Nosso blog e nossa plataforma estavam de recesso até o dia 02/01/2015. Mas uma notícia dessas não tínhamos como retornar às postagens. Já temos um nome para o novo Ministro das Relações Exteriores: Mauro Vieira.
Podemos esperar muitas matérias nos próximos dias sobre o perfil do novo Chanceler, sobre sua experiência anterior e, sobretudo, sobre as novidades que nos esperam tanto em termos de política externa como em termos de CACD. Por esse motivo, antecipamos o retorno do clipping para amanhã. Afinal, não podemos perder esse conteúdo…
Mauro Vieira é o Embaixador do Brasil em Washington, D.C. desde 11 de janeiro de 2010. Foi Embaixador do Brasil em Buenos Aires de 2004 a 2010. É bacharel em Direito pela Universidade Federa do Estado do Rio de Janeiro e formou-se pelo Instituto Rio Branco em 1974. No Ministério das Relações Exteriores, foi Coordenador de Atos Internacionais, Assessor do Secretário-Geral, Assistente do Chefe do Departamento Cultural, Assessor do Ministro das Relações Exteriores, Chefe de Gabinete do Secretário-Geral e Chefe de Gabinete do Ministro das Relações Exteriores. De janeiro de 2003 a maio de 2006, foi representante do Ministério das Relações Exteriores no Conselho de Administração de Itaipu Binacional. O Embaixador Mauro Vieira trabalhou também em outros órgãos da Administração Pública: foi Secretário-Geral Adjunto da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia e Secretário Nacional da Administração do Instituto Nacional do Seguro Social do Ministério da Previdência e Assistência Social. No exterior, serviu na Embaixada do Brasil em Washington, D.C. (1978–1982); na Missão do Brasil junto à Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) em Montevidéu (1982–1985); na Embaixada do Brasil na Cidade de México (1990–1992); na Embaixada do Brasil em Paris (1995–1999); e na Embaixada do Brasil em Buenos Aires (2004–2010).
As cerimônias de troca de Chancelers sempre é um momento muito importante para quem estuda para o CACD. Não só podemos esperar do último discurso de Figueiredo como Chanceler um balanço de sua gestão como do primeiro discuros de Mauro Vieira como Chanceler significativas informações sobre os rumos da PEB. Isso significa que teremos muito material novo noDOEnessas primeiras semanas de janeiro. Estajamos atentos.
Ficamos sabendo pelo blog Internacionalista que saiu hoje nacoluna de Matias Spektor na Folhaum texto interessantíssimo sobre algo que muito algo que está muito relacionado ao trabalho do Clipping CACD: sistematização de dados quantitativos e qualitativos sobre as relações exteriores do Brasil.
A crítica que o autor da coluna faz é que “grande parte da condução da diplomacia é feita no escuro, sem dados concretos e avaliações bem feitas“.
Fato é que o uso de tecnologias de ponta no processamento de dados complexos para suporte a processos decisórios tanto do setor privado quanto do setor públicos ainda é novidade no Brasil.
O Atlas da Política Externa Brasileira a que Matias Spektor chama de um “presente de natal” tem por proposta “apresentar dados complexos de forma clara e simples”. Parece óbvio, mas se trata de um tendência recente proporcionada pelos avanços da tecnologias de informação.
Como o exemplo bem sucedido de sistematização de dados é o Dataviva, um projeto desenvolvido pelo governo de Minas em parceria com o MIT Media Lab. O Dataviva, embora não tenha diretamente interesse para o candidato ao CACD, chama a atenção pelo esforço de compilação de dados sobre todo o setor formal da economia brasileira e a possibilidade de acessá-los em mais de 100 milhões de visualizações interativas em infográficos.
Informação sempre foi associada a poder. Mas hoje a informações em si não é útil se não puder ser apreendida de forma clara e simples.
De certa forma, o que o Clipping CACD faz ,com o DOE, por exemplo, é o mesmo esforço feito pelo Dataviva e pelos autores do Atlas da Polítca Externa Brasileira: aplicar tecnologias de forma criativa para apresentar o conteúdo de forma clara e simples e organizada.
Ser claro, simples e organizado: soa óbvio, mas o óbvio costuma ser o mais difícil.
Você quer que o Edital saia em breve ou você prefere ter mais alguns dias para estudar? Boa parte do que acontece daqui para frente depende do que acontece esta segunda-feira, dia 22/12.
Segunda-feira, dia 22/12/2014 ,é o último dia de funcionamento do Congresso antes do recesso do Legislativo. Isso quer dizer então que pode não haver CACD em 2015? Não. Não é o caso. Afinal, o orçamento de 2013 foi votado após a volta do recesso, no ano seguinte, e isso não impediu a realização do CACD, certo?! Então fique tranquilo…
Lembramos aqui um valioso conselho do diplomata Victor Toniolo, que escreveu sobre como é a tramitação do Edital,é que o candidato não deve tirar o foco dos estudos para ficar especulando sobre quando vai sair o Edital.
Entretanto isso não significa que você não pode ir já se organizando para realizar uma revisão estratégica de conteúdo desde já.
ATENÇÂO:Não estamos aqui tentando prever quando vai sair o Edital, etc. Nosso intuito nesse post é aduzir alguns padrões dos anos anteriores para ajudá-lo a se organizar melhor daqui para frente.
O que notamos pela tabela acima?
Apesar de muito se falar que, tecnicamente, não é necessário que o Orçamento seja aprovado para termos a Portaria, nos últimos anos a prática foi no sentido de que somente após a aprovação do Orçamento, a Portaria e, posterioremente, o Edital são publicados.
O Orçamento não necesariamente precisa ser aprovado até segunda-feira dia 22, já que o Orçamento de 2013 foi aprovado após o retorno do recesso legislativo. Ou seja dia 22/12 agora, não é necessariamente um “prazo mortal” para o CACD. Então, relaxe…
No ano em que o Orçamento foi votado após a volta do recesso legislativo foi justamente o ano em que o CACD mais atrasou sair. Em 2013 tivemos TPS em agosto. Atenção: não estamos dizendo que se não sair o Orçamento até dia 22/12 teremos TPS em agosto. Mas é um dado a observamos… É importante estarmos preparados e motivados para um maratona de estudos até o segundo semestre de 2014. Já houve precedentes nesse sentido. Mas, novamente, não estamos dizendo que isso vai acontecer. É só um dos cenários possíveis para o qual você deve estar preparado.
Com exceção do CACD 2014, que foi bastante atípico, o interregno médio que vai da Portaria até o TPS é de 2 meses e meio. Isso dá em torno de 10 semanas. Essa talvez seja o dado mais estratégico que podemos tirar dessa tabela.
Então, reiterando. O Clipping CACD não fez esse post para gerar ansiedade, para te desetabilizar nesse final de ano. Pelo contrário… A ideia é tranquilizar a todos e prover, aos membros e não-membros do Clipping CACD, dados estratégicos com os quais possam levar adiante uma boa revisão de conteúdo. Afinal, de agora em diante boa parte do que define quem passa e quem fica no TPS é a capacidade de continuar motivado e traquilo para planejar uma eficiente revisão de conteúdo.
Não sabemos quando o Orçamento vai ser votado. Não sabemos quando a Portaria vai sair. Não sabemos quando o Edital vai sair. Mas podemos olhar para trás e entender melhor o que nos aguarda. Podemos também planejar os rumos para a reta final de forma estratégica.
Disponibilizar a nossos membros, em tempo recorde, uma ferramenta decisiva para a revisão de conteúdo que se aproxima é o desafio do Clipping CACD pelas próximas semanas. Esperamos poder entregar aos membros do Clipping CACD algo realmente muito especial nas próximas semanas.
[icon name=icon-quote-left] Cuba caiu 15 vezes no TPS. Sim! Contando desde o CACD 2003 até hoje foram nada menos do que 15 itens nos quais se cobrava conhecimento acerca das relações internacionais envolvendo Cuba. Se você é candidato ao CACD e habita o planeta Terra, já deve estar sabendo que Cuba e EUA realizaram um processo de de normalização das relações diplomáticas. Você também deve estar sabendo da visita do Presidente Obama a Cuba, certo?! Bom só isso é motivo de sobra para os candidatos ao concurso da diplomacia ficarem espertos.
O tema é quentíssimo. Mas Cuba não é propriamente o tema deste post.
Saber que Cuba é tema quente e que são altas as chances de cair algo sobre Cuba no TPS só ajuda se você tem um volume grande de informações atuais reunidos sobre esse tema.
Muitas vezes o tema quente cai da forma mais inesperada e o resultado é um balde de água fria no candidato que vai para prova tendo lido uma só o breaking news sobre o tema e consolidado pouco mais do que o óbvio.
Vejamos um exemplo.
CACD 2008: Qual era um dos temas quentes que todo mundo estava esperando cair? OMC! Era certo que ia cair uma questão sobre a OMC no TPS 2008. Afinal, acabava de sair a decisão da OMC de 2007 que condenava o Brasi no caso dos pneus, certo?!
Na verdade quem previu OMC estava certo mesmo. Vejamos:
E aí C ou E?
Talvez você saiba de cor a resposta, que é C. Afinal, já deve ter feito várias vezes essa questão nos simulados. Mas a maioria dos candidatos não sabia a resposta dessa questão que tem a assombrosa média de erro de 44%. Essa, de fato, pegou muita gente que esperava algo sobre o contencioso dos pneus (que não foi cobrado).
Mas que questão mais decoreba esssa que o CESPE formulou, não?! Será que eles foram na página da OMC e ficaram conferindo quem era membro e quem não era membro? Era esse tipo de conhecimento que o CESPE esperava dos candidatos?
Não!
Quem tem o hábito de acompanhar só o que é “breaking news” teve dificuldades nessa. Mas quem lia notícias diariamente não deixou passar batido um conjunto de matérias muito significante noticiado poucos meses antes da prova.
Vejamos:
Isso mesmo. Na mesma época do caso dos pneus. Cuba, que é, sim, membro pleno da OMC, usava o fórum para denunciar como o bloqueio feito pelos EUA, alegando que feriam as normas da OMC.
Tratava-se de um tema amplamente noticiado nos periódicos, nada obscuro, mas que passa batido para aqueles que não fazem um acompanhamento diário e sistemático de notícas.
O que queremos dizer é que, para fins de CACD, mais importante do que saber que “EUA e Cuba iniciaram processo para o restabelecimento de relações diplomáticas é ter acompanhado a evolução das notícias que levam até esse momento e, sobretudo, continuar acompanhando o grande volume de notícias que se seguirá daqui em diante sobre esse tema…
Nesse sentido é que insitimos com os membros do Clipping CACD que façam um esforço para ler todas as notícias sob uma mesma Seção, ainda que elas tenham elas a manchete muito parecidas entre si. Ler informação repetidas? Mas por quê?
Realmente, muitas notícias tem o “core factual” muito parecido. Isso deriva da própria dinâmica colaborativa entre as agências de notícias e seus profissionais. O que muda significativamente de uma notícia para outra é o “quadro referencial” que elas trazem muitas vezes ao final da matéria.
Lendo uma ou duas notícias sobre EUA e Cuba você vai fixar pouco mais do que o “core factual“: “EUA e Cuba iniciaram processo para o restabelecimento de relações diplomáticas”.
No entanto, acompanhando o desenrolar dos fatos diariamente e de forma sistemarizada, você vai fixar, além do básico, boa parte do “quadro referencial”, ou seja, você terá acesso a uma séria de informações incidentais sobre o tema que se sobrepõe ao longo da leitura reiterada das notícias, o que te dá um volume significativo de informações não só para a prova de PI, mas também de HM e HB.
A grande vantagem de se usar o clipping não é tanto o contato imediato com o “breaking news”, aquilo que todo mundo sabe. O que o clipping te dá é a possibilidade de alimentar o hábito dário de acompanhar os fatos e reunir informações relevantes sobre “quadro referencial” das matérias e lograr uma vantagem comparativa sobre o concorrente.
Saber que EUA e Cuba retomaram relações diplomáticas é fundamental. Mas também é fundamental saber que:
as relações diplomáticas estabelecidas foram cortadas em 1961.
a Lei Helms-Burton, de 1996, permanece em vigor.
o Congresso que mantém a Lei Helms-Burton contra Cuba votou recentemente imposição de sanções unilaterais à Venezuela.
a AGNU da ONU votou pela 23ª vez pela condenação do embargo e que, como nos anos anteriores, os únicos países que votaram contra a resolução foram os Estados Unidos Israel.
Cuba participou pelo 1ª vez da Cúpula das Américas em 2015
Esse tipo de informação você só tem se acompanha diariamente as notícias.
Então, fica a mensagem do dia: leia o que é breaking news, mas leia, sobretudo, o que não é. Afinal, como vimos no CACD 2008, as chances de acertar o que todo mundo erra depende disso.
[icon name=icon-quote-left] Você acaba de assinar o Clipping? Sabia que você pode sincronizar seu Kindle ao Clipping e receber a seleção de notícias diretamente no seu dispositivo? Saiba como!
Sim. Automaticamente o clipping já chega no seu disposito Kindle sem complicações.
Veja como fazer para sincronizar o seu Kindle com o Clipping Continue reading
Você, que é membro do Clipping CACD, está acompanhando diariamente a Seção de Línguas Estrangeiras do clipping, certo? Se sua resposta a essa pergunta for não, não há motivos para se sentir culpado. Sabemos que a Seção de Línguas Estrangeiras nunca foi a queridinha dos membros do Clipping CACD. Grande parte dos membros saltam solenemente a Seção de Línguas Estrangeiras, sem pestanejar!
Mas a partir de agora você não tem mais motivo para não acompanhar a Seção de Línguas Estrangeiras.
Desde que se tornou possível sincronizar o Clipping CACD com o Kindle, a forma como os candidatos encaram o estudo do inglês, francês e espanhol para o CACD muda significativamente. Para melhor, é claro!
Sincronizando o seu Kindle com o Clipping CACD e passando a receber diretamente no Kindle o clipping, você pode passa a ter um ganho de produtividade incrível no estudo das línguas. Por quê? Por 2 motivos…
O primeiro motivo já é algo mais óbvio para os que acompanham o clipping: você não perde tempo selecionando o que você vai ler, já que o clipping faz automaticamente essa seleção por você
O segundo motivo é novidade até mesmo para quem já é membro do Clipping CACD:você pode, ao ler seu clipping no Kindle, usar as funções “Dicionário”, “Construtor de Vocabulário” e “Flashcards” para elevar drasticamente sua produtividade.
Como usar o Dicionário do seu Kindle para estudar línguas para o CACD?
É extremamente fácil e intuitivo o Dicionário embutido no Kindle.
No Kindle Paperwhite, basta pressionar a tela em cima da palavra que a caixa com a definição completa da palavra se abre. Note que nos Kindles mais modernos (versão Paperwhite) é possível além de olhar o significado da palavra clicar na aba “Wikipedia” como exemplifica a foto abaixo. Nesse caso você será direcionado para uma definição do termo na Wikipédia.
Dessa forma, o membro que escolhe ler a Seção de Línguas Estrangeiras do Clipping CACD pelo Kindle pode buscar de forma extremamente rápida uma definição da palavra no Dicionário, sem nem mesmo tirar os olhos do texto. Trata-se de um ganho significativo em relação ao concorrente que para a leitura, recorre a um dicionario online ou até mesmo um dicionário físico para achar uma definição.
Como usar o Construtor de Vocabulário do Kindle para estudar línguas para o CACD?
Se você tem um Kindle Paperwhite de segunda geração, é possível além do dicionário usar o Construtor de Vocabulário para ler a Seção de Línguas Estrangeiras e enriquecer seu vocabulário ativo nas línguas exigidas por concursos como o CACD e pelo Ofchan.
Automaticamente, toda palavra cuja definição você olha no Dicionário do Kindle é adicionada ao Constutor de Vocabulário. Clicando em “Menu”>”Construtor de Vocabulário” a tela abaixo aparecerá, mostrando todas as palavras que você automaticamente salvou no Costrutor de Vocabulário.
Como usar o recurso Flashcards do Kindle revisar o vocabulário?
Se você tem o Kindle Paperwhite de segunda geração. Você também pode usar o recurso de Flashcards para lembrar o significado de palavras que consultou anteriormente, ao ler a Seção de Línguas Estrangeiras do clipping, e fazer vários exercícios até você dominar bem o significado delas.
Nos flashcards, as palavras vem de forma aleatória, mas inseridas no contexto em que vieram na Seção de Línguas Estrangeiras do Clippig CACD. Se você não lembra o que elas significam pressione “see definition“. Dessa forma o Kindle apresentará o verso do flashcard, onde se encontra a definição da palavra.
Se você considera ter aprendido o significado da palavra, clique em “mark as mastered”. Dessa forma, a palavra sairá dos seus flahscards, mas pode ser consultada no banco de “mastered words”.
Como usar o Clipping CACD sincronizado ao Kindle para se preparar para as provas abertas de línguas?
Para o inglês é necessário estudar para uma prova fechada e também para uma prova aberta. Com relação ao francês e espanhol, não sabemos ainda o que esperar para o CACD 2015. Com ainda não saiu a portaria, não sabemos se teremos prova aberta ou prova fechada?.
Fato é que, como seu professor de línguas já deve ter repetido mil e uma vezes, decorar o significado de palavras não vai te levar a lugar algum. Não basta ter “vocabulário passivo” é preciso ter “vocabulário ativo”.
O que isso significa? Isso significa que mais importante do que ler e aprender significado das palavras, é preciso saber COMO e ONDE utilizar uma palavra.
Isso só é possível escrevendo mesmo. Mas como o Clipping CACD sincronizado ao Kindle pode te ajudar com isso?
Simples. Basta consultar a base de o “constutor de vocabulário“, pegar uma caneta, um cadernao ou um PC e começar a tentar usá-las em determinados contextos.
Atenção: esse tipo de treinamento só funciona bem se você estiver bem amparado por um professor. É preciso ter alguém que domine a língua para ter mostrar quais das construções sintáticas que você tem feito estão certas e que tipo de construções sintáticas estão equivocadas.
Desaconselhamos fortemente uma estratégia 100% autodidata para as provas de línguas do CACD e do Ofchan. Se há matérias que dá para estudar tranquilamente sozinho, línguas definitivamente não é uma delas.
Consulte o seu professor sobre outras formas de estudo sugeridas. Caso tenha descoberto um método ainda melhor de estudar a Seção de Línguas Estrangeiras do Clipping CACD, compartilhe conosco. Queremos muito saber mais sobre o uso que você faz das nossas funcionalidades.
Hoje uma certa notícia causou grande celeuma entre os candidatos ao CACD.
De acordo com fontes do Estadão, o atual Chanceler daria lugar a um sucessor supostamente mais bem familiarizado com questões de comércio internacional. O título da matéria é“Itamaraty terá novo vendedor do Brasil” já é polêmico o bastante para despertar suspeitas..
Um alerta aos candidatos que realmente estão focados na prova do CACD:
Separe o que são “fatos” do que são “conjecturas”. Cuidado com as suposições. Por quê? Porque na maioria das vezes as suposições dizem exatamente o oposto do que diz o discurso oficial, que é o que realmente deve merecer sua atenção redobrada.
Não estamos dizendo, em hipótese alguma, que não tem valor o trabalho de bastidores que os jornalistas fazem. Não é isso. O que estamos dizendo é que, para fins da prova do CESPE, dados e informações oficiais merecem destaque.
Será que realmente, como sugere a matéria, “falta iniciativa e preparo do Itamaraty sobre questões de comércio exterior”? Se te fosse cobrado em uma questão de 3ª fase do CACD uma análise sobre a diplomacia comercial brasileira? O que você teria a dizer?
Você não endossaria a tese do “Itamaraty terá novo vendedor do Brasil”, certo? Muito bem… é um bom começo. Mas o que mais você teria para falar? A maioria dos candidatos falaria vagamente sobre Mercosul, acordos comerciais bilaterais, as negociações interregionais, a OMC, etc e lograriam, todos, uma nota bem parecida. Algo em torno de 60-70% da questão.
Mas o que seria preciso para tirar aquela vantagem comparativa sobre o concorrente e atingir 90-100% dos pontos em uma questão sobre diplomacia comercial? Vejamos o que alguns trechos do DOE 1.0, nosso “discurso oficial esquematizado“, tem a dizer sobre isso:
“Em consonância com a “Estratégia Nacional das Exportações 2011-2014”, iniciativa concebida em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior (MDIC), com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), identifiquei as seguintes medidas concretas a serem implementadas pelo Departamento de Promoção Comercial (DPR) do Itamaraty, hoje sobre a direção do Ministro Rubens Gama. Citarei seis medidas específicas: A) Ampliação da participação anual do DPR em feiras setoriais e multissetoriais no exterior de 130 (2010) para 190 (2015) eventos, bem como em feiras no Brasil de 12 (2010) para 25 (2015) eventos; B) Elevação de 35 para 100 do número de (i) estudos sobre investimentos e comércio e (ii) pesquisas de mercado, contratados ou realizados anualmente pelo DPR; C) Incremento em até 50% dos roadshows destinados a atrair investimentos para obras de infra-estrutura, megaeventos esportivos, economia verde e inovação; D) Ampliação em 40% da base de importadores cadastrados na rede BrasilGlobalNet; E) Aumento do número de missões comerciais ao exterior apoiadas pelo DPR, mediante parcerias com outras agências governamentais ou com entidades do setor privado; F) Expansão do número de Setores de Promoção Comercial (SECOMs) na rede de postos brasileira no exterior, passando, no prazo de 4 anos, de 100 unidades em 78 países para 134 unidades em 101 países. (…) O trabalho profissional desenvolvido pela CGC há dez anos nos inspira a explorar, de forma a um só tempo dinâmica e responsável, iniciativas que permitam ao Brasil preservar, em meio à crise econômico-financeira atual, os avanços sócio-econômicos que alcançamos e olhar para novos horizontes.”[Pronunciamento do Chanceler Antonio Patriota na Cerimônia de Abertura do Seminário Internacional “O Brasil e o Sistema de Solução de Controvérsias da OMC”]
“Em um contexto de crise internacional e de impasse nas negociações multilaterais, o governo brasileiro impulsiona novos projetos, tanto no campo negocial como no de promoção comercial. Fazem parte desse processo as consultas públicas aprovadas recentemente pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), destinadas a aferir a percepção dos agentes econômicos brasileiros em relação a acordos de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e o Canadá. No campo da promoção comercial, é intenso o esforço para apoiar os agentes econômicos no aproveitamento ao máximo das oportunidades de negócios viabilizadas por acordos comerciais já negociados até aqui. No âmbito do Mercosul, será realizado, por ocasião da Reunião de Cúpula de Brasília, em dezembro do corrente ano, o primeiro grande evento empresarial do agrupamento, o que curiosamente somente ocorre 21 anos após a entrada em vigor do Tratado de Assunção. Na mesma linha, missões empresariais têm sido realizadas à margem das viagens oficiais da presidenta Dilma Rousseff, e grande número de eventos voltados para a promoção do produto nacional, no Brasil e no exterior, refletem a estreita cooperação entre o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior/Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Mdic/Apex)” [Diplomacia e comércio – Artigo do Chanceler Antonio Patriota ao Valor Econômico de 10/10/2012]
“De modo pioneiro no âmbito do Governo Federal, o Departamento de Promoção Comercial do Itamaraty (DPR) mantém, desde 1998, um portal de informações e de serviços de promoção comercial, turismo e de atração de investimentos voltado ao público externo: o BrasilGlobalNet. O DPR conta, ainda, com portal específico para uso interno, destinado à comunicação com a rede de Setores de Promoção Comercial (SECOMs) dos postos no exterior e inclusão de conteúdo no site público: a Extranet DPR.”[Transcrição da Audiência Pública com o Ministro de Estado da Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal]
Esses são só alguns trechos tirados da Seção Diplomacia Comercial do nossoDOE 1.0. É desse tipo de informação que você precisa para responder uma questão de PI.
De acordo com o DOE, o Itamaraty e seus últimos Chanceleres tem sido, sim, bons “vendedores do Brasil” lá fora! Não é por acaso que a seção Diplomacia Comercial é uma das mais longas do DOE 1.0 do Clipping CACD.
Ao contrário do que muitas vezes se noticia, o Itamaraty investiu nos últimos anos pesadamente em Diplomacia Comercial. Justamente por isso, diplomacia comercial é tema quente, muito quente mesmo: em 2014 encerra-se a “Estratégia Nacional das Exportações 2011-2014”; tivermos recentemente o acordo de Bali na OMC que propiciou um destravamento relativo da rodada Doha; Roberto Azevedo foi eleito diretor-geral da OMC. Por vários outros motivos é bom investir no tema…
Resumindo nossa mesangem de hoje: “ao clipping o que é de se estudar via clipping, ao DOE o que é de se estudar via DOE“.
O CACD não é só sobre “fatos”, mas também não é só sobre “discurso”. Encontre o equilíbrio, domine a linguagem diplomática e você terá um excelente desempenho no dia da prova de terceira fase.
Não é mistério para ninguém que uma das principais ferramentas que o Clipping oferece para os candidatos ao CACD é a curadoria diária de notícias atuais. Nós monitoramos o conteúdo de atualidades com os quais o candidato deve estar familiarizado e o organizamos da melhor forma: de acordo com o Edital. Além disso, se o assunto tratado na notícia já tiver aparecido em alguma questão do TPS, vinculamos a questão para que você teste seus conhecimentos enquanto se mantém informado.
Fazemos isso com o intuito de tornar a rotina de estudo de nossos membros mais eficiente, evitando perda de tempo com assuntos de pouco interesse prático para a prova. Com isso, os cacdistas conseguem se atualizar com tranquilidade em matérias como Política Internacional (PI), Geografia e Economia.
Escolhemos focar na tríade PI, Geografia e Economia pois cada vez mais a banca dessas disciplinas demanda conhecimento atualizado dos candidatos. O conteúdo ministrado na maioria dos cursinhos para o CACD é de ótima qualidade. Mas, se você não consegue se manter atualizado sobre os principais acontecimentos internacionais, acaba ficando em desvantagem em relação ao concorrente que consegue acompanhar as atualidades.
A tríade PI, Geografia e Economia exige profundo conhecimento sobre atualidades. Dessa forma, não é coincidência que as provas de PI, GEO e ECO sejam, em grande medida, as que definem se o candidato fica dentro ou fora das vagas previstas ao final do concurso.
Confira abaixo alguns exemplos de como as atualidades foram cobradas nas provas mais recentes do CACD.
Como as atualidades aparecem em PI no CACD
A questão 3 da prova discursiva de PI do CACD 2023 exigia que o candidato acompanhasse as iniciativas do governo brasileiro a respeito da internet e da segurança cibernética, um tema atual, mas pouco exigido na terceira fase.
Assim, seria crucial que os candidatos tivessem acompanhado as notícias e notas oficiais sobre o lançamento da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber), aprovada pelo Decreto nº 10.222 em 5 de fevereiro de 2020, e também sobre a promulgação da Convenção sobre o Crime Cibernético (2001) pelo Brasil em 12 de abril de 2023.
Confira abaixo o enunciado da questão:
Como as atualidades aparecem em Geografia no CACD
Muitos candidatos devem estar atualizados quanto à realização do Censo Demográfico pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, cujos resultados estão sendo divulgados desde 2023. O Censo 2022 estava constantemente sendo citado nas notícias meses antes da prova de GEO, pois trouxe importantes informações sobre a dinâmica demográfica brasileira na última década.
A questão 3 da prova discursiva de Geografia do CACD 2023 abordou justamente o crescimento da população brasileira, utilizando como base os dados do Censo de 2022.
Para responder esta questão, era necessário que o candidato conhecesse não apenas os resultados, mas também soubesse como os analisar, explicando os fatores por trás do crescimento da população, a despeito da diminuição da proporção da população jovem e o aumento da proporção da população idosa.
Outro dado relevante cobrado por essa questão foi a redução da população de algumas metrópoles, novidade trazida pelo novo Censo, que foi cobrada também na primeira fase.
Além de notícias e notas oficiais selecionadas na nossa curadoria diária, o Clipping também produziu um resumão com os resultados do Censo 2022 e uma análise no YouTube dos dados divulgados, o que ajudou os candidatos a se prepararem para itens sobre esse tema.
Confira abaixo a questão de geografia do CACD 2023:
Como as atualidades aparecem em Economia no CACD
Já na questão 3 da prova discursiva de Economia, era extremamente necessário que o candidato conhecesse bem aspectos relevantes sobre a internacionalização comercial e produtiva dos países. Isto é, conhecimento sobre temas como cadeias globais de valor (CGVs), divisão internacional do trabalho, entre outros.
Confira a questão 3 de economia da prova de terceira fase do CACD 2023:
Assim, percebe-se que o CACD mudou. O CACD mudou muito e em vários aspectos. E muito pouco se tem falado dessas mudanças… O que se fala muito é sobre como a competitividade se acirrou, em virtude da retenção das vagas. Ok. Isso é verdade, sim! Mas o aumento da competitividade é consequência de mudanças mais profundas e não a causa delas. Tendo isso em vista, façamos alguns comentários gerais sobre as provas:
As provas de Geografia mudaram e já não aceitam qualquer resposta que jogue gratuitamente com os conceitos de Milton Santos. As questões cobram agora muito geopolítica, e geopolítica é, sobretudo, atualidades.
Apesar de ainda serem temas relevantes, o PAEG, o Plano de Metas e o Plano Real não são mais os únicos assuntos que os candidatos precisam dominar para conseguirem responder às questões discursivas. As provas recentes esperam saber se o cacdista está capacitado para falar de atualidades, como CGV, Quantitative easing e dirty-floating.
A prova de PI, então, merece uma consideração especial. Para conseguir bons resultados nas provas discursivas de PI, é necessário que os candidatos tragam maior concretude às informações que estão sendo a base da argumentação. Para dar concretude e embasamento às análises, os candidatos precisam de dados, e dados são atualidades.
Atenção! Não estamos dizendo que o CACD requer conhecimento apenas de atualidades e que os candidatos não devem investir em história da PEB, etc. Não é isso. Também não estamos dizendo que os aspirantes à carreira diplomática não devem fazer cursinho pois o conteúdo dos cursinhos logo fica desatualizado. Pelo contrário, defendemos que o que é ensinado nos cursinhos é fundamental para a sua apresentação. No entanto, os cacdistas devem fazer a manutenção desse conhecimento, devem se atualizar.
Entretanto, vale ressaltar que, assim como o CACD mudou, os candidatos também mudaram. Por isso, o que o Clipping oferece são ferramentas que possibilitam aos nossos membros atualizarem-se com eficiência, sem perda de tempo e sem ansiedade. Nosso papel é levar, de forma organizada, o conteúdo que você precisa estudar até você. Dessa forma, com o nosso curso você se preocupa só em estudar o conteúdo, sem precisar navegar por horas na Internet em busca de atualizações. Nós te entregamos diariamente o conteúdo de que você precisa de forma organizada. Assim você pode se atualizar sem perda de tempo.
Atualizar-se de forma organizada é um investimento que se paga no exato momento em que você abre uma prova de TPS ou 3ª etapa e se vê diante daquela questão que você, ao contrário de muitos, tem tranquilidade para responder. É nisso em que acreditamos!
O Congresso de Viena, realizado entre setembro de 1814 e junho de 1815, foi uma conferência internacional que reuniu os representantes das principais potências europeias com o objetivo de reconfigurar a ordem política e territorial do continente após as Guerras Napoleônicas. Este evento marcou o fim da Era Napoleônica e buscou restaurar as estruturas políticas e sociais conservadoras que haviam sido abaladas pela Revolução Francesa e pelo expansionismo de Napoleão Bonaparte.
Contexto Histórico
O Congresso de Viena surgiu em um momento de grande instabilidade na Europa. Após a derrota de Napoleão Bonaparte na Batalha das Nações (1813) e sua abdicação em 1814, as potências europeias vitoriosas — Reino Unido, Áustria, Prússia e Rússia — se reuniram para discutir a reconstrução do mapa europeu e a restauração das monarquias depostas.
O objetivo principal era conter os ideais revolucionários franceses, estabelecer a paz e restituir o sistema de equilíbrio de poder que havia sido perturbado.
Principais Implicações
O Congresso de Viena teve várias implicações significativas para os Estados europeus no pós-guerra. Essas implicações foram fundamentais para a configuração da ordem política e territorial da Europa no século XIX, influenciando profundamente as relações internacionais e a política europeia até a Primeira Guerra Mundial. Confira abaixo.
Restauração e legitimidade
Restabelecimento das monarquias absolutas e das fronteiras pré-revolucionárias
O Congresso de Viena buscou restaurar as monarquias que haviam sido depostas durante as Guerras Napoleônicas e a Revolução Francesa. O princípio da legitimidade dinástica foi adotado, o que significava que os governos legítimos eram aqueles que existiam antes de 1789. Isso levou ao retorno de muitas monarquias absolutas e à restauração das fronteiras territoriais anteriores à Revolução Francesa. Por exemplo, na França, Luís XVIII foi restaurado ao trono, mas com a condição de jurar uma Constituição, mantendo algumas das reformas introduzidas durante a Revolução e o governo de Napoleão.
Equilíbrio de poder
Estabelecimento de um sistema de equilíbrio de poder para evitar a hegemonia de qualquer nação
Viena também introduziu o conceito de equilíbrio de poder, que visava evitar que qualquer nação se tornasse dominante na Europa. Isso foi alcançado através de compensações territoriais e da criação de estados-tampão ao redor da França. Por exemplo, a Confederação Germânica foi criada para substituir o Sacro Império Romano-Germânico, e a Bélgica foi unida aos Países Baixos para formar o Reino Unido dos Países Baixos, atuando como um estado-tampão contra a França. A ideia era que, ao equilibrar o poder entre as grandes potências, a paz e a estabilidade seriam mantidas.
Sistema de Congressos
Inauguração de um sistema de congressos, onde as potências europeias se reuniam periodicamente para discutir e resolver questões internacionais
Outro legado do Congresso de Viena foi o estabelecimento de um sistema de congressos, onde as principais potências europeias se reuniam periodicamente para discutir e resolver questões internacionais. Este sistema foi uma tentativa de manter a paz e a estabilidade na Europa através da diplomacia multilateral. Alguns dos congressos notáveis incluem Aix-la-Chapelle (1818), Carlsbad (1819), Troppau (1820), Laibach (1821) e Verona (1822). Esses congressos abordaram questões como a contenção de movimentos revolucionários e a manutenção do equilíbrio de poder.
Santa Aliança e Quádrupla Aliança
Criação de alianças para garantir a manutenção da ordem estabelecida e a contenção de movimentos revolucionários e nacionalistas
A Santa Aliança foi proposta pelo Czar Alexandre I da Rússia e incluía a Rússia, a Áustria e a Prússia. Esta aliança tinha um caráter conservador e religioso, com o objetivo de manter a ordem e combater revoluções. A Quádrupla Aliança, que incluía o Reino Unido, a Áustria, a Prússia e a Rússia, foi criada para garantir a implementação das decisões do Congresso de Viena e conter a França. Posteriormente, a França foi admitida na aliança, formando a Quíntupla Aliança. Essas alianças atuaram como mecanismos de policiamento internacional, intervindo em outros Estados para manter a estabilidade e conter movimentos revolucionários e nacionalistas.
Importância do Estudo para o CACD
O estudo do Congresso de Viena é crucial para os candidatos ao Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD).
Em primeiro lugar, o Congresso de Viena é um marco na história das relações internacionais, trazendo à tona questões como equilíbrio de poder e diplomacia multilateral, que são fundamentais para a compreensão da política internacional contemporânea.
Em segundo lugar, o Congresso configurou algo bastante inédito para a sua época. O sistema de congressos e a ideia de grandes potências atuando em conjunto para manter a estabilidade internacional são precedentes históricos para órgãos atuais de concertação coletiva para a preservação da estabilidade e redução dos níveis de violência, como o Conselho de Segurança da ONU, por exemplo.
Por fim, a grande incidência desse tema ao longo das edições anteriores do CACD demonstra a importância dos candidatos estarem sempre revisando esse assunto.
Incidência de Questões no CACD
O Congresso de Viena é um tema recorrente nas provas do CACD, especialmente nas questões de História Mundial e de Política Internacional. A banca examinadora frequentemente aborda:
Princípios e Medidas: Questões sobre os princípios adotados no Congresso, como a legitimidade dinástica, o equilíbrio de poder e a restauração das monarquias.
Sistema de Congressos: Perguntas sobre os congressos subsequentes, como Aix-la-Chapelle, Troppau, Laibach e Verona, e suas implicações para a política europeia.
Impactos e Consequências: Análise das consequências do Congresso de Viena para a estabilidade europeia, incluindo a relativa paz que perdurou até a Guerra da Crimeia e as guerras de unificação da Itália e da Alemanha.
Comparações Históricas: Comparações entre o sistema de Viena e outras tentativas de manutenção da paz e da ordem internacional, como a Liga das Nações e a ONU.
Confira a seguir algumas questões sobre o Congresso de Viena que caíram nas provas do CACD nos anos 2007, 2012, 2015, 2017 e 2020/21:
Bibliografia indicada
Para estudar sobre o Congresso de Viena, a bibliografia recomendada inclui obras de historiadores renomados e livros que abordam a história das relações internacionais e a era napoleônica. Confira abaixo algumas das principais sugestões de bibliografia:
Eric Hobsbawm – “A Era das Revoluções” (The Age of Revolution: 1789-1848)
Henry Kissinger – “O mundo restaurado”
Paul W. Schroeder – “The Transformation of European Politics 1763-1848”
Mark Jarrett – “The Congress of Vienna and its Legacy”
Adam Zamoyski – “Rites of Peace: The Fall of Napoleon and the Congress of Vienna”
Edward McNall Burns – “História da Civilização Ocidental”
Demétrio Magnoli – “O Mundo Contemporâneo”
René Albrecht-Carrié – “A Diplomatic History of Europe Since the Congress of Vienna”
[icon name=icon-quote-left] Pára tudo! Respira fundo! E pense seriamente em dar um reset total no seu cronograma de PI! Sabemos que "mudanças de planos" é a última coisa em que um candidato para o CACD gostaria de ouvir a essa altura do campeonato. Mas suas chances de se dar bem na prova de PI do TPS 2015 dependem em grande medida do Continue reading