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Prova de ECO 100% comentada!

*Por Marcello Bolzan

Pessoal do Clipping, 

Bom dia!

Abaixo segue meu parecer sobre cada uma das questões. Não se trata de gabarito que eu tenha feito. Trata-se apenas de levantamento e de minha opinião sobre as questões. As explicações são dadas por mim, desconsiderando a postura do CESPE (jurisprudência cespiana). Então, não tenho comprometimento, aqui, de me igualar ao gabarito maluco que a banca vez ou outra coloca.Que esses escritos sirvam apenas para pautar a elaboração de recursos que posteriormente deverão ser colocados. Penso assim contribuir à comunidade de forma lógica e não taxativa.  Claro, com a saída do gabarito veremos as incompatibilidades e proporemos recursos sobre aquelas assertivas que podem ser questionadas.Infelizmente, ao longo dos últimos anos, o CESPE, por sua postura autoritária com relação aos recursos e pela falta de transparência, têm impedido um julgamento técnico e fundamentado em real bibliografia – como esse que fiz abaixo.  Proporei, a partir dos comentários abaixo, modelos de recursos, que vocês devem interpor à banca. Publicarei com o Clipping CACD tão logo tiver o gabarito em mãos. Portanto, se puderem fazer o gabarito chegar a mim. Estou de férias e fica um pouco complicado com a internet aqui.  Forte abraço.  Bolzan 

 

#.Questão 68

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1. (O balanço de serviços…)

Na tabela o Balanço de Serviços apenas contempla viagens internacionais (saída de 13 milhões), pagamento de royalties (saída de 9 milhões) e pagamento de fretes (saída de 6 milhões). Perceba que ele não precisa nem mostrar o sinal (o que impede recursos sobre as metodologias, ok? Ele se saiu bem dessa). Assim, o saldo de serviços é de 28 milhões. 

2. (Ocorrendo saldo negativo…)

Questão muito muito mal elaborada. Se houver saldo negativo no BP, devemos compensá-lo por superávits em conta corrente ou por absorção de capitais. Essa operações certamente absorverão reservas internacionais. A questão, apenas, não deixa claro se por “reservas internacionais” há referência ao dinheiro em caixa que o Bacen brasileiro possui (e aí ele poderia estabilizar o BP) ou se está falando do dinheiro que há no resto do mundo e que o Brasil poderá absorver como passivos. Porém, os dois casos levariam a uma compensação no balanço, desde que houvesse lançamentos que revertessem fluxo de renda ou trânsito de capitais. 

3. A aquisição de ações…)

O mercado primário de ações é aquele dado por ações vendidas pela primeira vez pela empresa. A empresa vai até a bolsa de valores, vende ações, ganha dinheiro, reinveste, cresce e fica feliz. O mercado secundário se dá a partir da revenda das ações que foram colocadas primariamente pelas empresas. Ou seja, você vai e compra a ação de um coleguinha que comprou o ativo quando a empresa o colocou no mercado primário.

Nesse caso, a empresa não ganha dinheiro diretamente para investimentos, mas tem seu valor majorado, já que se todos buscam a ação da empresa é sinal de que ela terá mais valor no mercado e quando abrir novas ações ganhará mais dinheiro. Porém, o grande erro da questão está em dizer que

reinvestimentos não aumentam o capital na economia. O dinheiro é reinjetado diretamente na estrutura produtiva. Claro que há acumulação de capital e maior capacidade produtiva. 

4. (O movimento de capitais…) 

Cara, é impressionante como o CESPE insiste em usar terminaologias que o Bacen não mais aceita. “Movimentos de Capitais Autônomos” foi substituído há mais de uma década. Agora, falamos em conta capitla e conta financeira. Cabe recurso aqui dizendo que a banca utilizou metodologia anacrônica e não oficial. Eles já anularam uma questão em 2013 por isso. Mas, mesmo assim, a questão está errada. A conta CCF, no exercício, é formada por Investimentos estrangeiros (18), reinvestimentos (10), investimentos em carteira – ações(11),  Amortizações (-7) e empréstimos obtidos (22). O saldo é positivo e igual a 54.  

 

#. Questão 69

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1. (O Brasil tem defendido…)

Se há tentativa de liberalização, não há motivo para majoração de tarifas e sim, clara discussão acerca da possibilidade de redução das mesmas. Em busca do livre comércio e inserção externa. 

2.(O Brasil e vários países..)

 Realmente, o desfecho da Rodada Doha foi capitaneada pelas discussões recentes acerca dos produtos agrícolas, sendo o Brasil um dos principais líderes na plataforma de negociação. Inclusive, ajudando a “destravar” a Rodada como foi amplamente divulgado pela imprensa.

3. (Nas Rodadas do antigo GATT…)

De modo geral, as Rodadas antigas, por força das economias centrais, tenderam a focar as discussões em produtos de mais alto valor agregado, acelerando assim a proteção e maior inserção do mundo desenvolvido nas chamadas cadeias globais de valor. Os países em desenvolvimento lutaram nas rodadas futuras para ganhar maior espaço para a discussão acerca dos agrícolas. 

4. (Entre as principais distorções…)

Há uma inversão das palavras “interna” e “externa”. A taxação, de modo geral, ocorre sobre as importações (para impedir que as divisas vazem e que a indústria nascente no país se consolide) e os subsídios sobre as exportações (para arregimentar divisas externas e promover a competitividade das exportações do país por variações de custo e preços no mercado internacional)

 

#. Questão 70

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1. (A política de fixação…) 

 A questão fala sobre o período do Milagre Econômico. A equipe de Delfim Neto, a partir de janeiro de 1968, começou a alterar intensamente a dinâmica cambial do país. Podemos dividir essas ações em 3 momentos: até janeiro, o câmbio é fixo e desvalorizado. A partir daí, a equipe promove desvalorizações com longos espaçamentos, que chegam a nove meses entre si.

Após agosto de 1968, a equipe adota o sistema de crawling peg, com minidesvalorizações cambiais recorrentes, com espaçamentos de um a dois meses entre si. Outras medidas não cambiais foram adotadas e lograram êxito no estímulo às exportações.

Porém, como se pode perceber, com minidesvalorizações recorrentes não se pode falar em câmbio fixo permanente e não há desvalorizações nos primeiros dias do mês. As desvalorizações poderiam ocorrer mensalmente ou bimestralmente. Claro, o governo não revelaria o dia da desvalorização, já que se sabia das ações das expectativas de mercado sobre o câmbio e o risco de ataque especulativo. 

2. (No sistema conhecido como…) 

 O sistema de crawling band nada mais é do que o sistema de bancas cambiais ou a forma mais básica de câmbio misto. São estabelecidos limites inferiores (valorizados) e superiores (desvalorizados) para a taxa de câmbio.

Dentro das bandas, o câmbio flutua livremente. Fora das bandas há intervenção para jogar a taxa de câmbio para dentro da banda novamente. As bandas podem (e normalmente são) ser revistas e ajustadas periodicamente ao contexto econômico. 

3. (Ao se adotar como moeda local…)

Quando se está em uma união econômica, há a orientação geral para as políticas que lidam com valores da moeda. Não há como um país apenas influenciar o câmbio e a liquidez em sua economia, já que há a necessidade de criação de Bacen para o bloco. Perde-se a autonomia das políticas de curto prazo e em compensação busca-se a equalização do desenvolvimento dos países membros.

Perceba que parte do drama da Grécia atualmente é a incapacidade de lidar com o câmbio e com os juros internamente. Assim, têm-se a dependência direta da Troika e suas exigências (comissão europeia, bacen europeu e FMI). 

4. (O chamado currecy board…)

O sistema de currency board (ou comitê monetário) é a criação de um instituição de controle das variáveis que podem afetar a liquidez da moeda nacional. A principal medida do comitê é manter a fixação geral do preço da moeda nacional tendo como base a quantidade de moeda estrangeira em reservas. Ou seja, só será possível emitir moeda nacional quando houver moeda estrangeira, em uma relação, quase sempre, de um para um.

Se o país recebe reserva, o comitê emite mais moeda nacional. Se o país perde reservas o comitê destrói moeda nacional. Esse é um dos tipos de dolarização (dolarização às escuras – já que a moeda nacional é que circula, mas sempre lastreada no dólar).

O problema desse sistema é que, quando aplicado a países que apresentam deterioração dos termos de troca e grandes diferenças de agregação de valor entre produtos importados e exportados, pode-se ter terrível perda de divisas, o que compromete a liquidez do país, já que a política monetária está vinculada à quantidade de moeda forte em caixa do Bacen. Em outras palavras, o currency board é o responsável pela moderna “crise de liquidez”. Lembra da época do café?

 

#. Questão 71

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1. (O Plano de Metas…) 

Bom… tecnicamente, a questão está errada. Realmente, o Plano de Metas tem como foco a superação dos gargalos em cinco setores: transporte, energia, bens de capital (intermediários), alimentação e educação. Cada setor possui cinco metas gerais (30 metas no todo). A indústria de base, certamente, foi foco do plano, já que fundamenta a lógica do PSI colocada intensamente na década de 50. Porém, cabe recurso claro na questão. Primeiro, porque as 30 metas não englobam a indústria de base. Na verdade, viabilizam setores que darão maior dinâmica à indústria de base e de bens duráveis. Novamente, as trinta metas não são metas da indústria de base, mas sim, da infraestrutura necessária para que essa indústria exista (transporte, energia, bens de capital (intermediários) e produtividade). Segundo, o examinador esqueceu-se da meta síntese: Brasília. Apesar da historiografia política não considerar Brasília uma meta econômica, a historiografia econômica considera. Basta pegar o livro do Fábio Giambiagi (Economia Brasileira Contemporânea) que você verá isso explicitamente. Vamos ver como o querido examinador avalia os recursos. Julgo que caberia recurso, que deve ser fundamentado pelo livro supracitado e que a banca deverá ter a coragem de anular a questão. 

2. (Nos anos 50…)

Questão bastante confusa, mas está correta. Tudo se passa no contexto da CMBEU durante o segundo governo Vargas. Tal comissão elaborou mais de quarenta projetos de intervenção para a redução de gargalos e expansão econômica em setores estratégicos. Lafer e a equipe econômica de Vargas criaram o Programa Nacional de Reaparelhamento Econômico, tendo como principal objetivo, concretizar, com capital nacional e estrangeiro, os projetos da CMBEU. A ênfase de do Plano recairia realmente sobre Transportes e Energia. Fora criado um Plano Nacional de Eletrificação para executar os projetos mais direcionados para esse setor. A criação da Petrobras também está inserida nesse cenário. A grande articuladora dessa somatória de planos, programas e projetos foi a equipe de Lafer e por meio de fundos específicos geridos pelo BNDES (aliás, é nesse momento que o BNDES é criado) buscou efetivar tudo o que fora proposto pela CMBEU. Mudanças na política americana postergaram grande parte dos projetos da CMBEU que apenas serão retomados durante o Plano de Metas pela Comissão BNDE – CEPAL. 

3. (A segunda metade…)

Certa. De fato, é a partir da segunda metade do século XIX que há expansão logística por ferrovias (que serviram como lastro para os fundings loans da primeira década republicana), maior expansão bancária (casas de crédito financiadoras da operação do café – bancos de exportação) e a mão de obra na produção cafeeira foi, em parte, associada a fluxos de estrangeiros, aumentando a produtividade nas colheitas. Talvez, possamos discutir a questão da palavra “início”.

Há ferrovias anteriores, mesmo que de baixa rodagem. Mas, tenho muitas dúvidas se isso seria levado em conta em um eventual recurso. 

4. (Foi fator decisivo…)

Errada. Após o choque de 1929, o governo Vargas, a partir de 1933, começa a reverter, aos poucos, a política de contração que havia sido adotada momentos após a crise. Por pressões dos credores externos, a equipe econômica ao longo de 1930 e 1931 adotoam enxugamento orçamentário e contração monetária.

A extrapolação do padrão ouro nos países europeus e a dinâmica aberta da renda americana rteforçaram o cenário de crise até 1933. A partir daí, a equipe econômica brasileira adota, nitidamente, as políticas expansivas que serão verificadas durante o Estado Novo, propondo um errático plano de desenvolvimento interno. As expansões revertem as políticas ortodoxas e criam intensos investimentos públicos que ficarão mais nítidos ao longo do Estado Novo. A política de defesa ao café foi fundamental para a mudança do eixo dinâmico, como afirma Furtado. A questão da data está correta: 1933 foi o ano de reversão direta das posturas ortodoxas. 

 

#. Questão 72

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1. (Conforme o diagnóstico…)

Devemos tomar o disgnóstico inflacionário do Plano Real como o mais abrangente possível. Tería componentes inerciais e de demanda. Assim, no primeiro momento, a URV faria o combate inercial, desmantelando a memória inflacionária. No segund momento, as âncoras econômicas deveriam manter a demanda restrita e sustentar os ganhos da primeira fase. Assim, foram lançadas a âncora cambial, a âncora monetária e a âncora fiscal. A última foi calcada na redução de gastos em capital (investimentos e infraestrutura pública), gastos correntes (que mantém o funcionamento do serviço público), privatizações (enxugamentos de aparelhos indiretos, transferidos à iniciativa privada lucrativa) e publicizações (enxugamentos de aparelhos indiretos, transferidos para iniciativa privada sem fins lucrativos). Foi criado um micro aparato de regulação, muito insipiente. Ou seja, não se pode dizer que houve crescimento do tamanho do aparelho do Estado. O Ministerio da Adminsitração e da Reforma do Estado foi encarregado de objetivar, por projetos gerencialistas, o corte de grande parte do aparelho governamental. 

2. (A terceira fase…) 

 A criação é para alguns a primeira fase e para outros a segunda fase do Plano Real, nunca será, na academia, a terceira fase. Além disso, a URV não mantinha a paridade estrita com o dólar e nem com o Cruzeiro Real, já que era formada pelo valor da moeda forte (americana) e por outros quatro índices inflacionários que se fundiram em três índices (dentre eles o IPCA que será importante em 1999, com  a adoção do regime de metas econômicas.

Ou seja, não há paridade pura – temos os índices de inflação que a questão desprezou. E, por fim, o sistema de ancoragem vem após a URV e não antes, como a questão coloca. 

3. (No primeiro governo …)

Bobagem enorme. O governo Lula mantém o regime de metas econômicas que fora criado em 1999. Não há abandono da estabilidade, ao contrário, o PT antes da vitória na corrida presidencial já reforça o não abandono na mídia. De fato, apenas com a crise de 2007-2008 é que a economia tende a um crescimento, mas nunca abandonando o projeto ortodoxo do fim dos anos oitenta. Para ver isso, basta olhar para a tendência , muito, muito gradual de queda nos juros ao longo dos anos 2000.

4. (Os efeitos da crise de 2008…)

Após a crise o que se nota é uma elevação dos do crédito para produção e consumo interno. O governo buscou alternativas à crise investindo internamente na produção de commodities agrícolas, bens intermediários e abertura de crédito ao consumo e às indústrias. Isso explica o grande crescimento a partir de 2009-2010.

 

#. Questão 73

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1. (A moratória do México…)

A moratória mexicana afetou diretamente a economia brasileira.  As expectativas dos agentes aplicado resposta se deteriorou consideravelmente e houve risco intenso de fuga de capitais,  que se concretizou ao longo de 1982 e 1983. A a ameniza ao da situação apenas foi dada pela maxidesvalorizacao,  acompanhada de uma plano de reescalonamento e aporte de dívidas (trienal) com o FMI.  O pacote deveria ser pago em tres anos a contar de 1984. Com o vencimento das parcelas e o não pagamento de juros atrasados,  a equipe de bresser Pereira,  em 1987, decreta moratória sobre os juros fechando canal importante de financiamento.

2.( O Plano Cruzado foi…) 

Errada.  Tudo errado.  O plano cruzado,  com diagnóstico inercial heterodoxo,  adotou a estratégia de congelamento de preços,  tabelamento dos salários e a destruição da ortn (correção monetaria).  Não há mudança nas políticas econômicas de curto prazo.  O plano bresser adota medidas ortodoxas e heterodoxas,  que vão desde contrações da demanda até congelamentos de preços e salários.  Porém,  há o afastamento do FMI pela moratória decretada sobre o empréstimo trienal.  E,  por fim,  essa questão eu já vinha falando em sala o ano inteiro: não existe plano feijão com arroz.  Foi apenas uma condução ortodoxa tradicional.  O plano do Mailson foi o plano verão no final de 1989.

3. ( O debate econômico…)

A questão é bastante confusa. Trata-se da “jurisprudência Cespe” certamente. Muito estranha. De modo geral, o que o examinador estava esperando era que você soubesse que durante os anos oitenta o debate sobre a inflação inercial, suas causas e modos de combate, não recaíssem apenas sobre as expectativas passadas. De fato, houve, por exemplo, diagnósticos que levantavam o problema do pacto social, em que a interação entre salário e preço inaugurava uma espiral ascendente de preços. Esse diagnóstico foi dado durante o plano Bresser e, por isso, houve duplos congelamentos.

No entanto, a palavra “estruturalista” é bastante aberta, englobando discussões sobre a inflação de custos também. Se a banca levar em conta que os custos estavam motivando a inércia, podemos ter problemas, uma vez que isso não é um diagnóstico puro de inflação inercial, mas sim inflação de custos. Penso que a banca deverá raciocinar levando em conta o primeiro comentário. Vamos aguardar. 

4. (Os problemas econômicos enfrentados…)

O governo Figueiredo sofreu de forma aberta com as crises externas, como por exemplo o choque do petróleo e a crise da dívida mexicana. Não havia nessa época fluxo intenso de divisas pelo mundo já que muitos países centrais elevaram suas taxas de juros e a recessão foi colocada. Não se pode confundir os efeitos do primeiro choque do petróleo, com o segundo choque. No primeiro, há reciclagem de petrodólares, no segundo os países periféricos têm suas reservas desarticuladas e recorrem, em grande, parte a aportes do FMI.  

Já tem comentários de professores no rolando no Hotsite, já viu, certo?!>>> http://clippingcacd.com.br/cacd2015

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