber onde está cada arquivo é ótimo, mas saber como está seu progresso é ainda mais importante.
Criar um painel de acompanhamento (no Trello, Notion ou Excel) ajuda a visualizar quanto você já avançou em cada matéria.
Além de servir como controle, esse painel é uma ferramenta de motivação. Ver que uma disciplina está 70% concluída, por exemplo, reforça a sensação de progresso e dá mais clareza sobre onde concentrar esforços.
Alguns erros são clássicos e comprometem toda a lógica da organização. O principal é guardar tudo sem filtro, o medo de perder um material pode levar ao acúmulo de PDFs que nunca serão abertos.
Outro erro frequente é criar sistemas complexos demais, com dezenas de pastas e subpastas, que se tornam inviáveis de manter.
Também é importante evitar múltiplas versões do mesmo resumo ou arquivo. Quando precisar atualizar um material, substitua o antigo, em vez de criar uma nova cópia.
A simplicidade é o que torna a organização sustentável no longo prazo.
Organização é estratégia, e o primeiro passo da eficiência
No CACD, estudar muito não é o bastante, é preciso estudar com método. E a organização dos seus materiais é o alicerce desse método. Um sistema claro, limpo e atualizado permite que você se concentre no essencial: aprender, revisar e evoluir com consistência.
Com um pouco de disciplina e as ferramentas certas, você transforma o caos de arquivos em um ambiente de estudo fluido e produtivo.
Afinal, eficiência também se constrói fora das horas de leitura, começa na forma como você estrutura o seu caminho até a aprovação.
Você já conhece o CACD?
Organizar materiais é o começo, mas antes de montar qualquer sistema de estudos, é preciso ter clareza sobre o que o CACD exige: quais disciplinas, em que profundidade e por onde começar.
Sem esse mapa, a organização resolve o problema errado.
O Guia do Iniciante CACD responde exatamente a essas perguntas, de forma gratuita e direta. É o ponto de partida para quem quer construir uma preparação com estrutura desde o primeiro dia.
Os primeiros meses de preparação para o Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD) podem ser desafiadores. Com tanto conteúdo para absorver e uma rotina intensa, é normal sentir desmotivação e insegurança sobre o próprio progresso. Mas manter o foco desde o início é importante para criar hábitos sólidos e avançar rápido.
Neste post, você vai descobrir estratégias práticas para manter a motivação e aproveitar ao máximo essa fase inicial.
Por que a motivação nos primeiros meses é tão importante
Os primeiros meses de estudo são decisivos para formar uma base sólida. É nesse período que você define hábitos, organiza sua rotina e começa a se familiarizar com a lógica do concurso. Uma motivação forte ajuda a:
Criar consistência nos estudos;
Melhorar a assimilação do conteúdo;
Evitar a sensação de sobrecarga;
Garantir que você mantenha um ritmo constante até o dia da prova.
Estratégias práticas para manter a motivação
1. Defina metas claras e pequenas
Estabelecer objetivos atingíveis ajuda a manter o foco e gerar sensação de progresso. Por exemplo:
Resolver 10 questões de Língua Portuguesa diariamente;
Dedicar 30 minutos à revisão de uma disciplina que você tem mais dificuldade.
Metas pequenas são mais fáceis de cumprir e ajudam a construir confiança desde cedo.
2. Estruture uma rotina realista
Ter horários fixos de estudo e incluir intervalos curtos aumenta a produtividade. A técnica Pomodoro, por exemplo, alterna 25 minutos de foco intenso com 5 minutos de descanso, mantendo sua mente ativa e evitando cansaço excessivo.
Lembre-se: consistência vale mais que intensidade. É melhor estudar um pouco todos os dias do que se sobrecarregar nos primeiros meses.
Recompense-se sempre que cumprir uma meta ou concluir uma semana de estudos. Pode ser algo simples, como:
Um episódio da sua série favorita;
Um café especial;
Uma caminhada ao ar livre.
O reforço positivo ajuda a manter a motivação e torna o estudo mais leve.
4. Varie os métodos de estudo
Alternar formas de estudo evita monotonia e melhora a assimilação do conteúdo. Experimente combinar leituras e resumos, mapas mentais, flashcards ou ANKI, videoaulas, resolução de questões e discussões em grupos de estudo.
Essa diversidade mantém sua mente engajada e torna o aprendizado mais eficiente.
5. Mantenha o contato com a comunidade
Estudar sozinho pode ser desafiador. Participar de grupos de estudo ou fóruns online ajuda a trocar dicas e experiências, tirar dúvidas rapidamente e ajuda a sentir que você não está sozinho na jornada.
O suporte da comunidade é um poderoso aliado da motivação.
6. Monitore seu progresso
Registrar suas conquistas, como acertos em simulados ou revisões concluídas, é essencial. Visualizar o progresso ajuda a:
Avaliar o que funciona ou precisa ser ajustado;
Celebrar pequenas vitórias;
Reforçar a sensação de evolução.
7. Cuide da saúde mental e física
Sono adequado, alimentação equilibrada e atividade física regular são essenciais para concentração e resistência mental. Pequenos cuidados com o corpo reduzem o risco de burnout e ajudam a manter a motivação nos estudos.
Mesmo com todas as estratégias, é normal sentir-se desmotivado em alguns momentos. Para retomar o foco:
Identifique os gatilhos: cansaço, excesso de conteúdo, comparação com outros;
Faça pausas estratégicas;
Revise seu plano de estudo;
Lembre-se do propósito maior: conquistar a aprovação no CACD.
Ferramentas que podem ajudar
Alguns recursos podem tornar sua rotina mais organizada e eficiente:
Notion ou Trello: para organizar cronogramas de estudo;
Google Calendar: para criar horários fixos;
Plataformas de questões e simulados: para monitorar evolução e revisar pontos fracos;
Grupos de estudo online: para interação e troca de dicas.
Conclusão
A motivação nos primeiros meses de estudo para o CACD não é constante, mas pode ser cultivada. Com metas claras, rotina estruturada, recompensas, variedade de métodos e monitoramento do progresso, você consegue avançar rapidamente e criar hábitos sólidos que durarão até o dia da prova.
Lembre-se: cada passo conta! Comece pequeno, mantenha a consistência e celebre suas conquistas. O caminho é longo, mas a evolução é real.
Se você quer transformar essa motivação em resultados concretos, o Curso Extensivo CACD do Clipping é a oportunidade ideal. Com aulas completas, revisão estratégica, professores especializados e um espaço exclusivo para CACDistas, você terá todo o suporte para evoluir desde o início e chegar preparado para cada etapa do concurso.
Iniciar a preparação para o CACD (Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata) é um passo desafiador. Considerado um dos certames mais difíceis do país, o concurso exige não apenas domínio de um extenso conteúdo programático, mas também constância, disciplina e gestão emocional ao longo de uma jornada prolongada.
Nesse início, é comum que candidatos se sintam sobrecarregados com a quantidade de informações disponíveis, inseguros quanto ao próprio desempenho e incertos sobre qual caminho seguir. No entanto, essas dificuldades são compartilhadas pela maioria dos candidatos e podem ser superadas com estratégia e clareza.
A seguir, apresentamos as principais dificuldades enfrentadas por quem está começando no CACD e as estratégias mais eficazes para superá-las.
Principais dificuldades de quem começa no CACD (e como superá-las)
1. Sobrecarga de informações e falta de direção
Uma das barreiras mais frequentes para quem inicia a preparação para o CACD é lidar com a quantidade de conteúdos e caminhos possíveis. O candidato iniciante se depara com diversas disciplinas, um edital extenso, cronogramas, cursos preparatórios e diferentes métodos de estudo, e frequentemente se sente perdido, sem saber por onde começar.
Como superar:
Iniciar com um plano de estudos simples, priorizando disciplinas fundamentais, como português, inglês, história e geografia.
Evitar o consumo desordenado de materiais. É preciso definir fontes confiáveis e seguir uma progressão lógica.
Consultar editais anteriores e provas passadas para compreender as reais prioridades da banca.
Começar de forma estruturada, com foco nas disciplinas base, é mais eficiente do que tentar abraçar todo o conteúdo de uma só vez.
2. Falta de rotina e constância
A preparação para o CACD exige regularidade ao longo do tempo. É comum que iniciantes se empolguem e tentem estudar muitas horas por dia nas primeiras semanas, mas logo encontram dificuldade para manter esse ritmo, resultando em frustração e desmotivação.
Como superar:
Construir uma rotina realista, considerando o tempo disponível e as demandas pessoais e profissionais.
Estabelecer metas diárias ou semanais alcançáveis, priorizando consistência em vez de intensidade excessiva.
Utilizar blocos de estudo e pausas programadas para melhorar a produtividade.
A constância, mesmo que com menos horas de estudo por dia, costuma produzir melhores resultados no longo prazo do que esforços intensos e esporádicos.
3. Comparação com outros candidatos
Outro fator que impacta fortemente os CACDistas iniciantes é a tendência de comparar seu desempenho com o de candidatos mais avançados. Essa comparação gera ansiedade, insegurança e sensação de atraso, prejudicando a concentração e a motivação.
Como superar:
Compreender que cada trajetória de preparação é única.
Focar no próprio progresso e nos avanços pessoais, em vez de usar o desempenho alheio como parâmetro.
Utilizar experiências de outros candidatos apenas como referência, e não como padrão obrigatório.
A construção de uma jornada consistente depende de olhar para o próprio desenvolvimento, e não de competir com cronogramas ou resultados alheios.
4. Dificuldade com o volume e a densidade do conteúdo
O programa do CACD é extenso e interdisciplinar, exigindo uma compreensão sólida de diversas áreas do conhecimento. Muitos candidatos, ao perceberem a complexidade do conteúdo, sentem-se paralisados ou desmotivados.
Como superar:
Dividir o conteúdo em etapas de aprendizado. Iniciar com conceitos fundamentais e, gradualmente, avançar para temas mais complexos.
Adotar revisões periódicas para consolidar a aprendizagem.
Priorizar métodos ativos de estudo, como resolução de questões, flashcards, ANKI e revisões espaçadas.
O domínio do conteúdo não ocorre de forma imediata, mas é construído progressivamente ao longo da preparação.
5. Insegurança com os idiomas estrangeiros e prova discursiva
Os idiomas estrangeiros e as provas discursivas costumam ser áreas temidas por muitos candidatos, sobretudo no início da jornada. Frequentemente, o CACDista adia o contato com essas disciplinas, o que pode comprometer seu desenvolvimento futuro.
Como superar:
Incluir práticas de leitura, escrita e interpretação de textos nos idiomas cobrados desde as primeiras semanas de estudo, ainda que em nível básico.
Realizar exercícios de escrita com frequência, mesmo que sejam redações curtas.
Buscar correções e feedbacks, além de analisar modelos bem construídos.
Quanto mais cedo essas habilidades forem trabalhadas, mais natural e fluida será a evolução.
O aspecto emocional desempenha um papel central na preparação para o CACD. A pressão, o longo tempo de estudo e a cobrança interna muitas vezes resultam em ansiedade, insegurança e até desistências.
Como superar:
Reconhecer que altos e baixos fazem parte da jornada.
Manter práticas de autocuidado, incluindo lazer, descanso e atividades físicas, como parte integrante da rotina de estudos.
Compreender que erros e tropeços não indicam incapacidade, mas fazem parte do processo de aprendizado.
Sustentar uma preparação de longo prazo requerequilíbrio emocional e clareza de propósito.
Como superar as principais dificuldades no CACD: estratégias práticas para iniciantes
Superar as dificuldades iniciais exige tanto planejamento técnico quanto fortalecimento pessoal. Algumas atitudes simples podem facilitar o percurso:
Definir metas alcançáveis e avaliar o progresso periodicamente.
Buscar apoio em comunidades de estudo, grupos de acompanhamento ou mentorias.
Aceitar que a preparação para o CACD é um processo de médio a longo prazo, que exige paciência e consistência.
Valorizar cada avanço, mesmo que pequeno, como parte da construção do resultado final.
Por onde começar no CACD
Sentir o peso do concurso no início é parte do processo. O que separa quem avança de quem trava não é ausência de dificuldade, é clareza sobre o que fazer primeiro.
Antes de escolher curso, montar cronograma ou mergulhar nas disciplinas, o candidato precisa entender a estrutura do CACD: o que é cobrado, em que formato e em que ordem faz sentido estudar.
O Guia do Iniciante CACD organiza essas respostas em um material gratuito e direto, feito para quem está exatamente nesse momento.
Na última sexta-feira (4), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) anunciou que solicitou autorização para realizar um novo concurso público para a carreira de Oficial de Chancelaria (Ofchan) em 2026.
De acordo com a nota divulgada, foram solicitadas 100 vagas para o cargo, que exige nível superior completo em qualquer área de formação. A solicitação agora será analisada pelo governo federal, que avaliará a disponibilidade orçamentária antes de autorizar a realização do certame.
Se aprovado, o MRE dará continuidade às próximas etapas do processo, como a formação da comissão organizadora e a definição da banca responsável pelo concurso.
Último concurso Ofchan: como foi?
O último concurso para Oficial de Chancelaria foi realizado em 2023, sob organização do Cebraspe. Ao todo, foram ofertadas 100 vagas, sendo 50 para provimento imediato e 50 para cadastro de reserva.
A seleção contou com duas etapas:
1. Provas objetiva e discursiva
A primeira etapa foi aplicada nas cidades de Belém/PA, Brasília/DF, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.
As provas ocorreram no mesmo dia: a objetiva no turno da manhã e a discursiva à tarde.
Prova objetiva: 60 questões de múltipla escolha
Prova discursiva: 2 questões dissertativas
As disciplinas cobradas foram:
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
Licitações e Contratos
Contabilidade
Direito Internacional Público
Administração Pública
Informática
2. Curso de Formação
A segunda etapa consistiu em um curso presencial em Brasília/DF, com carga horária de 40 horas.
Quer saber mais detalhes sobre o último concurso Ofchan?
Após uma semana desde a divulgação da Portaria anunciando o CEBRASPE como banca do CACD 2025, finalmente chegou o momento mais aguardado por todos que querem ser diplomatas: a publicação do Edital CACD 2025!
Para ajudar você, CACDista ansioso, a acalmar seu coração, preparamos uma análise objetiva e abrangente sobre o Edital, com foco nas novidades trazidas pela nova (antiga e saudosa) banca.
🚫 Vale ressaltar que é essencial ler o edital na íntegra. Ler esse post não substitui a leitura completa do edital, que é uma etapa super relevante da preparação para a prova.
1. Vagas no edital CACD 2025
Assim como anunciado na Portaria na primeira semana de abril, o Edital confirmou: teremos 50 vagas no CACD 2025!
Isso representa a mesma quantidade de vagas que tivemos no ano passado! Será que estamos vendo uma tendência de 50 vagas para os próximos anos aí? 👀
Antes do CACD 2023, tivemos quase uma década com uma média de 26 vagas ao ano, como você pode conferir abaixo:
Ano
Vagas
Inscritos
Demanda
2025
50
–
–
2024
50
8.525
170,5
2023
50
7.901
158
2022
34
6.464
190,11
2020/21
25
6.218
248,72
2019
20
6.411
320,55
2018
26
5.294
203
2017
30
5.939
198
2016
30
4.925
164
2015
22
5.271
239
2014
18
4.151
230
2013
30
6.490
216
2012
30
6.423
214
2011
26
7.180
276
Segundo o Edital, a distribuição das vagas se dará da seguinte forma:
Ampla Concorrência
Candidatos negros
Pessoas com deficiência
Total
37
10
3
50
O edital do CACD 2025 especificou que os candidatos que se autodeclararam negros, caso estejam aprovados e classificados, seja na primeira ou na segunda fase do concurso, ou em ambas, dentro do quantitativo reservado à ampla concorrência, não serão contabilizados no quantitativo reservado nos termos da Lei nº 12.990/2014, dos artigos 8º e 9º da Instrução Normativa MGI nº 23/2023 e deste edital.
Isto é, os candidatos que se autodeclararem negros concorrerão concomitantemente, tanto na primeira como na segunda fase do concurso às vagas reservadas a pessoas negras e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso; e às vagas reservadas a pessoas com deficiência, se atenderem a essa condição.
Em caso de desistência de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato negro posteriormente classificado, desde que aprovado no concurso.
2. Inscrições para o CACD 2025
Como no CACD 2024, o CEBRASPE (antigo CESPE) segue como a banca do concurso.
O período de inscrição para o CACD 2025 será das 10 horas de 19 de maio de 2025 até às 18 horas de 04 de junho de 2025 no site oficial do CEBRASPE.
Ressaltamos que, no momento da inscrição, o candidato deve escolher a cidade na qual realizará as provas, deve também optar pelo sistema de concorrência (seja ampla concorrência, candidatos negros e de pessoas com deficiência) e, caso necessário, solicitar atendimento especial. Ademais, deverá, no ato da solicitação de inscrição, informar o gênero constante do registro civil na data da inscrição.
O valor da inscrição para o CACD neste ano será R$229,00. Houve a permanência do valor em relação ao concurso do ano passado. 💸
Não é difícil encontrarmos candidatos desatentos que perdem o prazo de inscrição ou que se enrolam na opção pelo sistema de concorrência. Por isso, não deixe para realizar sua inscrição de última hora.
Se possível, faça logo no dia 19 de maio. Também já deixe o despertador programado para não esquecer o pagamento. Fica de olho! 👀
3. Primeira Fase
A primeira fase constará de uma tradicional prova objetiva, constituída de questões do tipo CERTO ou ERRADO de Língua Portuguesa, História do Brasil, História Mundial, Geografia, Língua Inglesa, Política Internacional, Economia e Direito, de caráter eliminatório.
A prova objetiva da primeira fase do CACD 2025 acontecerá na data provável de 20 de julho.
A aplicação da prova no período matutino terá início às 8h30, com duração de quatro horas. No turno da tarde, a prova será realizada às 15h, também com duração de quatro horas.
Com relação à primeira fase do concurso, também conhecida como TPS (teste de pré-seleção), o CACD 2025 terá menos questões que no ano passado, totalizando 240 itens no total. De forma distinta das provas anteriores, não teremos a divisão em questões, mas apenas em itens.
No momento da publicação do edital, o CEBRASPE não divulgou a distribuição de itens por matéria.
→ A prova de 2025 foi dividida da seguinte forma: Prova da manhã: 40 itens de Língua Portuguesa, 30 itens de História do Brasil, 26 itens de História Mundial e 24 itens de Geografia. Prova da tarde: 28 itens de Língua Inglesa, 40 itens de Política Internacional, 26 itens de Economia e 26 itens de Direito.
Será mantida a estrutura de prova apenas com itens C ou E (4 itens por questão) onde:
1 ponto positivo (+), em caso de item acertado
0,50 ponto negativo (-), em caso de item errado
0,00 ponto, caso não haja marcação (deixar em branco) ou caso haja marcação dupla (erro)
A primeira fase poderá resultar na eliminação do concurso, a atenção, será reprovado quem obtiver nota inferior a 96,00 pontos.
Em 2025, a nova distribuição de vagas ficou assim:
Ampla concorrência
Convocação adicional de candidatas do gênero feminino
Candidatos negros
Convocação adicional de candidatas do gênero feminino
Pessoas com deficiência
Convocação adicional de candidatas do gênero feminino
140
Até 35
140
Até 35
20
Até 5
Tivemos, então, a mesma quantidade do CACD 2024 de candidatos que farão a segunda fase!
Com essas notícias sobre a distribuição de vagas, agora vamos conferir a fase seguinte.
Vejamos!
4. Segunda Fase
O Edital CACD 2025 confirmou a quantidade de fases do ano passado: apenas duas!
Na segunda fase do CACD 2025 serão realizadas provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil, Política Internacional, Geografia, Economia, Direito e um idioma adicional (Língua Espanhola ou Língua Francesa), de caráter eliminatório e classificatório, para as quais será estabelecida nota mínima para aprovação em seu conjunto.
As provas da segunda fase ocorrerão em dois finais de semana diferentes.
A realização da primeira parte da segunda fase está prevista para 34 dias após o TPS, uma semana a mais que no CACD 2024.
Na primeira semana de provas da segunda fase, as provas de Língua Portuguesa e História do Brasil serão realizadas no dia 23 de agosto de 2025. As de Língua Inglesa e Geografia no dia seguinte:
Língua Portuguesa: prevista para o dia 23 de agosto
História do Brasil: prevista para o dia 23 de agosto
Geografia: prevista para o dia 24 de agosto
Língua Inglesa: prevista para o dia 24 de agosto
As provas de Política Internacional e Economia serão realizadas no dia 30 de agosto de 2025. As de Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa no dia seguinte:
Política Internacional: prevista para o dia 30 de agosto
Economia: prevista para o dia 30 de agosto
Direito: prevista para o dia 31 de agosto
Língua Espanhola ou Língua Francesa: prevista para o dia 31 de agosto
A prova de Português em 2025 será composta por 1 redação e 1 resumo. Novamente, não teremos mais análise ou comentário.
Não sabe como funciona? Dá uma olhada abaixo:
Questões
Extensão
Pontuação
Redação sobre tema geral
65 a 70 linhas
70
Elaboração de resumo
15 a 30 linhas
30
Com relação à redação, o dimensionamento do texto obedece o mesmo padrão de anos anteriores. Fica reduzida a penalização de -1 pontos para cada linha que faltar para atingir o mínimo ou exceder o máximo.
A prova de língua inglesa também alteração em sua estrutura em relação aos anos anteriores.
Os CACDistas de plantão devem ficar ligados aqui, pois, em 2021, Inglês foi responsável pela eliminação de cerca de metade dos candidatos que tinham sido aprovados na primeira fase.
Questões
Extensão
Pontuação
Redação sobre tema geral
65 a 70 linhas
70
Resumo
15 linhas a 30 linhas
30
Serão considerados aprovados na Segunda Fase os candidatos que tenham alcançado, pelo menos, 480,00 pontos na soma das notas obtidas na segunda fase.
Lembrando que, como no CACD 2024, não teremos mais a terceira fase do concurso, nem questões de 90 linhas.
Em História do Brasil, Política Internacional, Geografia, Economia e Direito teremos em cada:
duas questões discursivas de 60 linhas (valendo 30 pontos cada) e
duas questões discursivas de 40 linhas (valendo 20 pontos cada).
Com relação a Francês e Espanhol, o candidato continuará escolhendo uma das duas disciplinas para fazer um resumo e uma versão. A prova de Língua Espanhola ou Língua Francesa manterá valendo 100 pontos e contará com os seguintes parâmetros:
Questões
Extensão
Pontuação
Versão
30 a 60 linhas
50
Resumo
30 a 60 linhas
50
O CEBRASPE manterá a prática anterior e garante que a correção das provas discursivas será menos subjetiva. Todos os candidatos terão ciência dos critérios que os corretores utilizarão ao corrigir seus textos.
No CACD 2025, o formato da prova discursiva passou por uma mudança significativa. Diferentemente do modelo adotado em 2024 — quando todas as questões eram estruturadas em 10 quesitos padronizados — a prova deste ano apresentou questões com quantidades variadas de subitens: algumas com 4 quesitos, outras com 6, outras com 10, e assim por diante.
Cada questão vinha acompanhada de um enunciado e de seus respectivos quesitos obrigatórios, com a banca especificando o valor individual de cada um. Para ilustrar: a questão 3 de História do Brasil, composta por quatro quesitos, totalizava 20 pontos; o primeiro quesito valia 2 pontos, enquanto os demais valiam 6 pontos cada.
Na correção, observou-se que os avaliadores valorizaram respostas que combinavam dois elementos essenciais: argumentação consistente, coesa e bem estruturada; e atendimento direto, claro e completo aos quesitos formulados. Em outras palavras, não bastava jogar várias informações sobre o tema — era indispensável demonstrar domínio teórico sobre cada item solicitado.
Para ter uma boa resposta, é essencial compreender o que será avaliado e como será pontuado.
Caso queira conferir em detalhes, basta dar uma olhadinha no Anexo IV do Edital CACD 2025 sobre os critérios de avaliação das provas de segunda fase.
Assim como em 2024, o CACD 2025 terá dois momentos para os candidatos recursarem: o recurso contra o padrão publicado pela banca e o recurso contra o resultado provisório (ou recurso contra a correção feita pela banca). No primeiro, o candidato poderá solicitar que a banca considere ou não determinados argumentos do padrão preliminar de resposta das provas escritas da Segunda Fase. Após essa etapa, será definido o padrão definitivo e divulgado o resultado provisório nas provas escritas da Segunda Fase. No segundo recurso, o candidato terá acesso ao espelho de prova e poderá pedir que a banca majore sua nota, arguindo contra os critérios de correção.
5. Disposições Específicas para candidatas mulheres
Conforme o ponto 4.2.1, neste ano, teremos a convocação adicional de até 75 (setenta e cinco) candidatas do gênero feminino, sendo até 35 (trinta e cinco) para a ampla concorrência, até 35 (trinta e cinco) para a concorrência nos termos da Lei nº 12.990/2014, e até 5 (cinco) para a concorrência nos termos do § 2º do art. 5º da Lei nº 8.112/1990, e suas alterações, e do Decreto nº 9.508/2018, observados os critérios e a nota mínima para aprovação na primeira fase.
No CACD 2025, houve a convocação adicionar de 75 candidatas para a Segunda Fase. Algumas dessas candidatas foram aprovadas no concurso, mostrando a relevância dessa nova medida para reduzir a disparidade de gênero na carreira!
Essa novidade para a convocação para a segunda fase não implica a reserva de vagas a candidatos do gênero masculino ou a candidatas do gênero feminino.
6. Programa de Ação Afirmativa
O candidato, que optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras, poderá optar, também, no período de inscrição, por meio de link específico disponível no endereço eletrônico http://www.cebraspe.org.br/concursos/irbr_25_diplomacia , por concorrer à bolsa-prêmio da edição subsequente do Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco (PAA/IRBr)
O Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco tem como por objetivo ampliar a oportunidade dos candidatos e candidatas negras no Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil, incentivando o acesso através de uma Bolsa-Prêmio de Vocação para a Diplomacia. A Bolsa, no valor de R$ 30 mil, pode ser utilizada para bancar a aquisição de material bibliográfico e/ou pagamento de cursos preparatórios e professores especializados para o concurso. Até 30% dos recursos podem ser empregados para despesas de manutenção.
No CACD 2024, você optou por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras? Quando fez sua inscrição, também optou por concorrer ao PAA? Caso as duas respostas sejam positivas, então você concorrerá à Bolsa-Prêmio para o CACD 2025. Funciona assim, você faz sua inscrição em um ano, para concorrer à bolsa do ano seguinte, caso não seja aprovado.
Fique atento ao site do CEBRASPE para mais informações.
7. Conteúdo Programático
O edital CACD 2025 não trouxe modificações no conteúdo programático da maior parte das matérias.
8. Calendário
Para você não esquecer e nem se perder, o Clipping fez um compilado com todas as datas importantes para o CACD 2025.
Primeira fase
Prova
20 DE JULHO
Gabarito Preliminar individual
22 A 24 DE JULHO
Recursos
ENTRE 23 E 24 DE JULHO
Gabarito Oficial Preliminar
25 DE JULHO
Resultado final + Convocação para 2ª Fase
13 DE AGOSTO
Segunda fase
Disciplinas
Data
Língua Portuguesa
23 DE AGOSTO
História do Brasil
23 DE AGOSTO
Língua Inglesa
24 DE AGOSTO
Geografia
24 DE AGOSTO
Divulgação do padrão preliminar de respostas das provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil e Geografia
26 DE AGOSTO
Prazo para a interposição de recursos contra o padrão de respostas das provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História do Brasil e Geografia
27 A 29 DE AGOSTO
Política Internacional
30 DE AGOSTO
Economia
30 DE AGOSTO
Direito
31 DE AGOSTO
Língua Espanhola ou Língua Francesa
31 DE AGOSTO
Divulgação do padrão preliminar de respostas das provas escritas de Política Internacional, Economia, Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa
02 DE SETEMBRO
Prazo para a interposição de recursos contra o padrão de respostas das provas escritas de Política Internacional, Economia, Direito e Língua Espanhola ou Língua Francesa
03 A 05 DE SETEMBRO
Resultado provisório da segunda fase
23 DE SETEMBRO
Recurso contra o resultado
Das 10 horas do dia 24 de setembro às 18 horas do dia 26 de setembro
Resultado final nas provas escritas da Segunda Fase
10 de outubro
Procedimento de heteroidentificação (negros)
16 e 17 de outubro
Avaliação biopsicossocial (PCD)
17 de outubro
9. Revise com o melhor Curso Intensivo do CACD
Agora que você já está por dentro dos principais pontos do Edital CACD 2025, chegou a hora de ativar o modo revisão!
Os Cursos Intensivos de 1ª e 2ª fase do Clipping estão com lista de espera aberta (e quem está lá já tem acesso a um belo desconto!).
Não perca tempo e saia na frente da concorrência, além de garantir as correções individuais que são limitadas.
O Curso Intensivo de Objetivas tem o objetivo de apresentar todos os conteúdos que mais caem na primeira fase do CACD. É a chance de dominar os principais assuntos da primeira fase de forma intensa e objetiva.
Não perca a oportunidade de estudar com os professores líderes em aprovação.
O documento é bem resumido, mas já traz mudanças importantes no concurso deste ano.
1. Número de Vagas do CACD 2025
Como muitos já imaginavam pelo Termo de Referência divulgado no dia 07 de maio de 2025, este ano teremos novamente 50 vagas no CACD!
Isso representa a mesma quantidade do concurso de 2024 – o que é uma excelente notícia tendo em vista alguns anos anteriores com menos de 30 vagas. Será que estamos vendo essa tendência perdurar enquanto durar este governo? Vamos continuar acompanhando…
A Portaria do CACD 2025 não explicita a distribuição de vagas entre ampla concorrência, candidatos negros e candidatos com deficiência, mas informa que serão “respeitadas as políticas de inclusão de pessoas negras, na forma da Lei nº 12.990, de 2014, e de pessoas com deficiência, na forma do art. 5º, §2º, da Lei nº 8.112, de 1990, e suas alterações, e do Decreto nº 9.508, de 24 de setembro de 2018, assim como serão envidados esforços para a promoção gradual de outras ações afirmativas, à luz do Decreto nº 11.785, de 20 de novembro de 2023.”
Isto é, atendidos os parâmetros legais (e com base no CACD 2024), das 50 vagas, provavelmente, teremos:
37 vagas reservadas à ampla concorrência.
10 vagas reservadas a candidatos negros.
3 vagas reservadas a candidatos com deficiência
2. Prova objetiva (TPS)
Como no ano anterior, não tivemos novidades na prova da primeira fase do CACD.
Também conhecida como TPS (teste de pré-seleção), a prova será composta por questões de:
Língua portuguesa;
História do Brasil;
História mundial;
Geografia;
Língua inglesa;
Política internacional;
Economia;
Direito
Como nos últimos concursos, a prova objetiva não será classificatória, apenas eliminatória. Isso significa que sua nota na primeira fase não será somada à nota final do concurso.
Após a primeira fase, os que alcançarem a nota de corte competirão em pé de igualdade.
Muitos candidatos consideram que a primeira fase é a maior barreira do CACD. É comum demorar anos para ser aprovado nessa prova de questões objetivas. Então a dica é: não espere o Edital sair para começar a revisar e treinar questões!
Quanto maior o número de vagas, maior o número de candidatos que são selecionados para fazer a segunda e a terceira fases. Em 2020, quando tivemos 25 vagas, 250 candidatos passaram para as últimas fases do CACD. Já em 2023 e 2024, com 50 vagas, foram 400 vencedores que superaram a barreira do TPS.
Quantos candidatos serão aprovados na primeira fase do concurso de diplomata? Isso só o edital responderá, mas a tendência é que siga a mesma quantidade de candidatos do ano passado.
3. Sem terceira fase e mudanças em línguas estrangeiras
Como também aconteceu em 2024, teremos apenas uma fase discursiva este ano.
No CACD 2024, a segunda fase ocorreu em dois fins de semana distintos, 27 dias após a realização do TPS. No primeiro, tivemos provas de Línguas Portuguesa e História do Brasil no sábado e Língua Inglesa e Geografia no domingo; no segundo, Política Internacional e Economia no sábado e Direito e Língua Espanhola ou Francesa no domingo.
Esse ano, como ainda não sabemos se haverá mudanças na estrutura da prova, não temos como afirmar se ocorrerá de forma semelhante.
Conforme a Portaria, a segunda fase consistirá de provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, composta de questões de:
Língua portuguesa
Língua inglesa
História do Brasil;
Política internacional;
Geografia;
Economia;
Direito;
Língua espanhola ou Língua francesa
Você percebeu o “ou”? Como em 2024, a Portaria nos informa que o candidato terá uma prova a opção de escolha entre a Língua Francesa ou Espanhola na prova discursiva.
Diferentemente da primeira fase, as provas de segunda fase terão caráter eliminatório e classificatório. Isso significa que, após a aprovação no TPS, sua aprovação dependerá da nota da segunda fase exclusivamente.
E tem nota mínima, viu! A portaria ainda não definiu qual, mas, em 2024, a nota mínima em português e em inglês foram de 70 pontos na redação e 30 pontos no resumo (em português) e na tradução (em inglês).
Novamente, a Portaria informa que “Será estabelecida nota mínima para aprovação no conjunto das provas da segunda fase.”, mas só teremos a confirmação na data de lançamento do Edital.
Também ainda não sabemos se o conteúdo cobrado no CACD 2025 será o mesmo do concurso de 2024, ou se teremos alterações. Para saber se teremos novos tópicos, precisamos aguardar o Edital, que pode ser publicado a qualquer momento.
4. Intervalo entre o Edital e a Primeira Fase
No CACD 2025, uma vez publicado o Edital, teremos dois meses até a prova de primeira fase do concurso.
O Art. 41, I, do decreto 9.739/2019 prevê que “o edital do concurso público será publicado integralmente no Diário Oficial da União, com antecedência mínima de quatro meses da realização da primeira prova.
O § 2º do mesmo decreto prevê que “o prazo de que trata o inciso I do caput poderá ser reduzido por meio de ato motivado do Ministro de Estado, permitida a subdelegação para o Secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.”
Ou seja, nossa Secretária-Geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, autorizou a redução do prazo para dois meses.
Daqui para frente, é modo revisão on!
5. Revisão mode on
Lembrete clássico.
Como já é tradição, o Clipping inicia de agora em diante a estruturação de uma série de conteúdos extremamente objetivos e diretos ao ponto, visando acelerar e otimizar sua revisão.
6. Extra: e quando sai o edital?
Analisamos o histórico dos últimos 10 anos de CACD e o resultado é a tabela abaixo:
Foi homologada a escolha da banca CACD 2025: mais uma vez, o Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos) será a instituição responsável pela organização do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática.
O Cebraspe retorna após ter conduzido o certame de 2003 a 2018 e novamente em 2024. Entre 1996 e 2002, o concurso foi realizado pelo próprio Instituto Rio Branco, enquanto entre 2019 e 2023 a banca responsável foi o Iades.
O que diz o Termo de Referência do CACD 2025?
O Termo de Referência, publicado pelo Ministério das Relações Exteriores, apresenta informações relevantes sobre as etapas do CACD 2025:
Primeira Fase
Prova objetiva de caráter eliminatório, composta por itens de:
Língua Portuguesa
História do Brasil
História Mundial
Geografia
Língua Inglesa
Política Internacional
Economia
Direito
No Estudo Técnico Preliminar, a proposta do CEBRASPE envolve apenas 240 itens de Certo ou Errado. Ano passado foram 260, o que corresponde a 5 questões a menos.
Provas discursivas com caráter eliminatório e classificatório nas seguintes disciplinas:
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História do Brasil
Política Internacional
Geografia
Economia
Direito
Idioma adicional (Espanhol ou Francês)
Assim, como o CACD 2024, é provável que o candidato opte por um idioma adicional, ou língua francesa ou língua espanhola.
A execução das provas provavelmente ocorrerá conforme os seguintes parâmetros:
Importante: é provável que, assim como em 2024, o modelo de questões de 90 linhas não será retomado em 2025.
Entre 300 a 500 candidatos poderão ser convocados para a Segunda Fase, conforme desempenho na Primeira Fase e respeitados os empates na última colocação.
Outro destaque do Termo é a exigência de paridade de gênero e diversidade na composição da banca examinadora de cada disciplina, levando em conta critérios como raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalismo e origem institucional.
Previsão de vagas e cronograma
Provavelmente, o CACD 2025 contará com 50 vagas para ingresso na carreira de diplomata, assim como a edição de 2024. Confira abaixo o cronograma previsto:
Evento
Data provável
Publicação do edital de abertura
1ª quinzena de maio de 2025
Período de inscrições
2ª quinzena de maio de 2025
Prova de 1ª Fase
1ª quinzena de julho de 2025
Provas da 2ª Fase
1ª quinzena de agosto de 2025
Avaliação biopsicossocial / Comissão de Heteroidentificação
2ª quinzena de outubro de 2025
Homologação do resultado final
1ª quinzena de novembro de 2025
Reiteramos que essas são as datas prováveis, as datas definitivas serão apenas informações com o edital de abertura.
Ainda não tivemos a portaria, que normalmente antecede o edital.
E agora, o que fazer?
Com a homologação do Cebraspe como banca do CACD 2025 e o edital previsto para os próximos dias, este é o momento de intensificar sua preparação.
Dica importante: organize seu cronograma de estudos, revise o conteúdo das provas discursivas e fique atento às atualizações. Estratégia, constância e disciplina serão essenciais nesta reta decisiva.
Voltaremos com mais atualizações assim que novas informações oficiais forem divulgadas!
O concurso foi autorizado em 2022 pelo governo o concurso da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Foram autorizadas 500 vagas para o Concurso da Polícia Federal e mais 500 para o concurso da Polícia Rodoviária Federal. Para quem está de olho na carreira pública e se pergunta sobre o salário da Polícia Federal e as etapas do certame, nós vamos te explicar tudo nesse post.
É oficial:
Foram autorizadas 500 vagas para o Concurso da Polícia Federal e mais 500 para o concurso da Polícia Rodoviária Federal.
Vamos falar abaixo de todos os detalhes do Concurso da Polícia Federal 2018. Mas, comecemos pelo início:
Declaração de Raul Jungmann sobre o Concurso da Polícia Federal
Para quem não acredita, fica o trecho do vídeo do próprio Ministro Raul Jungmann, falando sobre o contexto emergencial em que será realizado esses certames, para o preenchimento das 1.000 vagas em 2018 (500 vagas para PF e 500 vagas para PRF).
Dê o play, entenda os detalhes e continue a leitura do post.
De acordo com o Ministro Raul Jungmann:
“Como uma das primeiras medidas, nós entramos em contato com o Ministro do Planejamento e ficou definido que teríamos zero de contigenciamento de recursos para o Ministério Extraordinário de Segurança Pública. Então, considerando a necessidade e urgência para reforçar recursos humanos particularmente na PF e PRF, estamos autorizados a realizar concursos para ambas as polícias. PRF: 500 novos agentes e PF: 500 agentes. Precisamos de muito mais, mas já é um bom inicio já que há anos não tínhamos a possibilidade de contar com reforçar tanto com em 1 quanto em outra.”
Interessado no concurso? Temos certeza que as próximas informações serão muito úteis para você:
Dados do concurso Polícia Federal 2021 para consulta rápida das principais informações
Informações úteis para infográfico – Concurso PF 2021:
Total de vagas: 1500 + 500 excendentes
Nº de vagas por cargo:
Agente – 893
Delegado – 123
Escrivão – 400
Papiloscopista – 84
Total de inscritos por cargo:321.014
Agente: 222.304
Delegado: 27.657
Escrivão: 53.486
Papiloscopista: 17.567
Registro de abstenções nas provas objetivas:32,82% (aprox. 100 mil candidatos com inscrições homologadas)
Nota de corte:
Agente
Ampla: 75
Cotas raciais: 68
Escrivão
Ampla: 66
Cotas raciais: 59
Papiloscopista
Ampla: 64
Cotas raciais: 55
Remuneração Inicial: de R$ 12 mil até R$ 23mil
Quanto ganha um Policial Federal?
Os salários da Polícia Federal são uma das razões pelas quais o concurso para as carreiras da PF é visto como atrativo. Basicamente há duas faixas salariais nas carreiras policiais federais.
Cargos para os quais é requisito para ingresso qualquer curso superior* (Agente de Polícia Federal, Escrivão de Polícia Federal e Papiloscopista de Polícia Federal ) seguem um mesmo padrão salarial. Por outro lado, para cargos para os quais é requisito para ingresso em um determinado curso superior** (Delegado de Polícia Federal e Perito de Polícia Federal), há uma faixa salarial mais alta.
Confira a tabela abaixo:
Cargos (nível médio)
Classes
Salário (hoje)
Salário(2018)
Agente de Polícia Federal
Escrivão de Polícia Federal
Papiloscopista de Polícia Federal
Especial
R$ 18.651,79
R$ 17.848,60
1ª Classe
R$ 15.262,27
R$ 14.609,83
2ª Classe
R$ 13.044,41
R$ 12.482,69
3ª Classe
R$ 12.522,50
R$ 11.983,26
*Tabela de remunerações Polícia Federal para cargos em que são exigidos qualquer curso superior
Cargos
Classe
Salário (hoje)
Salário (2018)
Delegado de Polícia Federal
Perito Criminal de Polícia Federal
Especial
R$ 30.936,91
R$ 29.604,70
1ª Classe
R$ 27.846,74
R$ 26.657,70
2ª Classe
R$ 24.298,42
R$ 23.252,41
3ª Classe
R$ 23.692,50
R$ 22.672,50
**Tabela de remunerações Polícia Federal para cargos em que são exigidos um determinado curso superior
Salário Inicial de um Policial Federal
O salário inicial de um Policial Federal pode variar de R$ 12.522,50 até R$ 23.692,50, conforme o cargo e estão entre as melhores remunerações iniciais do funcionalismo como um todo, de acordo com levantamento feito pelo Painel Estatístico de Remunerações do Ministério do Planejamento.
No entanto, se por um lado os salários iniciais estão entre os melhores do funcionalismo público, a amplitude salarial, que corresponde à diferença percentual entre o salário inicial e o salário no fim da carreira, é de cerca de 30%. Ou seja: no fim de carreira é esperado que um policial federal chegue a ter um salário em média 30% maior do que o salário inicial.
Vale lembrar que para além do salário, há adicionais interessantes, como por exemplo, a indenização de R$ 91 por dia de trabalho, para policiais federais lotados em regiões de fronteiras, que foi estabelecido recentemente pela Lei 12.855 de 2013. Essa indenização multiplicada por 22 dias úteis pode chegar ao montante de até R$ 2 mil por mês, aproximadamente.
O reajuste de 37% nos salários dos polícias, trazidos pela Lei nº 13.371/16, mostra a reestruturação de modernização no concurso da polícia federal. A mudança impacta positivamente os servidores da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O reajuste foi implementado de forma escalonada, em três parcelas, e atingiu todos os cargos de formas diferentes. Em 2018, os delegados da PF e os peritos criminais federais ganhavam um salário inicial de R$ 22.672,48. Com a mudança, na terceira fase eles passam a ganhar R$ 23.692,74, e com o avanço nas classes, podem chegar a Classe Especial com o salário em R$ 30.936,91.
Quais são os requisitos do concurso da Polícia Federal?
Os requisitos para polícia federal variam de acordo com o cargo. Entretanto, para todos eles é necessário diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível superior, fornecido por uma instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
Ou seja, é necessário curso superior para ingressar nas carreiras da Polícia Federal.
“Mas Clipping, eu tenho um curso tecnólogo, não posso participar do Concurso da Polícia Federal?”
Essa pergunta é comum mas o próprio Ministério da Justiça responde. De acordo com o Ministério, os cursos superiores de tecnologia (tecnólogo) atendem aos requisitos de certos cargos, são eles:
Agente de Polícia Federal;
Escrivão de Polícia Federal;
Papiloscopista Policial Federal;
Mas atenção, nesses casos, apenas são válidos os cursos superiores de tecnologia (tecnólogos) devidamente reconhecidos pelo MEC.
Logo abaixo você poderá ver a lista das atribuições e requisitos para policial federal:
Requisitos do Concurso: Agente da Polícia Federal
Esse cargo é procurado por muitos candidatos por conta da diversidade nas atribuições que tendem a agradar todos os gostos.
Segundo o site da Polícia Federal, o agente da polícia federal executa investigações e operações policiais na prevenção e na repressão a ilícitos penais, dirige veículos policiais, cumpre medidas de segurança orgânica e desempenha outras atividades de natureza policial e administrativa.
Requisitos para Agente da Polícia Federal:
Diploma, devidamente registrado, de qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
Requisitos do Concurso: Delegado da Polícia Federal
Segundo o edital da Polícia Federal, o Delegado da PF é responsável por instaurar e presidir procedimentos policiais de investigação, orientando e comandando investigações de prevenção e repreensão de ilícitos penais.
O profissional também participa do planejamento de operações de segurança e investigações, coordenando e executando missões sigilosas.
Requisitos para Delegado da Polícia Federal:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior de bacharel em Direito, fornecido por uma instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação, e comprovação de três anos de atividade jurídica ou policial.
Requisitos do Concurso: Escrivão da Polícia Federal
O escrivão atua no cumprimento das formalidades processuais, trabalhando com os termos, autos e mandados. Ele também observa os prazos necessários para o preparo, à ultimação e à remessa de procedimentos policiais de investigação.
Requisitos para Escrivão da Polícia Federal:
Diploma, devidamente registrado, de qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por uma instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos do Concurso: Perito da Polícia Federal
No cargo de perito criminal existem 18 áreas, que apesar das atribuições serem as mesmas, tendo em vista as atribuições técnicas de cada áreas, os cursos superiores exigidos tendem a variar. De maneira geral, os peritos trabalham com a realização de exames periciais em locais de infração.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 1:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Ciências Contábeis ou Ciências Econômicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 2:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Redes de Comunicação ou Engenharia de Telecomunicações, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 3:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Ciências da Computação, Informática, Análise de Sistemas, Engenharia da Computação ou Engenharia de Redes de Comunicação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 4:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Agronômica, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 5:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Geologia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 6:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Química, Química ou Química Industrial, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 7:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Civil, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 8:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Biomedicina ou Ciências Biológicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 9:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Florestal, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 10:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Medicina Veterinária, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 11:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Cartográfica, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 12:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Medicina, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 13:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Odontologia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 14:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Farmácia, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 15:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Mecânica ou Engenharia Mecatrônica, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 16:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Física, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 17:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia de Minas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos Perito Criminal Federal – Área 18:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Elétrica, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação.
Requisitos do Concurso: Papiloscopista da Polícia Federal
O papiloscopista da PF possui atribuições que passam pela supervisão, fiscalização e reconhecimento de fragmentos e impressões papilares, realizando exames e laudos oficias. Além de trabalhar na gestão de bancos de dados e sistemas de identificação humana civil e criminal.
Requisitos para Papiloscopista da Polícia Federal:
Diploma, devidamente registrado, de conclusão de qualquer curso de graduação de nível superior, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC.
O que faz um concursado da Polícia Federal?
A polícia federal possui funções muito importantes para o Brasil, com atribuições que lidam com todas as esferas da sociedade e que presam pelo zelo da ordem pública federal. Suas atividades estão prevista na Constituição Federal de 1988, são elas:
O que faz um Policial Federal?
É função da polícia federal fiscalizar as fronteiras internacionais; combater o contrabando, terrorismo, crimes cibernéticos e pedofilia; investigar as infrações penais; apurar crimes internacionais que envolvam o Brasil; reprimir o tráfico de drogas no país; combater o desvio de dinheiro público, entre outros.
Entretanto, para um desempenho satisfatório, a PF possui alguns cargos e cada um possui sua individualidade e suas funções específicas.
Função de um Agente da Polícia Federal
O Agente da Polícia Federal pode trabalhar de maneira externa ou interna, visando, principalmente, a garantia da segurança das informações coletadas para as investigações.
Ele participa das investigações e das operações policias, prevenindo e combatendo os crimes. Uma das característica desse cargo é a ausência de uma rotina, como o agente possui muitas atribuições, o concursado precisa ser alguém versátil e adaptável.
Função de um Delegado da Polícia Federal
Este cargo é exclusivo para aqueles formados no curso de Direito. De acordo com a Constituição Federal, o delegado atua desde a função policial judiciária da União à administração das questões estrangeiras no Brasil.
O Delegado da Polícia Federal fica responsável pela instauração e chefia das investigações dos crimes contra a União, além de visar a segurança das autoridades estrangeiras. A responsabilidade de coordenação e orientação é somente do delegado.
Função de um Escrivão da Polícia Federal
O Escrivão da Polícia Federal é responsável pelas formalidades dos processos, documentação das peças e pelo acompanhamento do inquérito policial. Aqui, o concurseiro irá lidar com os termos, autos e mandados.
Entre os outros cargos, esse acaba sendo mais administrativo, já que lida com a documentação e prazos, mas que não deixa de ser essencial para a PF.
Função de um Perito da Polícia Federal
Como vimos mais acima, o cargo de Perito Criminal da Polícia Federal possui 19 áreas diferentes, porém as funções gerais são as mesmas para cada uma delas.
É função do perito a realização de exames periciais nos locais e nos instrumentos utilizados para o crime, e a realização da coleta de dados e informações para as pericias. É papel do perito o alcance da prova científica e indiscutível.
Função de um Papiloscopista da Polícia Federal
O Papiloscopista da Polícia Federal auxilia no esclarecimento dos crimes e na identificação das pessoas por meio das suas impressões digitais, tanto as presentes nas palmas da mão quanto as na sola dos pés.
O profissional também é responsável pelos retratos falados, exames prosopográficos (estudo dos traços fisionômicos) e também pela identificação necropapiloscópica (reconhecimento de cadáveres).
Como Estudar para o Concurso da Polícia Federal?
Como já vimos, passar no Concurso da Polícia Federal não é fácil. A concorrência é alta e se o candidato pode ser reprovado por apenas um ponto, que o seu adversário não irá querer desperdiçar. Então, para ter chances reais de aprovação, é necessário dedicação nos estudos.
Também é preciso se organizar de maneira realista, analisando quanto tempo o candidato tem disponível para estudar, quais matérias se tem mais dificuldade ou facilidade, e o mais importante, estudar com base na banca organizadora do concurso.
A banca que, geralmente, organiza as provas da PF é a Cebraspe (antiga CESPE). Ela possui um sistema de pontuação que merece atenção, pois se não bem compreendido, pode facilmente eliminar os candidatos. Para a Cebraspe, os erros e acertos são contabilizados, ou seja, a marcação incorreta faz o candidato perder um ou meio ponto, depende do edital. Em alguns casos, é melhor deixar a questão em branco do que marcar errado.
“Então Clipping, como estudar para a PF?”
Existem várias formas de estudar para o concurso da Polícia Federal, para quem ainda está iniciando e não sabe se foca apenas em um certame ou se inscreve em todos, indicamos a leitura desse post aqui.
E claro, se você tem um perfil autodidata, nós temos nossa plataforma exclusiva para PF. Nela você encontra indicações de aulas, bibliografias, mapas mentais e muito exercícios, que estão disponíveis em cada ciclo e também reunidos na nossa plataforma de questões.
Quais as matérias cobradas no concurso da Polícia Federal?
Baseado do edital do último concurso da polícia federal, em 2021, os conhecimentos exigidos foram:
Agente da Polícia Federal:
Língua Portuguesa
Noções de Direito Administrativo
Noções de Direito Constitucional
Noções de Direito Penal e Processual Penal
Legislação Especial
Estatística
Raciocínio Lógico
Informática
Contabilidade Geral
Delegado da Polícia Federal:
Direito Administrativo
Direito Constitucional
Direito Civil
Direito Processual Civil
Direito Empresarial
Direito Internacional Público e Cooperação Internacional
Direito Penal
Direito Processual Penal
Criminologia
Direito Previdenciário
Direito Financeiro e Tributário
Escrivão da Polícia Federal:
Língua Portuguesa
Noções de Direito Administrativo
Noções de Direito Constitucional
Noções de Direito Penal e Processual Penal
Legislação Especial
Estatística
Raciocínio Lógico
Informática
Contabilidade Geral
Arquivologia
Perito da Polícia Federal:
Língua Portuguesa
Informática
Noções de Direito Administrativo
Noções de Direito Constitucional
Noções de Direito Penal e Processual Penal
Legislação Especial
Raciocínio Lógico
Conhecimentos específico da área
Papiloscopista da Polícia Federal:
Língua Portuguesa
Noções de Direito Administrativo
Noções de Direito Constitucional
Noções de Direito Penal e Processual Penal
Legislação Especial
Estatística
Raciocínio Lógico
Informática
Arquivologia
Biologia
Física
Química
Como montar meu Roteiro de Estudos para o concurso
Para organizar seu plano de estudo, você precisa se basear nos editais e provas dos concursos anteriores da polícia federal. Além de listar quais disciplinas e conteúdos estão presentes no cargo que você deseja, também estabeleça metas e faça um acompanhamento em planilhas.
E não esqueça, você tem que praticar tudo que estuda. Responda questões diariamente para ajudar na fixação, também realize simulados e utilize as notas no seu acompanhamento, por meio deles você poderá analisar quais matérias está se saindo bem e quais merecem uma atenção especial.
Para fazer um planejamento eficiente, certifique-se de que na sua lista de prioridades estão incluídos os seguintes materiais:
Bibliografia sugerida de acordo com o último edital;
Questões com gabarito por tópico do edital;
Clipping diário com as notícias mais relevantes da atualidade;
Edital esquematizado para organização dos estudos;
Simulados semanais sobre atualidades.
Se você se dedica exclusivamente aos estudos, separe pelo menos de 6 a 8 horas diárias para suas preparação. Caso tenha alguma ocupação durante o dia, será necessário analisar sua rotina e separar um tempo disponível para os estudos.
Lembre-se, no seu planejamento deve ser incluído os momentos de lazer, alimentação, descanso, cursinho (se você fizer) e jamais esquecer o exercício físico, afinal, ele é muito importante para o concurso da polícia federal.
Sim! O Teste de Aptidão Física (TAF) da Polícia Federal é uma etapa tão importante quanto as outras, e pode eliminar qualquer candidato, até mesmo aqueles com as notas mais altas nas provas objetivas e discursivas.
Se você não está com um bom condicionamento físico ou não sabe nadar, veja o concurso como uma chance de mudar seu estilo de vida e trabalhe pela sua saúde.
O TAF da polícia federal possui caráter eliminatório e tem, segundo o edital de 2021, o objetivo de avaliar os candidatos para suportar as exigências do Curso de Formação Profissional e desenvolver as competências técnicas para o desempenho eficiente das atribuições dos cargos policiais.
O exame é composto por quatro testes de aptidão física, todos de realização obrigatória, independentemente do desempenho dos candidatos em cada um deles, são eles:
Teste em barra fixa;
Teste de impulsão horizontal;
Teste de natação (50 metros);
Teste de corrida de 12 minutos.
O candidato que se recusar a realizar algum dos quatro testes do TAF será considerado desistente e estará automaticamente eliminado do exame e também do concurso.
Vale lembrar que o candidato deve comparecer na data, local e horário, que são determinados no edital, munidos de roupas adequadas, documento de identidade, atestado médico específico e expedido, no máximo, quinze dias antes da data do exame.
Extra: 4 Dicas para estudar para o concurso da Polícia Federal
O Clipping separou algumas dicas que podem ser aquele diferencial que você precisa para conseguir sua aprovação no próximo Concurso da Polícia Federal.
1. Esteja atento nas matérias que você acha de domina
Como a banca dos concursos da Polícia Federal é o Cebraspe, uma dica para você não estragar meses de preparação: tenha atenção redobrada nas questões de assuntos que você tem mais afinidade. Não menospreze esses assuntos porque pode ser “mais fácil”, estude cada um deles para que seu resultado não seja prejudicado.
2. Fique de olho nas atualidades para as provas discursivas e objetivas
Acompanhe temas polêmicos, operações e julgamentos recentes porque esses temas aparecerão tanto nas questões objetivas quanto na prova discursiva. Também fique por dentro das atualidades do cenário internacional.
3. Foque na qualidade do estudo e na melhor forma de estudar para você
Procure um ambiente tranquilo, afaste as distrações – como celular e redes sociais -, faça valer suas horas diárias de estudo, mesmo que sejam poucas. Faça uma pausa a cada hora, mas lembre-se que o conteúdo do Concurso da Polícia Federal é extenso, então não exagere não não perder o foco.
Observe e entenda qual maneira é melhor para você estudar, as vezes você pode entender o conteúdo mais facilmente quando lê do que quando assiste a um vídeo, tudo bem, faça como funciona para você mas não esqueça se incluir exercícios e revisões no seu planejamento.
4. Fique atento as etapas e conhecimentos específicos para cada cargo
Se você deseja ser Delegado da Polícia Federal, prepare-se para a prova oral desde o início, repita os tópicos estudados em voz alta. Essa técnica além de auxiliar na fixação do conteúdo, também ajudará na postura e oratória. Se você quer ser um Papiloscopista da PF, além de estudar para os conhecimentos gerais, fique atento aos conhecimentos específicos em física, química e biologia.
Os salários dos principais cargos da ABIN, como Oficial de Inteligência, Agente de Inteligência e Oficial Técnico de Inteligência, variam, incluem um mecanismo de progressão complexo, e a reestruturação salarial prevista para 2026 promete valorizar ainda mais esses profissionais.
A carreira na Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) tem atraído um número crescente de candidatos que buscam estabilidade, desafios intelectuais e uma remuneração adequada à importância do cargo. Para aqueles que desejam ingressar na instituição, compreender as faixas salariais e as projeções de crescimento dentro da carreira é essencial para planejar o futuro e tomar decisões informadas.
Neste artigo, detalharemos as remunerações atuais e as alterações esperadas, além de uma análise comparativa entre os diferentes cargos.
A tabela acima apresenta as remunerações dos cargos da ABIN com suas respectivas categorias de nível.
A tabela salarial acima é uma versão simplificada do que está previsto na legislação pertinente, de acordo com a Lei nº 11.776, de 17 de setembro de 2008. A lei estabelece diretrizes e parâmetros importantes que regulamentam a remuneração e os benefícios dos profissionais da ABIN, detalhando as faixas de progressão salarial na carreira, conforme apresentamos nos capítulos seguintes.
Qual é o salário de um Oficial de Inteligência (Salário ABIN 2025)?
Em 2025, o subsídio nos cargos de Oficial de Inteligência da ABIN varia de R$18.116,30 (inicial) a R$25.718,98 (final).
Imagine que, ao iniciar a carreira de Oficial de Inteligência, um profissional começa com um salário de R$18.116,30. Conforme progride, passa por vários degraus até chegar ao patamar máximo, que é de R$25.718,98. Isso significa que, ao atingir o nível mais alto, o oficial pode passar a receber aproximadamente 42% a mais do que o salário inicial.
Categoria
Padrão
Salário (R$)
Especial
III
R$ 25.718,98
II
R$ 25.313,95
I
R$ 24.915,31
Primeira
VI
R$ 24.127,08
V
R$ 23.747,12
IV
R$ 23.373,15
III
R$ 23.005,06
II
R$ 22.642,79
I
R$ 22.286,19
Segunda
VI
R$ 21.581,16
V
R$ 21.241,29
IV
R$ 20.906,79
III
R$ 20.577,53
II
R$ 20.253,49
I
R$ 19.934,52
Terceira
V
R$ 19.303,88
IV
R$ 18.999,88
III
R$ 18.700,67
II
R$ 18.406,17
I
R$ 18.116,30
Com a reestruturação prevista no Termo de Acordo nº 20/2024 firmado entre o governo federal, a União dos Profissionais de Inteligência do Estado (Intelis), a progressão salarial será reajustada.
Em Abril de 2026, caso implementado o previsto no acordo no Congresso, o subsídio para o nível inicial de Oficial de Inteligência será de R$19.973,23, podendo chegar a R$32.657,66 no nível mais alto.
Qual é o salário de um Oficial Técnico de Inteligência (Salário ABIN 2025)?
Para Oficial Técnico de Inteligência da ABIN, o subsídio varia de R$16.690,89 (nível inicial) a R$23.144,49 (nível mais alto). Isso representa um crescimento de 38,7% ao longo da carreira.
Classe
Padrão
Salário (R$)
Especial
III
R$ 23.144,49
II
R$ 22.802,46
I
R$ 22.465,48
Primeira
VI
R$ 21.811,15
V
R$ 21.488,81
IV
R$ 21.171,24
III
R$ 20.858,37
II
R$ 20.550,12
I
R$ 20.246,42
Segunda
VI
R$ 19.656,71
V
R$ 19.366,23
IV
R$ 19.080,02
III
R$ 18.798,05
II
R$ 18.520,27
I
R$ 18.246,56
Terceira
V
R$ 17.715,11
IV
R$ 17.453,31
III
R$ 17.195,37
II
R$ 16.941,25
I
R$ 16.690,89
O cargo também entra na proposta de reestruturação prevista no Termo de Acordo nº 20/2024. Caso aprovado, o valor final pode chegar a R$29.388,60 em Abril de 2026, representando um aumento de 27% em relação ao salário de nível mais alto do cargo.
Qual é o salário de um Agente de Inteligência (Salário ABIN 2025)?
Em 2025, o subsídio dos Agentes de Inteligência da ABIN varia de R$6.869,43 (nível inicial) a R$11.805,13 (nível mais alto). Isso representa um aumento de 72% ao longo da carreira.
Em Abril de 2026, caso implementado votada o previsto no acordo no Congresso, o subsídio para o nível inicial será de R$7573,55, podendo chegar a R$14.990,02 no nível mais alto.
Análise comparativa entre as remunerações da carreira:
Oficiais vs. Agentes:
Oficial de Inteligência: O maior subsídio (na classe Especial III) é de R$ 25.718,98, enquanto o menor (na Terceira I) é de R$ 18.116,30. Essa variação representa um aumento de aproximadamente 42% ao longo da carreira.
Oficial Técnico de Inteligência: Apresenta uma progressão semelhante, com o maior subsídio (Especial III) de R$ 23.144,49 e o menor (Terceira I) de R$ 16.690,89 – cerca de 38,7% de aumento.
Agente de Inteligência: Aqui, a variação é mais acentuada: de R$ 6.869,43 (Terceira I) até R$ 11.805,13 (Especial III), o que corresponde a um acréscimo de aproximadamente 72%.
Esses números sugerem que, enquanto os oficiais possuem uma faixa de progressão mais “compacta”, os agentes – tanto os gerais quanto os técnicos – têm um crescimento percentual mais expressivo, o que pode indicar uma estratégia de valorização diferenciada ou uma estrutura de carreira que permite ganhos mais significativos conforme a progressão.
Divisão em classes nas carreiras:
Nos cargos de Especial, há apenas três subdivisões (III, II, I), enquanto nas fases Primeira e Segunda há seis subdivisões e na Terceira há cinco.
Essa granularidade maior em fases intermediárias sugere que os servidores podem ser avaliados de maneira mais detalhada no início da carreira, com incrementos menores e progressivos que acumulam até a transição para a etapa mais “especializada”.
Oficial vs. Oficial Técnico:
Os oficiais (não-técnicos) têm, em geral, subsídios cerca de 10% superiores aos dos oficiais técnicos, tanto no topo quanto na base da escala.
Essa diferença pode refletir a valorização diferenciada de funções dentro da carreira de inteligência, destacando uma possível ênfase em competências não-técnicas para certos cargos ou funções de comando.
Conclusão
Para candidatos interessados em ingressar na ABIN, é essencial acompanhar as atualizações sobre concursos públicos e estar preparado para os desafios dessa carreira estratégica para o país. Com a modernização da estrutura salarial e novas oportunidades surgindo, o futuro promete ser promissor para os profissionais da inteligência no Brasil.
A reestruturação salarial da ABIN representa um avanço significativo para a valorização dos profissionais da área de inteligência. Com reajustes previstos de até 27% até 2026, as carreiras na agência se tornam ainda mais atrativas para aqueles que buscam estabilidade, crescimento profissional e uma remuneração competitiva.
Com a reestruturação salarial prevista e a valorização crescente da carreira de inteligência, esse é o momento ideal para começar — e o Clipping é a plataforma certa para te acompanhar nessa jornada.
A plataforma reúne um plano de estudos completo, com organização feita por especialistas, atualidades diárias selecionadas com foco na banca e todo o conteúdo exigido no edital já estruturado com bibliografia e materiais complementares.
Para garantir uma preparação consistente, o Clipping oferece mais de 4.800 questões comentadas e o Clipping AI, uma inteligência artificial que conta com ferramentas de geração de questões, flashcards, mapas mentais e esclarecimento de dúvidas.
E para quem quer se destacar nas discursivas, a plataforma também oferece apoio especializado, com correção de textos voltada para o perfil do concurso da ABIN.