Você sabia que essa semana o Clipping CACD faz seu primeiro ano de aniversário? Pois é, o tempo voa e já tem 1 ano que de Clipping CACD. São muitas emoções! Por isso o Clipping gostaria de fazer uma festa bem diferente. O Clipping pela primeira vez vai revelar sua história secreta, os seus bastidores. Por que fazer isso em plena semana de aniversário? Porque é uma forma de o Clipping não só explicar para os novos membros de onde ele veio, mas sobretudo uma forma do Clipping relembrar a si mesmo suas raízes. O Clipping cresceu, sim, e muito… Já não são mais centenas. São milhares de assinantes. A fórmula de sucesso dessa história sempre foi manter-se fiel às origem. Por isso, estamos aqui contando nossa história.
Ao longo dessa semana ao Clipping CACD vai abrir de pouco a pouco sua caixa preta: (quase) tudo será revelado.
Todo aniversariante tem direito a um pedido, certo? O Clipping queria pedir que você o ouvisse do começo ao fim dessa postagem. Afinal, abrimos nossa história para que você a conheça. O Clipping promete tentar não te entediar muito. E até dividiu o post em capítulos curtinhos. Separamos esse primeiro post sobre a história do Clipping em 6 capítulos:
- 1 Era uma vez na pizzaria
- 2 Algo terrível aconteceu!
- 3 Em busca do Santo Graal
- 4 A ideia mais rídicula de todos os tempos
- 5 Cansei, gente. Foi malz. Boa sorte e até nunca!
- 6 A saída está no código!
O capítulo 7 em diante fica para o posts de amanhã aniversário que o Clipping soltará nessa semana,certo?
Aqui vamos nós:
#. Capítulo 1: Era uma vez na pizzaria…
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Era uma vez, um grupo de jovens CACDistas como tantos outros . Tinham passagem por praticamente todo cursinho que você pode imaginar, tinham tonelada de fichamentos que carregavam no roteiro casa-trabalho-cursinho e, também, tinha uma situação financeira que, após anos de investimento no CACD, "inspirava cuidados".
Como você, CACDista, já deve ter percebido, a rotina de estudo para o CACD aproxima as pessoas, gera amizades, namoros, pegações, e outras coisas que nem podemos falar aqui em horário nobre. E como você, candidato ao CACD, já deve ter percebido, bons amigos de CACD sempre tem um point. E com esses amigos não poderia ser diferente. Reuniam-se semanalmente, em uma certo restaurante para uma pizza. O sabor? Nunca variava. Era tradição: 1 calabresa e 1 portuguesa e uma 1 coca 2 litros. Nesses encontros, era proibido falar sobre CACD. A ideia desses distraie e focar em outros interesses comuns: adestramento de cães, video-game, algoritmos e tecnologia. Esse proibição de não falar de CACD funcionava? É claro que não!
Antes mesmo de pedir as pizzas, o assunto já tinha migrado de para as teses novas do Doratioto, o livro que o Amado Cervo estava escrevendo. Quando chegavam as pizzas, o tema já era a anulação daquele gabarito no TPS de 2012 ou a nova tabela de preço dos cursinhos. E quando chegava a conta, colocavam a mão no bolso, e alguém na mesa sempre fazia questão de observar : "de pobres CACDistas a gente vai virando CACDistas pobres".
Mas apesar do aperto financeiro, após anos de investimento no CACD, o sonho da aprovação no CACD de todos ali estava mais aceso do que nunca. Afinal, nos últimos anos, tinham finalmente ou passado no TPS ou então tido um avanço significativo nas notas. O motivo desse progresso? Havia um consenso de que a melhora era o acompanhamento diário da seleção de notícias do MRE, a que esses amigos passaram a chamar o "Santo Graal do CACD".
Após anos no limbo, aquela zona cinzenta perto da nota de corte, o tempo para esses colegas era de fé. Com o Santo Graal do CACD, a aprovação estava mais próxima do que nunca. Mas foi aí que algo terrível aconteceu!
#. Capítulo 2: "Algo terrível aconteceu!"
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Sim, tudo ia bem. Era dia de pizza (calabresa e portuguesa). Alguém na mesa sugeriu variar o sabor, já que no melhor estilo Azeredo da Silveira:
"A melhor tradição é saber renovar-se".
Não houve consenso. Mas no fim das contas, a tese da "renovação" prevaleceu. Mas com um acordo de compromisso: manteriam a Calabresa e substituiriam a Portuguesa por uma metade tipicamente brasileira: Frango com Catupiry.
A pizza caiu bem. Todos concordaram. Comeram uma fatia, conversaram, comeram outra fatia e despediram.
Mas então no dia seguinte uma terrível notícia os aguardava nas caixas de email:
A seleção de notícias do MRE acabou!!!!!!!!
Foi um choque! Foi muito triste. Foi deseperador! O CACD era esperado para alguns meses. Já começavam os boatos de que estava para sair o Edital. E justamente nesse momento crítico, não haveria mais, de agora em diante, com se atualizar para a prova de Política Internacional, Geografia, Economia e Línguas.
Os candidatos perderam o Santo Graal. E, como todo CACDista é no fundo um pouco superticioso, não havia como não pensar que se não fosse aquela quebra de protocolo com a pizza de frango com catupiry tudo estaria bem.
#3. Capítulo 3: Em busca do Santo Graal do CACD…
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O que você faria se seu recurso mais estratégico de preparação para o CACD evaporasse da noite para o dia em plena véspera de Edital?
Foi mais ou menos isso que esses jovens amigos sentiram quando acabou para sempre o Santo Graal do CACD. As perspectivas não eram boas. As pessoas ficaram bem mal. E por algum motivo os encontros na pizzaria se dispersaram. Foram se tornando cada vez mais escassos. Com o CACD cada vez mais concorrido e com a prova de Política Internacional representando cada vez mais aquilo que dá vantagem real sobre a concorrência, a última coisa que poderia acontecer aquilo que estava acontecendo. A insegurança de ir mal no CACD sem uma seleção de notícias à la MRE era muita. Ficou bem claro para esse candidatos que era algo patológico: haviam todos contraído aquilo que passar a chamar de "Clipping-Dependência". Não dava para ficar sem seleção de notícias.
Daí surgiu a terceira ideia mais ridícula de todos os tempos: E se fizéssemos uma vaquinha para pagar um de nós para que esse um de nós faça um clipping ? Claro, que não houve voluntários! Que CACDista toparia ficar compilando notícias por quantia simbólica ao invés de focar no Cervo ou no Bóris Fauso? Só se fosse louco…
E eis que surge a segunda ideia mais ridícula de todos os tempos: Por que não contratamos um empresa para fazer essa seleção de notícias? Quando começaram os orçamentos já ficou claro que não poderia nunca dar certo. Primeiro, era caro para ratear entre tão poucos colegas. Esses colegas até tentaram buscar mais gente para o rateio, importunando outros candidatos que mal conheciam pelo inbox no facebook:
o Sr. gostaria de entrar em uma vaquinha para fazermos uma seleção de notícia?
Alguns candidatos toparam e se uniram à vaquinha com bastante ânimo, confessando que eram também "órfãos do Clipping". Mas a grande parte dos candidatos abordados nunca tinham estudado pela seleção de notícias e achavam, com toda a razão, uma proposta estranha vindo de alguém nem conheciam direito. Era constrangedor, para dizer o mínimo. Resultado: não deu certo
E eis que surge, agora sim, a ideia mais ridícula de todos os tempos:
#. Capítulo 4: A ideia mais ridícula de todos os tempos
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Lembra a terceira ideia mais ridícula de todos os tempos: E se fizéssemos fizéssemos uma vaquinha entre nós para pagar um de nós para que esse um de nós faça um clipping para a gente?
Então, depois que não deu muito certo a vaquinha, um dos amigos topou fazer a seleção de notícias todos dias manualmente em troca de alguma gorjeta. Isso foi a ideia mais ridicula de todos os tempo. Por quê? Por vários motivos. Para começar, isso levava nada menos do que 2 horas diárias de copiar e colar links em um documento no Word, para depois organizar esses links por tema, para depois editar o documento do Word para depois carregar em um grupo fechado no Facebook para cerca de 15 pessoas.Foi a ideia mais "não pragmática" já tida por um aspirante à carreira diplomática.
Era #tenso. Mas surpreendentemente a seleção manual de notícias estava agradando aos "Órfãos do Clipping", que por R$ 29,90 ao mês tinham algo à imagem e semelhança da antiga seleção de notícias do MRE. E, por sua vez, nosso herói do clipping manual tinha ao fim do mês algo em torno de meio salário mínimo. O que é o creditou a retomar as aulas de inglês para o CACD.

#. Capítulo 5: Cansei, gente. Foi Malz. Boa sorte e até nunca!
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O que não foi dito nessa história até agora é onde e quando esse herói do clipping manual compilava as notícas.
A seleção de notícias diária era feita durante a hora de almoço e em pleno expediente no local de trabalho. Era realmente tenso. Mas, tudo ia bem até que algo terrível aconteceu (de novo!).
Um belo dia nosso herói do clipping manual recebeu a notícia de que os computadores da empresa foram bloqueados e não poderiam mais acessar a internet, nem portais de notícia, nem Facebook, nem nada.
As coisas se tornavam cada vez mais difíceis. Era muito trabalho, e muito pouco tempo para estudar para o CACD para o herói do clipping manual. Nem mesmo os clippings que ele próprio gerava ele conseguia acompanhar. Seu sonho da aprovação estava ameaçado. E isso era grave.
Por outro lado, simplesmente parar o que estava fazendo não era uma opção. Afinal, os candidatos no grupodo Facebook estavam aprovando o clipping e cada vez mais elogiando e falando sobre como aquilo estava sendo importante na preparação, etc. Não dava simplesmente para esse herói do clipping manual virar e dizer:
Cansei, gente. Foi mals. Boa sorte a todos e até nunca!
Não era uma saída honrosa para algo que cada vez mais dava errado e parecia destinado ao fracasso. Então esse herói do clipping manual colocou todas as suas fichas numa última tentativa
#. Capítulo 6: A saída está no código
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O herói do clipping manual marcou um encontro naquela mesma pizzaria com a única pessoa que poderia que poderia ajudá-lo a ajudar os "Órfãos do Clipping". Por algum motivo, não estavam com fome e dispensaram a pizza. Pediram a tradicional coca 2 litros, no entanto.
E então o herói do clipping manual relatou toda a situação e falou sobre como não dava mais para continuar daquele jeito e, entre uma gole e outra na coca, disse a seu interlocutor algo mais ou menos assim:
Você é o melhor programador que eu conheço, você poderia estar fazendo qualquer coisa ganhando qualquer salário em qualquer lugar no mundo, mas está estudando para o CACD. Respeito isso! Mas a situação das pessoas que estudam com a seleção de notícias é crítica e nesse momento você não pode ignorar quem você é: um programador. Preciso que você me ajude a automatizar o clipping escrevendo um código.
Essa conversa durou um coca 2 litros, e muitas ideias sobre a tecnologia que o Clipping usa hoje nasceram ali, naquela mesma pizzaria. Pela primeira vez, dois candidatos ao CACD se reuniram ali sem discutir uma vírgula sobre CACD.
Foi daí que nasceu o embrião do que viria a ser o Clipping CACD: da ideia de fazer algo automatizado para economizar tempo para estudar para o CACD.
Esse amigos só não imaginaram o tamanho da confusão em que se meteram quando decidiram escrever um algoritmo para o clipping… Mas isso é assunto para o post de amanhã.
#. To be continued
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É claro que a história não termina aqui. O Clipping espera que tenha conseguido ler até o final esse post e o Clipping te agradece por tê-lo ouvido e espera não tê-lo entediado com essa história. Amanhã, tem você verá a segunda parte. Vale a pena acompanhar. Amanhã você vai conhecer curiosidades como:
Sabia que cada um dos 3 sites que o Clipping teve até hoje tem um apelido?
Você sabia que teve uma época em que para assinar o Clipping precisava ser convidado?
Você lembra das telas de entrada dos sites antigos do Clipping?
Temos a semana toda para relembrar esses velhos tempos! Nos vemos amanhã no Blog.
É muito legal ter uma história e poder contá-la aqui no Blog. O que você achou? Deixe seu comentário, que o Clipping não deixa ninguém no vácuo.




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