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Referências bibliográficas para novos tópicos de Economia

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Com as mudanças no Edital do CACD 2017, é preciso estar atento para alguns tópicos que pipocaram de última hora nos programas de Economia e de Política Internacional. Não é o caso de se desesperar com as novidades! Não se trata de uma revolução ou reviravolta no concurso; tampouco é primeira vez que essas atualizações no conteúdo programático surgem na reta final. Mas é, sim, uma mudança significativa e é, sim, o caso de correr atrás em tempo recorde desses conceitos básicos para eventualmente não boiar em um ou outro item da prova.

Complicado, mas fazer o quê? Mas CACD tem dessas coisas… Nesses momentos, mais do que nunca é importante ficar de olho no que dizem os professores especializados no concurso. Merece a atenção dos candidatos a atualização bibliográfica proposta pelo Prof. de Economia Emanuel Sebag, do Curso Sapientia.  Confira a relação das indicações bibliográficas

 

Economia: referências para novos tópicos do Edital do CACD 2017

 

*Conteúdo elaborado pelo Prof. Emanuel Sebag, do Curso Sapientia. Proibida a venda. Reprodução autorizada, desde que citada a fonte

1.3 Tipos de Mercados e de bens. 1.3.4 Tipos de bens. 1.3.5 Bens públicos.  1.3.6 Bens rivais. 1.3.7 Recursos comuns e Bens comuns. 1.3.8 Externalidades.

 MANKIW, N. Gregory, Introdução À Economia – 4a Edição. Caps. 10 e 11

1.4 Noções de Teoria dos Jogos. 1.4.1 Jogo, estratégia, perfil e pay-off. 1.4.2 Estratégias dominantes. 1.4.3 Equilíbrio de Nash. 1.4.4 Melhora de Pareto. 1.4.5 Dilema do Prisioneiro. 1.4.6 Aplicações ao estudo de oligopólios: Modelos de Cournot, Bertrand e Stackelberg. 1.5 Introdução à análise de custo-benefício.

VARIAN, Hal R., Microeconomia: princípios básicos – 7a edição. Caps 27, 28 e 29.

​MANKIW, N. Gregory, Introdução À Economia – 4a Edição. Caps. 16 pp. 230- 360.

2.2 Contas Externas. 2.2.3 Atualizações Metodológicas do Balanço de Pagamentos.

BPM5 – BPM6

Notas sobre o setor externo no site do BCB (abril 2017)

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Item 2.1.5.4

2.2.4 Indicadores de Liquidez Externa.

Indicadores de liquidez externa de curto prazo

  • Transações Correntes / PIB.
  • Dívida Externa de Curto Prazo / Reservas próprias.
  • Necessidade de Financiamento Externo = Transações Correntes – Investimento Externo Direto).
  • Pagamento de Juros / Exportações de Mercadorias.

2.2.5 Indicadores de Solvência Externa.

Indicadores de solvência externa de médio e longo prazo

  • Dívida Externa Total / PIB.
  •  Dívida Externa Total / Exportações.
  • Serviço da Dívida Externa / Exportações de Mercadorias.
  •  Reservas Internacionais / Dívida Externa Bruta.
  •  Serviço da Dívida Externa / PIB.
  •  Dívida Total Líquida (Dívida Total – Reservas Internacionais) / Exportações.
  •  Passivo Externo Líquido:

     

    Ativo (Investimento direto no exterior + investimentos em carteira no exterior + derivativos + outros investimentos + ativos de reservas)

    (-) menos Passivo (Investimento externo direto no país + investimentos externos em carteira + derivativos + outros investimentos).

2.3 Economia do Setor Público e Política Fiscal. 2.3.1 Gastos e receitas do governo. 2.3.2 Política orçamentária e equilíbrio orçamentário. 2.3.3 Conceitos de superávit e déficit público. 2.3.4 Abordagem Ricardiana da Dívida Pública. 2.3.5 Endividamento e responsabilidade fiscal. 2.3.6 Papel do Governo. 2.3.8 Efeitos fiscais sobre a política monetária.

​MANKIW, N. Gregory, Macroeconomia – 5a edição. Cap. 15.

2.4 O modelo IS-LM- BP

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Item 2.3.8.

2.5 Teoria e Política monetária. 2.5.5 Tipos de Inflação.

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Item 2.2.3.

2.6 Política Monetária. 2.6.3 Inflação e Taxa de Juros. 2.6.4 Política Monetária Não-Convencional.

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Item 2.3.6.

2.6.5 Conceitos Básicos da Regulação e Supervisão do Sistema bancário, financeiro e do Mercado de Capitais.

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Itens 3.6.5 e 3.6.6.

2.7 Crescimento e Desenvolvimento Econômico. 2.7.1 Teorias de Crescimento Econômico.

MANKIW, N. Gregory, Macroeconomia – 5a edição. Cap. 7.

2.7.2 O papel da inovação no crescimento econômico: os modelos Solow e Schumpeteriano.

TORRES, Ricardo L., A “inovação" na teoria econômica: uma revisão 

COSTA, Achyles B., Teoria Econômica e Política de Inovação.

MANKIW, N. Gregory, Macroeconomia – 5a edição. Cap. 8, itens 8.1 e 8.4.

SOLOW, R. Technical change and the aggregate production function. Review of Economics and Statistics, v. 39, 1957, pp. 312-320.

SCHUMPETER, J.A. Teoria do desenvolvimento econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo econômico (1 ed., 1934). Tradução de Maria Sílvia Possas. Coleção Os Economistas. São Paulo: Nova Cultural, 1997.

2.7.3 Fundamentos teóricos do desenvolvimento econômico sustentável

O principal nome a estudar os fundamentos teóricos do desenvolvimento sustentável é José Eli da Veiga. Segue uma resenha de Ignacy Sachs sobre sua principal obra

2.7.4 A armadilha da renda média.

IAQUINTO, Kalinda; MONTEIRO, Solange e THIMOTEO, Thais: Desafios do crescimento

Ben Ross Schneider. Entrevista revista Exame: A pobreza das nações 

Renda média: armadilha ou percalço? David Kupfer – Valor Econômico 08/04/13 

2.7.5 Experiências bem-sucedidas de desenvolvimento socioeconômico no pós-Segunda Guerra Mundial.

MANKIW, N. Gregory, Macroeconomia – 5a edição. Cap. 7 – Estudo de Caso Japão e Alemanha

Chang H-J. 2003. Globalization, Economic Development and the Role of the State. Zed Books: London, UK; New York, NY.

Chang H-J, Os Maus Samaritanos.

2.7.6 Experiências bem-sucedidas de política industrial e de inovação no pós-Segunda Guerra Mundial.

CARDOSO JR., José Celso; ACIOLY, Luciana; MATIJASCIC, Milko. (Orgs.) Trajetórias recentes de desenvolvimento: estudos de experiências internacionais selecionadas. Brasília: IPEA, 2009.

ALCOFORADO, F., Globalização e Desenvolvimento. Cap. 2 Experiência desenvolvimentista 

Cap 1. Produtividade no Brasil: Desempenho e determinantes 

2.7.7 Princípios de economia institucional. 2.7.8 Arranjos institucionais e desenvolvimento econômico. 2.7.9 Crenças, Contratos e Instituições.

A Economia Institucional e as três dimensões das instituições 

Nova Economia Institucional. Pondé. 

2.8 Teorema de Coase.

MANKIW, N. Gregory, Introdução À Economia – 4a Edição. Caps. 10. Pp. 214-215

2.9 Emprego e renda 2.9.1 Conceito de Desemprego. 2.9.2 Tipos de Desemprego. 2.9.3 Determinação do nível de emprego. 2.9.4 Indicadores do mercado de trabalho. 2.9.5 Lei de Okun.

BAUMANN, Renato; GONÇALVES, Samo S., Manual do Candidato de Economia 2017. Item 2.2.2.

3.1 Teorias de Comércio. 3.1.1 Teorias clássicas, Neoclássicas e contemporâneas do comércio internacional. 3.1.2 Teorias explicativas do comércio de bens industrializados. 3.1.3 O comércio intrafirma e intrassetorial. 3.1.4 O papel das economias de escala e da concorrência imperfeita para o comércio internacional. 3.1.5 Cadeias Globais de Valor.

SARQUIS, José B., Comércio Internacional e Crescimento Econômico no Brasil – FUNAG 

3.2 Macroeconomia aberta. 3.2.5 A relação câmbio-exportações no curto e no longo prazo. 3.2.6 A Curva "J". 3.2.7 A relação poupança externa-crescimento econômico. 3.2.8 A relação câmbio-juros-inflação. 3.2.9 A Trindade Impossível de Mundell-Fleming.

 MANKIW, N. Gregory, Macroeconomia – 5a edição. Cap. 12

Effects of depreciation and devaluation of the exchange rate

3.3 Comércio e Investimentos Internacionais. 3.3.1 Política Comercial e de Investimentos. 3.3.3 A utilização de medidas não tarifárias como barreiras ao comércio internacional. 3.3.4 O papel dos acordos de investimentos na atração de investimentos diretos no país (IDP). 3.3.5 Modelos de acordos de investimentos. 3.3.6 O ambiente de negócios e a atração de investimentos diretos no país (IDP). 3.3.7 A importância da internacionalização das empresas brasileiras para a economia do Brasil. 3.3.8 As agências e órgãos governamentais brasileiros responsáveis pela formulação, coordenação e implementação das políticas de comércio exterior.

SARQUIS, José B., Comércio Internacional e Crescimento Econômico no Brasil – FUNAG. Cap 4

3.4 O Sistema de Comércio Internacional. 3.4.5 Os mega acordos regionais e os novos temas das negociações comerciais multilaterais. 3.4.6 Os acordos bilaterais e plurilaterais OMC-Plus e OMC-Extra.

Textos do LXV – CAD Relações Econômicas e Comerciais Internacionais 

4.9 Economia Brasileira nos anos noventa. 4.9.1 Abertura (comercial e financeira) parcial da economia brasileira. Há um debate crescente que redimensiona o nível da abertura implementada nos anos 90. Ainda que existam críticas quanto ao caráter unilateral da abertura econômica brasileira, a compreensão de seu caráter parcial parece surgir como um novo consenso, ainda que delicado. 4.9.2 O êxito do Plano Real. 4.9.3 Os Benefícios da estabilidade econômica. 4.9.4 As reformas institucionais do Governo Fernando Henrique Cardoso 4.10 A economia brasileira na primeira década do século XXI. 4.10.1 As diferenças na política econômica entre o primeiro e o segundo mandato do Governo Lula. 4.10.2 Os efeitos positivos das políticas distributivas de renda.

ABREU, Marcelo de Paiva, Ordem do Progresso. Nova edição, 2014. Caps. 16 e 17.

4.11 Tópicos atuais de discussão. 4.11.1 A deterioração das contas públicas e seus impactos sobre a economia brasileira. Atual crise fiscal do governo federal e dos governos estaduais. 4.11.2 A Nova Matriz Econômica. Política econômica do Governo Dilma

Roberto Ellery e George Henrique Cunha: Uma análise da nova matriz econômica brasileira. 

Nova matriz econômica brasileira ouve anúncio de morte

4.11.3 A baixa produtividade da economia brasileira.

Debate acerca de leis trabalhistas, carga tributária e baixo investimento em infraestrutura. Ademais, há o clássico debate acerca do papel da educação.

Caps. 1 e 4. Produtividade no Brasil, desempenho e determinantes.

 4.11.4 A relação entre abertura comercial, produtividade e inovação.

Perspectiva liberal do crescimento e do desenvolvimento econômico. Bibliografia Sugerida: Abertura Comercial e produtividade. Lia Baker Valls Pereira. FGV/IBRE – Uerj.

4.11.5 A economia política da política comercial brasileira. 4.11.6 A redução relativa e precoce do setor industrial no PIB brasileiro.

Há a ideia, na teoria econômica, de que economias maduras fazem uma transição do setor industrial para o setor de serviços. No Brasil, essa transição parece ocorrer precocemente, antes que o nível de renda agregada seja considerado satisfatório para atender as diversas demandas sociais.

 

Nossa você leu o post todo até aqui embaixo? Que lindo isso! 

Uma mensagem importante para fechar…

Tão importante quanto o conteúdo é estar atento na identificação de uma lógica, de um sentido, subjacente a toda a inserção desses novos tópicos. Nas palavras do Prof. Emanuel Sebag o objetivo dessas mudanças é, ao que tudo indica, 

trazer abordagens mais contemporâneas para o tratamento das diversas áreas da economia, com um enfoque destacado para as discussões contemporâneas acerca dos determinantes do desenvolvimento econômico, embora a perspectiva da banca, em linhas gerais, pareça permanecer mais liberal.

Curtiu as indicações? Tem alguma outra referência para os tópicos? Deixe abaixo no comment…

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