Por Diogo Machado
“I’ve missed more than 9,000 shots in my career. I’ve lost almost 300 games. Twenty six times, I’ve been trusted to take the game winning shot and missed. I’ve failed over and over and over again in my life. And that is why I succeed.”
A célebre frase de Michael Jordan, o maior jogador profissional de basquete da história do esporte, é um importante exemplo de que o erro detém um poder didático que, se bem aproveitado, pode elevar a produtividade de qualquer pessoa que se propõe a uma tarefa difícil.
No entanto, muitas pessoas têm dificuldade em lidar com o fracasso, seja por baixa autoestima, seja por timidez. No universo da preparação para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata, em especial, é bastante comum ver colegas sendo questionados por professores e reagindo com medo (ou vergonha) ao responder, outros que se sentem mal ao conferir gabaritos (até mesmo de simulados) e alguns que chegam a esconder de amigos e familiares seu desempenho no TPS.
Essas e outras atitudes similares são um reflexo de cobranças pessoais, familiares e sociais pelo sucesso no prazo mais curto possível. O problema é que, na maioria das vezes, a evolução intelectual necessária para alcançar a aprovação no CACD demanda muito esforço e dedicação que, por sua vez, estão acompanhados de erros e fracassos, em diferentes níveis.
Este texto faz parte da metodologia do Clipping CACD.



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